Por meio de linhas de crédito, garantias e novos instrumentos financeiros, Banco da Amazônia fomenta negócios que preservam e regeneram o bioma
20 de novembro de 2025
Após a Amazônia ter sido tratada como patrimônio natural baseado na extração por décadas, ela começa a ser reconhecida como um ativo econômico estratégico.
Isso porque o extrativismo passou a ganhar valor agregado, e a biodiversidade, do carbono armazenado e dos saberes tradicionais, virou finanças sustentáveis.
Como reflexo desse novo paradigma, a bioeconomia movimenta bilhões de reais em produtos, serviços e tecnologias que têm origem na floresta.
“A floresta em pé tem valor econômico, social e ambiental. O papel do crédito é transformar esse valor em oportunidade real para quem vive na Amazônia”, afirma Luiz Lessa, presidente do Banco da Amazônia.
Instrumentos criados pelo banco transformam preservação em prosperidade, fazendo com que a floresta em pé seja uma verdadeira moeda do futuro.
Por meio de linhas de crédito, garantias e novos instrumentos financeiros, o banco fomenta negócios que preservam e regeneram o bioma, transformando o capital em ferramenta de impacto positivo.
Três mecanismos financeiros, alinhados às melhores práticas internacionais, fazem parte das ações do banco para transformar o potencial da Amazônia em resultado.
CPR Verde (Cédula de Produto Rural Verde) – instrumento que remunera produtores que adotam práticas sustentáveis, como reflorestamento, agrofloresta e manejo de baixo carbono.
Amazon Bond (título verde em estudo) – captação de recursos internacionais para financiar projetos de bioeconomia, energia limpa e infraestrutura verde na região.
Linhas de crédito para bioinovação – financiamento de startups e empreendimentos de base florestal, com foco em biocosméticos, alimentos funcionais e insumos de origem natural.
Esses instrumentos formam o que o banco chama de “ecossistema de finanças sustentáveis da Amazônia” – um conjunto de soluções que conectam investidores, produtores e comunidades, criando um círculo de desenvolvimento.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Banco da Amazônia.
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