{"id":97400,"date":"2024-07-18T16:12:00","date_gmt":"2024-07-18T19:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/especialista-em-autoconhecimento-fala-como-lidar-com-traumas\/"},"modified":"2024-07-18T16:12:00","modified_gmt":"2024-07-18T19:12:00","slug":"especialista-em-autoconhecimento-fala-como-lidar-com-traumas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/especialista-em-autoconhecimento-fala-como-lidar-com-traumas\/","title":{"rendered":"Especialista em autoconhecimento fala como lidar com traumas"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 18 jul, 2024) &#8211;<br \/>\nSuperar um trauma &eacute; um processo individual e complexo que exige tempo, paci&ecirc;ncia e esfor&ccedil;o.&nbsp;Segundo Superar um trauma &eacute; um processo individual e complexo que exige tempo, paci&ecirc;ncia e esfor&ccedil;o. A Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de Infantil, realizada pela <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/mchb.hrsa.gov\/sites\/default\/files\/mchb\/about-us\/nsch-data-brief.pdf'>HRSA Maternal Child Health<\/a> revelou que uma em cada tr&ecirc;s crian&ccedil;as ter&aacute; pela menos uma experi&ecirc;ncia estressante ou traum&aacute;tica na inf&acirc;ncia, incluindo experi&ecirc;ncias como o div&oacute;rcio dos pais ou ter um membro da fam&iacute;lia envolvido com problemas relacionados a drogas ou &aacute;lcool. Esse resqu&iacute;cio, em muitas vezes se estende para a vida adulta.<\/p>\n<p>N&atilde;o existe uma f&oacute;rmula m&aacute;gica ou um caminho &uacute;nico para a cura, no entanto alguns recursos podem ajudar a passar por essa fase e seguir em frente, o autoconhecimento &eacute; um deles.&nbsp;<strong>Helo&iacute;sa Capelas<\/strong>, uma das maiores especialistas em autoconhecimento do pa&iacute;s, reflete mais sobre a melhor forma de seguir&nbsp; adiante depois de uma situa&ccedil;&atilde;o traum&aacute;tica.<\/p>\n<p><strong>Como o autoconhecimento colabora para lidar com os traumas?<\/strong><\/p>\n<p>O autoconhecimento colabora em todas as &aacute;reas da nossa vida, inclusive com rela&ccedil;&atilde;o aos traumas, porque ele nos traz uma melhora na autoestima, seguran&ccedil;a para viver, autoamor e isso faz com que a gente consiga ampliar a resili&ecirc;ncia, aceita&ccedil;&atilde;o dos acontecimentos, das intemp&eacute;ries, dos acidentes, das dores, das trag&eacute;dias que acontecem em nossas vidas.<\/p>\n<p><strong>Qual &eacute; a melhor forma de lidar com eles?<\/strong><\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong>Com o autoconhecimento n&oacute;s descobrimos que temos todos os recursos para superar qualquer tipo de dificuldade, com seguran&ccedil;a, determina&ccedil;&atilde;o e principalmente com muita compaix&atilde;o por si mesma, que n&atilde;o tem nada a ver em entrar no papel de v&iacute;tima e sim de protagonista.<\/p>\n<p>&Eacute; preciso viver o luto, chorar e sentir aquela dor e depois, com muito amor por si mesmo, respirar e pensar: O que eu fa&ccedil;o com isso? Quais ferramentas internas tenho que acessar para depois de vivenciar a dor, conseguir retomar e me reerguer? A partir da&iacute; vem um movimento de reconstru&ccedil;&atilde;o. O autoconhecimento &eacute; extremamente poderoso, porque n&oacute;s seres humanos somos poderosos e se reconhecermos e conhecermos essa fortaleza, conseguiremos passar pelos traumas e super&aacute;-los.<\/p>\n<p><strong>Existe algum tipo de trauma que seja mais dif&iacute;cil de ser tratado? Nesses casos mais complexos, como lidar?<\/strong><\/p>\n<p>Existem traumas que s&atilde;o muito mais complexos e destruidores, n&atilde;o s&oacute; a morte de um ente querido que, segundo os estudiosos, &eacute; uma das piores dores do ser humano, mas a perda de bens materiais e outras situa&ccedil;&otilde;es em que s&oacute; as pessoas envolvidas s&atilde;o capazes de relatar como isso as impacta.&nbsp;<\/p>\n<p>S&atilde;o variantes de dores que n&atilde;o tem como dimensionar, s&oacute; consegue entender quem passou por ela. &Eacute; preciso muita resili&ecirc;ncia e firmeza na hora de curar esse trauma. Mas, em todos os casos, remedi&aacute;-la &eacute; poss&iacute;vel com muito amor. O perd&atilde;o &eacute; fundamental nesse contexto. Exercit&aacute;-lo para pessoas e acontecimentos &eacute; uma miss&atilde;o que devemos assumir para abandonar aquilo que aconteceu e seguir em frente.<\/p>\n<p><strong>No caso do RS, como as pessoas podem lidar com aquele tipo de trauma?&nbsp; Quais marcas ficam em uma situa&ccedil;&atilde;o como essa e como super&aacute;-las?