Múltiplos destinos: como escolher o melhor tipo de visto em 2026?
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 25 de fevereiro de 2026
Planejamento, perfil do viajante e regras migratórias em constante mudança exigem atenção na escolha do visto ideal para estudar, trabalhar, investir ou viajar para fora
Com o aumento do interesse dos brasileiros em estudar, trabalhar, investir ou simplesmente viver experiências no exterior, 2026 começa com um cenário mais complexo quando o assunto é visto. Estados Unidos, Europa, Canadá e Austrália seguem entre os destinos mais procurados, mas as regras migratórias variam não apenas de país para país, como também de acordo com o objetivo da viagem, o perfil do solicitante e o tempo de permanência pretendido.
A escolha equivocada do tipo de categoria pode resultar em atrasos, custos extras e até na negativa do pedido. Por isso, entender as diferenças entre vistos de turismo, estudo, trabalho, investimento e residência se tornou um passo essencial no planejamento internacional.
“O erro mais comum que vemos é a pessoa escolher o visto apenas pelo destino, sem considerar o real objetivo da viagem”, explica Marco Lisboa, CEO da Legale, rede de franquias especializada em assessoria para vistos. “Cada país oferece autorizações específicas e, em muitos casos, o mesmo viajante pode se enquadrar em mais de uma opção. A decisão correta impacta diretamente nas chances de aprovação e no que será permitido fazer no exterior. Por isso, estar assessorado por uma empresa especializada é essencial para fazer a solicitação correta e economizar tempo e dinheiro”, afirma.
Em 2026, alguns fatores ganham ainda mais peso na escolha do visto ideal. Entre eles estão o endurecimento de regras em determinados mercados, a valorização de perfis mais qualificados para vistos de trabalho, a ampliação de programas voltados a estudantes internacionais e investidores, além de exigências crescentes de comprovação financeira e vínculos com o país de origem.
“O visto de estudante, por exemplo, deixou de ser apenas um documento educacional e passou a ser uma porta de entrada estratégica para outros projetos de vida no exterior”, afirma Lisboa. “Em alguns países, ele pode abrir caminho para a categoria de trabalho ou residência, desde que o planejamento seja feito desde o início”, explica o CEO de Legale.
No caso de trabalho e investimento, o cenário é ainda mais técnico. Muitos vistos exigem comprovação de experiência profissional, qualificação acadêmica, aporte financeiro mínimo ou vínculo com empresas locais. “Não existe visto fácil, mas existe o adequado para cada tipo de perfil. Quando o candidato entende onde se encaixa, o processo se torna mais previsível e seguro”, orienta.
Múltiplos destinos
Outro ponto de atenção para 2026 é a escolha de um documento que sirva para outros países. Com viagens internacionais cada vez mais combinadas, como estudar na Europa e depois circular pelo Espaço Schengen, uma área de livre circulação composta por 29 países europeus, ou visitar diferentes cidades em uma única viagem, o tipo de visto precisa contemplar essa mobilidade. “O visto não é um detalhe burocrático. Ele define o que a pessoa pode ou não fazer fora do país. Quando ele é mal escolhido, pode limitar deslocamentos e até gerar problemas na imigração”, alerta Lisboa.
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