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Inflamação silenciosa avança com estilo de vida moderno e acende alerta para saúde metabólica
Por Freepik

Inflamação silenciosa avança com estilo de vida moderno e acende alerta para saúde metabólica

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 24 de março de 2026

Especialistas da Clínica Seven alertam para sinais silenciosos de inflamação e destacam que avaliação clínica, exames e testes genéticos são fundamentais para um diagnóstico mais preciso

A inflamação crônica de baixo grau, condição silenciosa associada a doenças metabólicas e cardiovasculares, tem ganhado atenção crescente da ciência. Um estudo publicado em 2025 na revista Nature Aging, conduzido por pesquisadores da Universidade Columbia (EUA), analisou dados de 2.876 adultos de quatro países, incluindo uma população indígena da Amazônia, e concluiu que a inflamação persistente não é apenas consequência do envelhecimento, mas uma resposta do organismo ao estilo de vida industrializado. Fatores como alimentação ultraprocessada, sedentarismo, estresse e privação de sono ajudam a explicar por que o sistema imunológico passa a operar em estado contínuo de alerta.

Diante desse cenário, cresce a busca por estratégias mais precisas para identificar e controlar a inflamação no organismo. Na Clínica Seven, referência em nutrição e ciência do metabolismo, a avaliação parte de uma análise individualizada que integra sinais clínicos, exames laboratoriais, estilo de vida e, em alguns casos, testes genéticos. O objetivo é mapear predisposições metabólicas, possíveis intolerâncias alimentares e a resposta do organismo a diferentes nutrientes, permitindo uma abordagem mais direcionada e preventiva.

Segundo Maryane Malta, diretora técnica de nutrição da Clínica Seven, os sinais de inflamação costumam ser difusos e, muitas vezes, negligenciados. “Cansaço constante, dificuldade para emagrecer, distensão abdominal, alterações no sono, dores articulares, queda de cabelo e alterações de humor podem indicar um estado inflamatório crônico. São sintomas comuns, mas que revelam um organismo em desequilíbrio”, explica.

Para o diagnóstico, a análise vai além da observação clínica. Marcadores como proteína C-reativa (PCR), ferritina, perfil glicêmico e alterações hormonais ajudam a compor o quadro. “Não existe um único exame que determine inflamação. É a leitura integrada dos dados, associada ao histórico e ao comportamento do paciente, que permite uma avaliação mais assertiva”, afirma a especialista.

A partir desse mapeamento, o tratamento envolve ajustes personalizados na alimentação, suplementação direcionada e mudanças no estilo de vida. A metodologia prioriza a redução da inflamação por meio de estratégias que incluem melhora da qualidade do sono, manejo do estresse e preservação da massa muscular, fator-chave para o equilíbrio metabólico.

“O corpo responde diretamente ao ambiente em que está inserido. Quando conseguimos alinhar alimentação, rotina e necessidades individuais, é possível reduzir a inflamação e melhorar não só os exames, mas também energia, disposição e qualidade de vida”, conclui Maryane.

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