AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 22 de janeiro de 2026
A tecnologia já é parte do alto rendimento, mas erros de planejamento, excesso de métricas e falta de capacitação podem transformar inovação em ruído e comprometer resultados.
A tecnologia passou a ocupar espaço central na rotina de atletas, treinadores e gestores. Segundo Luciano Colicchio Fernandes, conhecedor da dinâmica esportiva moderna, o problema não está na falta de ferramentas. Muitas vezes, o erro surge na forma como elas são aplicadas.
Com o avanço acelerado das soluções digitais, cresce também a pressão por modernização. No entanto, aplicar tecnologia sem critério pode gerar mais ruído do que benefício. Leia e saiba mais sobre como decisões mal orientadas afastam a inovação de seu verdadeiro propósito.
Tecnologia nos esportes sem planejamento estratégico
Um dos erros mais recorrentes na tecnologia nos esportes é a ausência de planejamento. De acordo com Luciano Colicchio Fernandes, adotar ferramentas sem um objetivo claro compromete a eficácia do processo. A tecnologia passa a ser usada apenas por tendência.
Sem diagnóstico prévio, dados são coletados sem utilidade prática. Assim, informações se acumulam sem gerar decisões melhores. Ao mesmo tempo, profissionais se sentem sobrecarregados por sistemas que não dialogam entre si. Isso reduz a adesão e enfraquece a cultura tecnológica.
Além disso, a falta de planejamento gera expectativas irreais. Quando resultados rápidos não aparecem, a tecnologia é vista como falha. Na prática, o erro está na forma de implementação, não na ferramenta em si.
Uso excessivo de tecnologia nos esportes sem interpretação humana
Outro erro comum envolve o uso excessivo de tecnologia nos esportes sem interpretação qualificada. Como ressalta Luciano Colicchio Fernandes, números não falam sozinhos. Eles precisam de contexto, leitura e sensibilidade profissional.
Quando decisões são tomadas apenas com base em métricas, o fator humano é negligenciado. Isso afeta a relação entre treinador e atleta. Além disso, ignora variáveis emocionais e circunstanciais que não aparecem nos relatórios.
A tecnologia deve apoiar o processo decisório. Ela não deve substituí-lo. Portanto, equilibrar análise técnica e percepção humana é essencial. Sem esse equilíbrio, a inovação perde sua função estratégica.
Tecnologia nos esportes aplicada sem capacitação da equipe
A falta de capacitação é outro erro crítico na tecnologia nos esportes. Assim como destaca Luciano Colicchio Fernandes, ferramentas avançadas exigem profissionais preparados. Sem treinamento adequado, o potencial tecnológico é desperdiçado.
Muitas equipes investem em sistemas complexos, mas não treinam quem irá utilizá-los. Como consequência, dados são mal interpretados ou ignorados. Isso gera decisões equivocadas e descrédito interno.
Além disso, a resistência à tecnologia aumenta quando não há compreensão. Profissionais passam a ver inovação como imposição. Com capacitação contínua, o cenário muda. A tecnologia deixa de ser obstáculo e passa a ser aliada.
Tecnologia aplicada ignorando a individualidade
Aplicar tecnologia nos esportes de forma padronizada também representa um erro frequente. Luciano Colicchio Fernandes explica que cada atleta responde de maneira diferente aos estímulos. Ignorar isso compromete desempenho e saúde.
Modelos genéricos não consideram histórico, características físicas e contexto pessoal. Assim, dados são interpretados fora da realidade individual. Isso pode levar a cargas inadequadas e aumento do risco de lesão.
A tecnologia oferece recursos para personalização. No entanto, ela precisa ser usada com esse propósito. Quando aplicada de forma rígida, perde seu principal valor, que é adaptar o processo ao indivíduo.
Tecnologia nos esportes sem integração entre diferentes áreas
Outro erro relevante é a falta de integração entre áreas. Luciano Colicchio Fernandes conhece a importância do trabalho multidisciplinar e evidencia que a tecnologia nos esportes deve conectar setores. Quando isso não ocorre, as informações ficam fragmentadas.
A integração tecnológica favorece comunicação e alinhamento. Assim, todos trabalham com a mesma base de informação. Esse alinhamento fortalece a estratégia e melhora o ambiente esportivo.
Em síntese, a tecnologia nos esportes oferece inúmeras possibilidades, mas sua aplicação exige critério e consciência. Erros comuns surgem da pressa, da falta de planejamento e do despreparo. Quando bem integrada, a inovação potencializa o fator humano. Portanto, mais do que adotar tecnologia, é preciso saber como, quando e por que utilizá-la. Só assim ela cumpre seu papel transformador no esporte.
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