Victor Boris Santos Maciel comenta por que prevenir passivos virou estratégia de sobrevivência
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 16 de janeiro de 2026
Como gestão tributária, compliance e controle interno protegem margem, caixa e reputação em um cenário de alta complexidade fiscal.
Victor Boris Santos Maciel avalia que a prevenção de passivos deixou de ser um tema restrito ao backoffice e passou a ocupar o centro das decisões empresariais. Em um ambiente de custos crescentes e exigências fiscais cada vez mais técnicas, o risco tributário se tornou um fator real de ameaça à continuidade de operações, especialmente quando a empresa cresce sem governança.
O problema é que passivos não surgem do nada. Eles se formam em silêncio, a partir de falhas repetidas, processos desorganizados e decisões tomadas sem diagnóstico. Por isso, prevenir deixou de ser uma medida de prudência. Hoje, é estratégia de sobrevivência.
Victor Boris Santos Maciel e a importância da prevenção de passivos
De acordo com Victor Boris Santos Maciel, tributarista e conselheiro empresarial, o risco tributário não está apenas no valor de um tributo. Ele está na imprevisibilidade. Quando uma empresa perde previsibilidade, ela perde controle de margem, de caixa e de planejamento.
É comum que negócios com bom faturamento convivam com fragilidades internas. Falta padronização em rotinas fiscais. Existem divergências entre financeiro e fiscal. Há inconsistência de cadastros, contratos e classificações. E, com o tempo, essas falhas viram contingências e discussões que drenam energia, tempo e recursos.
A prevenção, nesse cenário, passa a ser uma decisão de gestão. Assim como se cuida de produção, vendas e pessoas, é preciso cuidar do sistema que sustenta a segurança fiscal e empresarial.
Governança corporativa como base de controle e segurança fiscal
Governança corporativa não é burocracia. É método. É o que permite que a empresa tenha regras claras, papéis bem definidos e controle sobre o que acontece no dia a dia. Sem governança, cada área cria sua própria lógica. E isso abre espaço para riscos.
No tema tributário, governança significa ter rotinas consistentes. Significa definir processos de aprovação, validação e auditoria interna. Significa garantir que a operação esteja alinhada com o que é registrado, apurado e pago.
Quando a empresa cresce, esse ponto fica ainda mais sensível. A expansão aumenta o volume de notas, contratos, compras e movimentações. Se a estrutura não acompanha, o risco cresce junto. E o passivo aparece quando o negócio já está pressionado por metas e custos.
O que gera risco tributário na prática
O risco tributário, muitas vezes, não nasce de uma decisão grande. Ele nasce do acúmulo de pequenas falhas. Um cadastro mal classificado. Um contrato sem clareza de operação. Uma rotina de apuração sem validação. Um processo de compra sem critério fiscal.
Além disso, a ausência de compliance tributário cria vulnerabilidade. Compliance não é apenas “seguir regras”. É ter rastreabilidade. É garantir que a empresa consiga demonstrar coerência entre operação, documentação e recolhimento.
Outro ponto é a falta de diagnóstico tributário periódico. Empresas que não revisam rotinas acabam repetindo erros por anos. E, quando descobrem, o impacto pode ser alto, com reflexos diretos na margem e na lucratividade.
Prevenir passivos como estratégia de performance e crescimento sustentável
A prevenção de passivos também tem efeito positivo na performance financeira. Quando a empresa reduz risco, ela melhora previsibilidade de caixa. Quando melhora a previsibilidade, ela planeja melhor. E, quando planeja melhor, cresce com mais segurança.
Isso se conecta diretamente à estratégia empresarial. Negócios sólidos não são apenas os que vendem mais. São os que controlam melhor. São os que tomam decisões com dados. São os que mantêm consistência operacional mesmo em cenários de mudança.
Como especialista em planejamento tributário, Victor Boris Santos Maciel atua com foco em eficiência fiscal, estruturação e fortalecimento de empresas. A lógica é clara: uma gestão tributária bem organizada protege o caixa, sustenta o crescimento e evita que o negócio seja surpreendido por passivos que poderiam ter sido evitados.
No fim, prevenir risco tributário não é um custo. É um investimento em continuidade. É o que permite que a empresa mantenha controle, preserve resultados e avance com segurança em um mercado cada vez mais exigente.
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