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Imóveis, veículos e serviços: sete formas de adquirir bens em 2026 sem juros
Por Imagem de Sevinpetro no Freepik

Imóveis, veículos e serviços: sete formas de adquirir bens em 2026 sem juros

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 13 de janeiro de 2026

Setor de consórcios pode avançar aproximadamente 11% em 2026, segundo estimativas da ABAC

Com o crédito mais restrito e a taxa de juros ainda em alta, o consórcio ganha cada vez mais espaço como alternativa de compra planejada no Brasil. A modalidade deve crescer cerca de 11% em 2026, segundo projeção da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), impulsionada pela busca por previsibilidade financeira e parcelas mais acessíveis, fatores que atraem tanto consumidores quanto empresas.

Para além da ideia de compra planejada, o sistema vem sendo reposicionado como uma ferramenta estratégica e cada vez mais presente nas decisões de consumo e investimento. Cléber Gomes, CEO da Maestria, empresa especializada em consórcio e produtos financeiros, explica que a modalidade passou a atender diferentes perfis e objetivos. “Hoje, o consórcio é um instrumento versátil, que pode ser usado tanto para a compra de imóveis e veículos quanto para a contratação de serviços, sempre com foco em organização financeira e menor custo total”, afirma.

Para quem deseja adquirir bens materiais, serviços ou investir nos negócios em 2026 pagando menos que em um financiamento, confira sete formas de utilizar a modalidade:

1. Compra da casa própria

O consórcio imobiliário tem sido uma alternativa para quem deseja fugir dos juros do financiamento tradicional. Com ele, é possível adquirir imóveis residenciais ou comerciais, novos ou usados. “Para quem quer pagar menos no longo prazo, o consórcio permite planejar a compra do imóvel sem comprometer excessivamente a renda mensal”, afirma o CEO da Maestria.

2. Investimento em imóveis

Além da moradia, o consórcio pode ser usado para compra de imóveis com foco em locação ou revenda. “Muitos investidores utilizam o consórcio como forma de alavancar patrimônio de maneira planejada, sem exposição aos juros altos”, explica.

3. Compra de veículos pesados

Empresas dos setores de logística, agronegócio e transporte têm recorrido ao consórcio para aquisição de caminhões, ônibus e maquinário. “No B2B, o consórcio virou uma estratégia de expansão, pois permite crescer sem que esse empreendedor fique descapitalizado”, diz Cléber Gomes.

4. Aquisição de veículos e frota corporativa

Além de carros novos e seminovos, o consórcio pode ser usado para motos, caminhões e veículos utilitários. “É uma opção muito procurada para trocar de carro sem pagar juros e por empresas que precisam renovar a frota de forma organizada”, destaca o executivo.

5. Reforma e construção

No consórcio imobiliário, o crédito também pode ser utilizado para construção ou reforma, desde que respeitadas as regras definidas pela administradora e pelo grupo. Em geral, é necessário apresentar um projeto aprovado, orçamento detalhado e comprovação de que o imóvel está regularizado. A liberação do valor costuma ocorrer de forma parcial ou por etapas, conforme o andamento da obra, garantindo maior controle sobre o uso dos recursos. “É uma alternativa interessante para quem quer melhorar ou ampliar um imóvel sem recorrer a financiamentos com juros altos, diluindo o custo ao longo do tempo”, afirma Cléber Gomes, CEO da Maestria.

6. Aquisição de serviços

Pouca gente sabe, mas o consórcio também pode ser usado para contratar serviços como viagens, procedimentos estéticos, cursos, equipamentos profissionais ou até cirurgias. “O consórcio de serviços atende quem quer se planejar para um gasto relevante sem recorrer ao crédito alto”, explica.

7. Compra de equipamentos

Equipamentos médicos, industriais ou tecnológicos também entram nessa lista, sendo uma solução muito eficiente para profissionais liberais e empresas que precisam investir, mas preferem manter o caixa saudável.

Para Cléber Gomes, o crescimento do consórcio está diretamente ligado à mudança de comportamento do consumidor. “O brasileiro está aprendendo a planejar mais e consumir melhor. Essa modalidade deixa de ser apenas uma alternativa ao financiamento e passa a ser uma estratégia financeira inteligente, tanto para pessoas físicas quanto para empresas”, conclui.

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