Entre os cuidados necessários, investidores precisam avaliar de forma criteriosa as corretoras
14 de janeiro de 2026
No Brasil, a quantidade de poupadores na renda fixa cresceu 18% no terceiro trimestre de 2025, na comparação com igual período do ano anterior, saltando de 86,1 milhões para 101,4 milhões de CPFs registrados.
É o que mostram os dados divulgados pela B3, que também apresentam uma alta de 3% na renda variável, na mesma comparação, subindo de 5,2 milhões para 5,4 milhões de CPFs registrados.
Isso reforça que o maior acesso à informação fez com que o brasileiro se aproximasse do mundo dos investimentos.
Também houve crescimento do interesse por investimentos internacionais, incluindo a negociação de moedas no mercado de câmbio, conhecida como forex.
“Cada mercado possui dinâmicas próprias. O mercado de ações costuma estar ligado a objetivos de longo prazo, enquanto o forex concentra oscilações frequentes, o que exige acompanhamento constante das variações de preço”, destaca Justin Grossbard, especialista em mercado cambial e fundador da CompareForexBrokers.
A necessidade do intermédio de uma corretora para a realização das transações desejadas é um dos pontos em comum entre as ações e o forex. Tal situação acrescenta um ingrediente a mais para a análise dos investidores.
Critérios como taxas, estabilidade e praticidade da plataforma e reputação da empresa estão entre os dados que devem ser avaliados em conjunto com as características e condições apresentadas para cada pessoa. Afinal, é importante ressaltar que a decisão é particular e individual.
No caso da negociação de moedas no mercado de câmbio, vale lembrar que as transações ocorrem com o intermédio de corretoras estrangeiras. Dessa forma, alguns cuidados extras são necessários.
Para Grossbard, o fator mais importante é verificar se a corretora é regulada e possui boa reputação. “Uma corretora regulada costuma oferecer proteção contra saldo negativo, evitando que o investidor perca mais do que o valor depositado. Já corretoras não reguladas podem não oferecer essa proteção”, explica.
Além disso, o especialista recomenda analisar as taxas cobradas e as plataformas de negociação oferecidas. “Depois disso, entram em consideração os mercados disponíveis para negociação, as condições operacionais e o nível de atendimento ao cliente.”
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Compare Forex Brokers.
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