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O impacto das softs skills na gestão moderna e na expansão de redes
Por Freepik

O impacto das softs skills na gestão moderna e na expansão de redes

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 2 de janeiro de 2026

CEO da Ecoville destaca as competências comportamentais que moldam líderes mais preparados, fortalecem equipes e impulsionam o crescimento das empresas

Em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico, competitivo e orientado por dados, as soft skills, habilidades comportamentais e emocionais como comunicação, liderança, empatia e adaptabilidade, se consolidam como um dos principais diferenciais estratégicos para líderes que desejam construir equipes sólidas, marcas fortes e resultados sustentáveis. Cristiano Corrêa, CEO da Ecoville, maior rede de produtos especialista em limpeza, transformou aprendizados práticos em competências essenciais que hoje sustentam a expansão da marca. Para o executivo, investir no desenvolvimento emocional e comportamental das equipes é tão importante quanto treinar processos e estratégias.

À frente da rede há quatro anos, Corrêa destaca três soft skills que considera decisivas para manter o ritmo de crescimento, engajar franqueados e elevar a performance operacional da rede:

  • Comunicação transparente como base de confiança – Um dos primeiros aprendizados na gestão da rede foi entender que comunicação não é sobre “informar”, mas construir confiança. O CEO implantou processos de comunicação direta com franqueados, incluindo canais de retorno rápido e encontros frequentes para alinhamento de expectativas. Segundo ele, ouvir antes de decidir e explicar o “porquê” por trás das diretrizes tornou-se essencial para reduzir ruídos, aumentar o engajamento e fortalecer o senso de pertencimento dentro da rede.
  • Adaptabilidade para tomar decisões – Em mercados voláteis, liderar exige flexibilidade e capacidade de mudanças rápidas. Aprender a ajustar rotas com agilidade, revisar processos, testar novos modelos e responder prontamente ao mercado tornou-se parte da cultura de gestão. Essa flexibilidade ajudou a empresa a crescer mesmo em cenários adversos.
  • Liderança empática para desenvolver pessoas – Com uma rede formada por perfis diversos de franqueados e equipes, o CEO percebeu que resultados sustentáveis dependem mais de compreensão e desenvolvimento humano. A liderança empática, que ele aprimorou ao longo dos anos, passou a orientar decisões estratégicas: desde programas de capacitação contínua até mentorias personalizadas. Essa postura fortaleceu a cultura colaborativa, aumentou a retenção de talentos e contribuiu para a maturidade operacional da rede.
  • Ao transformar aprendizados práticos em habilidades comportamentais sólidas, o CEO demonstra que a evolução de uma rede não depende apenas de processos, tecnologia ou expansão geográfica, mas, sobretudo, de pessoas. Comunicação clara, adaptabilidade e liderança empática se tornaram pilares que sustentam o crescimento da operação e moldam uma cultura mais colaborativa e preparada para os próximos ciclos do franchising. “São essas soft skills que diferenciam gestores que apenas administram de líderes capazes de inspirar, engajar e conduzir a rede para um futuro mais consistente”, finaliza Corrêa.

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