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Morre Raul Jungmann, diretor-presidente do IBRAM
Foto: IBRAM / Divulgação

Morre Raul Jungmann, diretor-presidente do IBRAM

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 19 de janeiro de 2026

Pernambucano com mais de cinco décadas de vida pública, Jungmann faleceu em Brasília aos 74 anos e deixa legado marcado pela defesa da democracia, do diálogo e da mineração responsável.

Por Ricardo Lima

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) anunciou, com profundo pesar, a morte de Raul Belens Jungmann Pinto, diretor-presidente da entidade, ocorrida no dia 18 de janeiro de 2026, em Brasília.

Natural de Pernambuco, Raul Jungmann construiu uma trajetória de mais de 50 anos dedicada à vida pública brasileira, reconhecida pela integridade, pelo espírito republicano e pelo compromisso com a democracia, o desenvolvimento sustentável na mineração e o diálogo institucional. Atendendo a um desejo do próprio Jungmann, o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

Ao longo de sua carreira, ocupou cargos de grande relevância nacional. Foi presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), exerceu três mandatos como deputado federal e comandou quatro ministérios: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, passando a liderar uma agenda de modernização do setor mineral, com foco nos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança).

Durante sua gestão, o IBRAM ampliou seu protagonismo institucional e reforçou compromissos com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global. A atuação de Jungmann foi marcada pela busca de consensos e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI.

Para Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público. Ela destaca que, à frente da Diretoria Executiva do Instituto, Jungmann conduziu a entidade por um período decisivo, fortalecendo o IBRAM e beneficiando todo o setor mineral, em uma gestão marcada pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.

Raul Jungmann deixa um legado considerado marcante para o Brasil, para o IBRAM e para a indústria da mineração. Em nota, o Instituto manifestou solidariedade à família, aos amigos e aos colegas, agradecendo a contribuição e a dedicação de Jungmann ao país e à vida pública brasileira.

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