Como Leandro Loureiro saiu da CLT e construiu um negócio com mais de 50 mil pacientes
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 1 de abril de 2026
A história de Leandro Loureiro com o trabalho começou cedo. Aos 14 anos, enquanto ainda estudava no Senai, já atuava na área de refrigeração e ar-condicionado em uma concessionária — experiência que moldou seu perfil prático e resiliente.
Mas foi no início dos anos 2000 que veio a decisão que mudaria seu caminho: deixar o emprego formal e apostar no próprio negócio. Ainda na faculdade de Administração, abriu um bar dentro de uma universidade em São Paulo, onde aprendeu, na prática, a negociar, criar parcerias e identificar oportunidades.
O movimento seguinte veio de uma conexão pessoal. Um amigo de infância o convidou para atuar na estruturação comercial da rede Sorridents, ligada ao grupo Salus. O convite abriu portas para um mergulho completo no setor, passando por marketing, eventos e expansão — área na qual participou diretamente da venda de mais de 70 unidades.

Com o tempo, Loureiro decidiu aprofundar seus conhecimentos no franchising, realizando treinamentos com nomes reconhecidos como Adir Ribeiro e Marcelo Cherto. A experiência acumulada o levou a dar um passo maior: investir no próprio negócio.
Em 2012, tornou-se franqueado ao adquirir uma unidade na Vila Maria. O resultado veio rápido. O faturamento saltou de R$ 90 mil para R$ 400 mil mensais, consolidando o modelo de crescimento. A partir daí, expandiu sua atuação para outras regiões, como Penha, Jaçanã e Parque Edu Chaves, além de entrar no segmento de estética com a GioLaser.
Hoje, Leandro lidera quatro unidades, soma mais de 50 mil pacientes atendidos e conta com uma equipe de mais de 50 profissionais. Ao seu lado, está sua esposa e sócia, a cirurgiã-dentista Charlene Loureiro.
De olho no futuro, o empreendedor estrutura uma holding para organizar suas operações e abrir novas frentes de crescimento. A expansão internacional também está no radar, especialmente na América Latina, onde enxerga semelhanças com o perfil de consumo das periferias brasileiras. “O franchising permite escalar com mais segurança e velocidade”, resume.
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