<\/strong><\/p>\n<p>Quem passa por um trauma, vai carregar para sempre cicatrizes que podem ser ps&iacute;quicas, f&iacute;sicas ou ambas. No entanto, &eacute; preciso seguir em frente e isso pode ser feito de diversas maneiras e, sem d&uacute;vida, o autoconhecimento &eacute; uma delas j&aacute; que possibilita que encontremos em n&oacute;s mesmos uma for&ccedil;a incrivelmente potente para nos manter de p&eacute; nas adversidades. O perd&atilde;o &eacute; um passo importante que as pessoas traumatizadas precisam dar; pois anula a necessidade de encontrar culpados, de fazer vingan&ccedil;a ou de se entregar ao grande abatimento que essas situa&ccedil;&otilde;es trazem. Essa intelig&ecirc;ncia emocional nos d&aacute; a oportunidade de acolhermos nossa dor que &eacute; leg&iacute;tima, mas nos prepara para darmos passos adiante da melhor forma que conseguirmos; dando o nosso melhor. Estar com pessoas que amamos, fazendo coisas que gostamos; tudo que nos d&ecirc; pequenos prazeres e que nos fa&ccedil;a sentir acolhidos precisa ser prioridade nesse momento dif&iacute;cil e sem autoconhecimento, muitas vezes, nos fechamos para tudo isso, prorrogando a intensidade da nossa dor.<\/p>\n<p><strong>Como ser feliz depois de um grande trauma?<\/strong><\/p>\n<p>N&oacute;s somos seres relacionais, sendo assim &eacute; imposs&iacute;vel passar por traumas sozinho. Quanto mais nos relacionarmos, mais r&aacute;pido sa&iacute;mos do trauma. Essas conex&otilde;es s&atilde;o extremamente importantes, o apoio social &eacute; fundamental para essa recupera&ccedil;&atilde;o. Vale ressaltar que durante esse processo de cura, o autocuidado e a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental tamb&eacute;m devem ser vistos com bastante aten&ccedil;&atilde;o. Vale buscar a ajuda de um profissional qualificado que possa fornecer as ferramentas e o apoio necess&aacute;rios para processar seu trauma e desenvolver mecanismos de enfrentamento saud&aacute;veis. A felicidade &eacute; um caminho que precisar&aacute; ser percorrido dia ap&oacute;s dia; com escolhas di&aacute;rias e individuais e com uma tomada de decis&atilde;o de que &eacute; preciso seguir. Um dia, uma m&atilde;e me contou que n&atilde;o gostava quando as pessoas diziam que ela tinha perdido o seu filho, pois apesar da dist&acirc;ncia f&iacute;sica, ela n&atilde;o o perdeu, ela o encontra todos os dias em seu cora&ccedil;&atilde;o, em sua mem&oacute;ria e em seus melhores momentos. Dizia ela que em vez de ter perdido, ela tinha ganhado, recebido a oportunidade de viver aqueles anos com ele. &Eacute; uma forma de retrabalhar a engenharia dos nossos pensamentos, sentimentos e a&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><strong>Como identificar que &eacute; a hora de procurar um profissional?<\/strong><\/p>\n<p>Voc&ecirc; sabe quando &eacute; a hora de procurar ajuda de um profissional quando o seu n&iacute;vel de insatisfa&ccedil;&atilde;o &eacute; maior do que o de satisfa&ccedil;&atilde;o na vida. Quando voc&ecirc; tem uma tristeza, um aborrecimento e uma chatea&ccedil;&atilde;o que perdura e que n&atilde;o h&aacute; evolu&ccedil;&atilde;o ou perspectivas. Precisamos compreender que o autoconhecimento &eacute; um caminho que traz in&uacute;meras respostas. Mas vale lembrar que muitas vezes no caso de um dist&uacute;rbio mais grave como uma depress&atilde;o, por exemplo, a a&ccedil;&atilde;o de profissionais como psiquiatras, psic&oacute;logos e terapeutas s&atilde;o fundamentais. N&atilde;o devemos negligenciar a n&oacute;s mesmos nunca.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='http:\/\/www.encasocomunicacao.com.br' rel=\"follow noopener\">http:\/\/www.encasocomunicacao.com.br<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/305612' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"(DINO &#8211; 18 jul, 2024) &#8211;\nSuperar um trauma &eacute; um processo individual e complexo que exige tempo, paci&ecirc;ncia e esfor&ccedil;o.&nbsp;Segundo Superar um trauma &eacute; um","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-97400","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97400","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97400"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97400\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97400"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97400"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97400"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}