Iniciativa se apoia em soluções baseadas na natureza para proteger recursos hídricos
6 de janeiro de 2026
Idealizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, o Movimento Viva Água já apresenta resultados concretos em segurança hídrica e soluções baseadas na natureza (SBN) no Paraná e Rio de Janeiro e, agora, começa a se espraiar por outras regiões do País.
A iniciativa se apoia em mais de duas décadas de atuação na agenda da água, iniciada com o Projeto Oásis há 15 anos, um sistema pioneiro de pagamento por serviços ambientais (PSA) voltado à conservação hídrica.
A expansão aconteceu, em 2021, para a Região Hidrográfica da Baía de Guanabara (RJ) e, nos últimos meses, para regiões críticas em São Paulo (Sistema Cantareira) e na Bahia (bacias dos Rios Joanes e Jacuípe), de onde vem boa parte da água que abastece Salvador.
Em 2026, esse processo continua. A Fundação Grupo Boticário já mapeou bacias brasileiras sob maior risco hídrico, por isso, o Viva Água deve chegar a mais dois Estados, sempre com foco em regiões metropolitanas.
O Água Viva nasceu em 2019 e foi criado, inicialmente, na Bacia do Rio Miringuava, em São José dos Pinhais (PR) — região onde está a primeira fábrica do Grupo Boticário.
O modelo parte de um processo colaborativo: agricultores, órgãos públicos, universidades, empresas e organizações locais constroem, juntos, uma visão comum para 2030, definindo prioridades e soluções estruturantes.
“A partir dessas diretrizes, são desenvolvidos protótipos de projetos focados em agricultura sustentável, restauração florestal, turismo regenerativo e outras ações capazes de fortalecer a segurança hídrica regional”, afirma Guilherme Karam, gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário.
Os projetos são analisados e financiados por um fundo filantrópico do movimento, que conta com aportes da fundação e de parceiros privados.
“Os resultados já aparecem. No Paraná, o Viva Água apoia a conversão de áreas produtivas convencionais para áreas que adotam práticas agrícolas sustentáveis, impulsiona empreendedores rurais e avança na restauração de áreas estratégicas — já são cerca de 90 hectares recuperados na Mata Atlântica”, diz Karam.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Fundação Grupo Boticário.
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