Mudanças climáticas, pressão por produtividade e limites ambientais aceleram a corrida por inovação no campo; Syngenta aposta em ciência aplicada ao solo para sustentar crescimento
9 de dezembro de 2025
Líder mundial em inovação agrícola, a Syngenta chega aos 25 anos de atuação de olho no cenário atual, em que tecnologia e adaptação se tornaram inseparáveis.
“Em 25 anos, o mundo mudou, a ciência avançou e a produtividade na agricultura brasileira cresceu mais de 400%”, afirma Carlos Hentschke, presidente da Syngenta Seeds no Brasil. “Nosso propósito sempre foi e será o mesmo: inovar para que os agricultores brasileiros produzam alimento, fibra e energia para o mundo.”
Já André Savino, presidente da Syngenta Proteção de Cultivos no País, ressalta que o compromisso da empresa com a agricultura brasileira é inegociável e que continuarão investindo em ciência e inovação para desenvolver as soluções que o campo precisa e tudo isso com foco em sustentabilidade”.
A criação do Centro de Tecnologia e Engenharia de Produtos da América Latina, em Paulínia (SP), foi um dos marcos recentes da empresa, que, anualmente, investe cerca de US$ 2 bilhões em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).
O local é dedicado a adaptar — em detalhes — tecnologias e substâncias às condições da agricultura tropical, onde temperatura, umidade e pressão de pragas variam intensamente ao longo do ano.
Entre essas inovações está a TYMIRIUM® technology, substância desenvolvida para atuar simultaneamente contra nematoides e doenças de solo. Esses organismos, presentes em praticamente todas as regiões agrícolas, podem reduzir a produtividade de 15% a 25%, sobretudo em cenários de estresse hídrico e maior variabilidade climática.
A tecnologia integra uma frente mais ampla que reúne soluções digitais, químicos de nova geração e insumos biológicos em expansão.
Vale ressaltar que, em 2024, o Syngenta Group consolidou quatro prioridades globais de sustentabilidade: “mais produtividade com menos impacto”; “regenerar o solo e a natureza”; “aumento da prosperidade rural”; e “operações sustentáveis”, estas últimas incluindo diversidade e inclusão.
A agricultura tropical brasileira é vista como central para cumprir essas metas, pela capacidade de produzir em grande escala sem avançar sobre novas áreas.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Syngenta.
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