Criação no pasto: Produtividade natural e os benefícios de sistemas mais próximos da natureza, conforme Joao Estaquio de Almeida Junior
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 12 de janeiro de 2026
Joao Eustaquio de Almeida Junior explica como sistemas a pasto, quando bem manejados, entregam produtividade, reduzem custos e fortalecem a sustentabilidade, sem abrir mão de desempenho e previsibilidade financeira.
A criação no pasto é sinônimo de eficiência biológica, custos sob controle e carne com padrão de mercado. Segundo Joao Eustaquio de Almeida Junior, empresário com três décadas de atuação que iniciou aos 17 anos em Goiás, aproximar o rebanho de seu habitat natural não é retrocesso tecnológico: é estratégia moderna que combina ciência, manejo e disciplina operacional. Ao usar o pasto como plataforma central, o produtor alinha nutrição, bem-estar e sanidade com metas de desempenho.
O resultado é previsibilidade de caixa, margens mais saudáveis e base sólida para crescimento em todos os aspectos. Saiba mais sobre o assunto na leitura abaixo:
Criação no pasto e eficiência produtiva: quando a natureza acelera resultados
De acordo com Joao Eustaquio de Almeida Junior, sistemas de criação a pasto entregam ganho médio diário competitivo quando apoiados por planejamento forrageiro, rotacionamento e mineralização estratégica. O capim certo, na altura correta e no momento exato, reduz suplementação cara e encurta o ciclo de engorda. A leitura frequente de oferta de forragem, combinada ao ajuste dinâmico de lotação, evita sobrepastejo, mantém alta taxa de rebrota e preserva o vigor do pasto ao longo do ano.
No curral, o manejo racional completa o pacote. Currais bem projetados, sombra, acesso permanente a água limpa e baixo estresse na condução elevam consumo voluntário e melhoram conversão de pasto em carcaça. A padronização de protocolos sanitários diminui ocorrência de doenças e reduz uso de antibióticos, aspecto cada vez mais valorizado por frigoríficos e redes varejistas. Ao medir regularmente peso e escore corporal, o gestor toma decisões rápidas sobre apartação, suplementação e abate, conectando biologia e finanças.
Solo vivo, água preservada, marca fortalecida
Conforme apresenta Joao Eustaquio de Almeida Junior, criação no pasto é motor de sustentabilidade quando orientada por métricas. A Integração Lavoura-Pecuária (ILP) recompõe matéria orgânica, aumenta infiltração de água e reduz compactação, elevando a resiliência do sistema em estiagens. A recuperação de áreas degradadas com adubação de manutenção e correção de solo amplia a capacidade de suporte por hectare, evitando a expansão desordenada.
Os benefícios ambientais revertem em valor econômico. Rastreamento de lotes, registros de manejo e relatórios de indicadores permitem atender exigências de importadores e acessar prêmios por origem responsável. Em mercados sensíveis, a comprovação de bem-estar animal e menor pegada ambiental diferencia o produto, abre contratos de médio prazo e reduz a volatilidade típica da atividade. A marca do produtor passa a carregar atributos de confiança e previsibilidade, fatores decisivos para negociar volumes e prazos.
Custos sob controle, receita com previsibilidade
Na visão de Joao Eustaquio de Almeida Junior, a vantagem competitiva do pasto se completa quando a operação conversa com o mercado. Custos diretos menores combinam-se a um calendário comercial ancorado em janelas de oferta e demanda regionais. O produtor que mede custo por arroba e rendimento de carcaça por categoria consegue travar preços, aderir a programas de qualidade e escalar vendas com previsibilidade.
A profissionalização da rotina garante consistência. Planos nutricionais por estação, metas de ganho por fase e ritos semanais de acompanhamento transformam indicadores em ação. Quando necessário, suplementações proteicas-energéticas entram como ferramenta tática, sem descaracterizar a base a pasto. Em propriedades multirregionais, a padronização de protocolos permite replicar o que funciona, encerrar o que não gera valor e proteger a margem em ciclos adversos.
Em resumo, para Joao Eustaquio de Almeida Junior, criação no pasto é produtividade natural com gestão de alto nível. Ao priorizar solo vivo, água preservada e bem-estar, o produtor reduz custos, melhora indicadores zootécnicos e conquista acesso a mercados que pagam por qualidade e responsabilidade. A combinação de manejo forrageiro, sanidade preventiva e disciplina comercial transforma o campo em plataforma de margens sustentáveis.
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