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BRASIL PERDE MEIO TRILHÃO COM ILEGALIDADE EM 15 SETORES
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 3 de março de 2025
PR NEWSWIRE
País atinge recorde histórico em perdas com o comércio ilícito, chegando a R$ 468,3 bilhões
SÃO PAULO, 3 de março de 2025 /PRNewswire/ — Contrabando, falsificação e pirataria avançam em ritmo acelerado. No Dia Nacional de Combate ao Contrabando e Descaminho, 3 de Março, o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) chama a atenção para os impactos da ilegalidade no país.
Só em 2024, as atividades ilícitas em 15 setores da economia causaram prejuízo de R$ 468,3 bilhões, segundo levantamento do FNCP – pioneiro no levantamento, realizado desde 2014. Esse montante inclui as perdas da indústria (R$ 327,8 bilhões) e a evasão fiscal (R$140,4 bilhões) gerada pelo ilícito. O resultado representa um salto de 62% em relação a 2020. O impacto da ilegalidade aumentou quase R$ 200 bilhões nesse período, pressionando ainda mais a indústria nacional e a arrecadação tributária.
“O avanço do mercado ilegal no Brasil é um problema estrutural que precisa ser enfrentado. Em uma década, as perdas mais que quadruplicaram, e o ritmo de crescimento segue acelerado. Estamos falando de um sistema que não apenas drena recursos da economia formal, mas também alimenta o crime organizado e desestabiliza setores inteiros da indústria nacional. Ou seja, se o produto legal fica mais caro, isso vai favorecer o ilícito e o crime organizado”, afirma Edson Vismona, presidente do FNCP.
Prejuízo por setores
O impacto do contrabando e da falsificação atinge de vestuário a combustíveis, passando por eletrônicos e cigarros. Vestuário é o mais impactado, com perdas de R$ 87,3 bilhões. Em seguida, vem o de bebidas alcoólicas (R$ 85,2 bilhões); combustíveis (R$ 29 bilhões) e higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (R$ 21 bilhões). Cigarros (R$ 8,8 bilhões) e celulares (R$ 9,7 bilhões) também compõem a lista.
Produto mais apreendido
O contrabando de cigarros segue como uma das atividades mais rentáveis aos criminosos, apresentando baixo risco e penas leves. Em 2024, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 59 milhões de maços ilegais no país. O item é o mais confiscado pela Receita Federal. Isso indica que, apesar dos esforços de fiscalização, o crime organizado segue dominando esse mercado, oferecendo um produto sem nenhum controle sanitário, enquanto dribla a arrecadação tributária. Apenas em 2024, segundo dados do IPEC, as facções criminosas movimentaram cerca de R$ 9 bilhões com a venda de cigarros ilegais, causando um prejuízo de R$ 7,2 bilhões em evasão fiscal.
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FONTE Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP)
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