Da arquibancada ao feed: como a Kings League está mudando o perfil do empresário do futebol
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 12 de fevereiro de 2026
Fundador e presidente do clube, empresário liderou a conquista do título inédito na primeira Kings League Brasil e prepara a equipe para buscar o bicampeonato
Enquanto o futebol tem décadas de dirigentes experientes e tradicionais, conhecidos como cartolas, as novas modalidades apostam em administrações mais abertas e próximas ao torcedor, a exemplo dos times da Kings League, competição de Fut7 criada pelo ex-jogador espanhol Gerard Piqué, moldada pelo impacto das gerações Z e Alpha, que consomem conteúdo, entretenimento e branding de forma ativa e em comunidades online. Nesse novo cenário, entender comportamento passou a ser uma competência central de carreira, e não mais uma habilidade acessória.
Presidente da Fúria FC, primeiro vencedor da Kings League Brasil, ao lado de Neymar Jr., o empresário Cris Guedes utiliza suas soft skills para acompanhar em tempo real todo o ambiente digital no qual o time está inserido. Para ele, liderar nesse novo formato pede mais do que visão estratégica: exige presença, escuta ativa e leitura constante do público. “Hoje, não dá mais para liderar um time olhando só para números ou resultados. A conversa acontece o tempo todo, principalmente nas redes, e quem não acompanha isso perde relacionamento com sua fanbase. Eles têm algo muito relevante a nos dizer e o engajamento entre torcida e time está diretamente relacionado a ouvi-los”, afirma o executivo.
Na Kings League, comentários, memes, transmissões ao vivo e interações online não são apenas reflexo do jogo, mas parte fundamental da experiência, o que leva clubes a contar com gamers e influencers na presidência. Diante disso, Guedes acredita que se diferencia pela bagagem prévia de carreira nos negócios e habilidades de networking, que proporcionam a ele o meio de campo entre a inovação e a experiência. “Nem tudo é tendência e nem tudo é tradição. O desafio é entender o que faz sentido manter e o que precisa mudar rápido. No fim, não é sobre seguir modas, é sobre entender pessoas, e isso vale tanto para o jogo quanto para o negócio”, pontua.
Em 2026, a Kings League passa por mais uma mudança de regra: a adição do Mercato, que passa a interferir diretamente na contratação de jogadores, exigindo ainda mais dos líderes. “Agora, o presidente assume um papel mais ativo no planejamento do elenco junto à comissão técnica. Cada movimentação exige critério e análise, porque não se trata apenas de contratar, mas de entender o momento, as oportunidades disponíveis e os limites definidos pela liga”, conclui Guedes.
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