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Influência social e transformação: como o empreendedorismo digital gerou um novo esporte
Por Divulgação

Influência social e transformação: como o empreendedorismo digital gerou um novo esporte

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 6 de março de 2026

A Kings League, revolução do entretenimento esportivo, nasce das redes sociais, ganha os gramados e inaugura uma nova era no futebol

A transformação digital deixou de ser tendência futura para se tornar protagonista presente em diversos segmentos da sociedade, sejam econômicos ou culturais. Segundo o Relatório Digital 2025: 5 Global Overview Report, realizado em uma parceria entre a We Are Social e a Meltwater, os brasileiros passam, em média, cerca de 9h13min por dia conectados às redes sociais e outras plataformas online, o que coloca o país entre os maiores consumidores de tempo digital no mundo e reforça o papel estratégico dessas plataformas na vida das pessoas e na construção de tendências sociais e culturais.

Até mesmo no esporte, o impacto acontece fora e dentro das quatro linhas. Prova disso é a ascensão da Kings League, competição de Fut7 criada pelo ex-jogador espanhol Gerard Piqué, que nasceu do streaming e das redes sociais e rapidamente se tornou um fenômeno global de audiência, engajamento e negócios. No Brasil, ela foi trazida pelo empresário Cris Guedes, que ao lado de Neymar, é presidente da FURIA, clube de esportes e entretenimento e primeiro time vencedor da Kings League Brasil.

Influenciador digital e sócio-fundador da FURIA na Kings League, Cris utiliza suas redes com mais de um milhão de seguidores para reunir comunidade, creator economy e o esporte de alta performance praticado na modalidade. “A Kings League não é apenas um campeonato. É um produto de entretenimento criado a partir da linguagem da internet. Ela conversa com a audiência em tempo real e transforma o torcedor em parte ativa do espetáculo”, afirma o empresário.

Esporte phygital , fãs e investimento

Apesar de nascer para consumo essencialmente online, como um campeonato de e-Sports, a Kings League expandiu para a audiência física, com partidas realizadas em arenas pelo mundo, a exemplo da recente final da Cup Nations 2026, que registrou 40 mil espectadores no estádio Allianz Park, em São Paulo. Já online, a transmissão ao vivo ultrapassou 3 milhões de visualizações simultâneas.

Desde a concepção, com menos tempo de partida, regras de sorte com cartas, dados e o “pênalti do presidente”, a Kings League foi adaptada ao algoritmo, pensada para cortes virais, debates nas redes e participação ativa dos torcedores. “A influência digital não é só sobre alcance, é sobre comunidade. E comunidade gera audiência, que gera contratos e longevidade ao projeto”, comenta Guedes.

Na FURIA, a influência especialmente junto ao público das Gerações Z e Alpha, trouxe o olhar oportuno de grandes marcas de tecnologia e da moda, atuais patrocinadoras do time. “Isso comprova que a audiência digital não substitui a física, ela potencializa. Nossos parceiros entenderam que estar presente nesse ecossistema é conversar diretamente com o futuro do esporte e do entretenimento”.

Em meio a modalidades tradicionais sem renovação de público e fontes de renda, o sucesso da Kings League sinaliza um movimento mais amplo: a validação da creator economy como força estruturante no mercado esportivo. Ao transformar influenciadores em dirigentes e streamers em narradores oficiais, a liga rompe barreiras entre entretenimento, marketing e competição.

O resultado disso é um modelo híbrido que aponta para o futuro do esporte: mais interativo, mais midiático e mais conectado com as novas gerações. “Quando influenciadores assumem o papel de dirigentes e a comunidade participa ativamente das decisões e da narrativa, criamos algo maior do que um campeonato, criamos um ecossistema. Esse formato híbrido, mais interativo, mais midiático e profundamente conectado às novas gerações, não é uma tendência passageira. É o próximo capítulo da indústria esportiva”, finaliza.

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