Visto, passagem e ingressos: quanto custa uma viagem para Orlando em 2026 com o dólar em baixa?
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 27 de fevereiro de 2026
Com a cotação da moeda americana mais favorável, brasileiros conseguem reduzir custos com visto, passagens e ingressos
Visitar os parques de Orlando é um dos destinos mais desejados pelos turistas brasileiros. Com a queda do dólar, esse roteiro ganha um novo fôlego e se torna mais acessível. Entre vistos, passagens aéreas e ingressos para os parques temáticos, a oscilação cambial tem redesenhado os orçamentos e incentivado cada vez mais brasileiros a antecipar o planejamento da viagem dos sonhos ainda para 2026. Mas afinal, quanto custa essa experiência?
Segundo Marco Lisboa, CEO e fundador da 3,2,1 GO!, uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagens completas para os parques de Orlando e outros destinos nacionais e internacionais, os principais itens que pesam no orçamento continuam sendo o visto americano, a passagem aérea de ida e volta e os ingressos para os parques temáticos, que representam uma fatia significativa dos custos totais de uma viagem completa a Orlando em 2026.
“Uma viagem completa para cerca de uma semana em Orlando pode custar, em média, entre R$ 15.000 e R$ 30.000 por pessoa, englobando passagens aéreas, hospedagem, alimentação, transporte e ingressos para os principais parques. Justamente por não ser um roteiro barato, buscar por um agente de viagens especializado é a forma mais estratégica para evitar os perrengues durante a viagem, otimizar gastos, evitar erros no planejamento e aproveitar o câmbio mais favorável, além de garantir acesso a tarifas negociadas, ingressos corretos para cada perfil de viajante e suporte antes e durante o passeio”, explica Lisboa.
O visto americano (B1/B2), obrigatório para turistas brasileiros, segue como um custo fixo no processo de preparação e precisa ser feito com antecedência, entre três e seis meses antes da data planejada. Os valores de passagens aéreas variam de acordo com a cidade de embarque, temporada e antecedência da compra, mas com o dólar mais baixo no câmbio real, muitos itinerários têm custado menos do que em anos anteriores.
“Os meses historicamente mais baratos para ir a Orlando são fevereiro, maio e setembro, quando a demanda cai e é possível encontrar melhores tarifas aéreas e preços mais competitivos de hotéis e ingressos. Já os períodos mais caros costumam ser janeiro, julho e dezembro, além de feriados prolongados, quando a procura cresce e acontece um aumento generalizado nos custos da viagem”, afirma Marco Lisboa, CEO e fundador da 3,2,1 GO!.
Para ingressos, por exemplo, a tendência é que pacotes adquiridos com antecedência e em dólar, convertidos no câmbio mais baixo, resultem em economia relevante para quem planeja essa viagem em 2026. “Os ingressos são precificados em dólar e se você comprar na alta temporada ou quando o câmbio estiver nas alturas, vai pesar muito mais no orçamento. Comprando na baixa, é possível encontrar possibilidades melhores de preços”, completa o CEO da 3, 2, 1 GO!.
Com o turismo internacional aquecido e o otimismo das agências de viagem, a recomendação de especialistas é clara: planejamento antecipado e acompanhamento próximo das cotações cambiais podem reduzir o custo total da viagem em 10 % a 20 % ou mais, dependendo da estratégia de compra.“O brasileiro que agir com planejamento e flexibilidade pode transformar um sonho em Orlando em uma realidade em 2026 e o melhor, gastando menos. Não é apenas sobre o dólar estar em queda, é sobre saber aproveitar cada oportunidade de preço, desde a compra do visto até a emissão de passagens e ingressos”, conclui Marco Lisboa.
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