{"id":97022,"date":"2024-07-11T17:22:00","date_gmt":"2024-07-11T20:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/imprudencia-e-a-maior-causa-de-acidentes-com-elevadores\/"},"modified":"2024-07-11T17:22:00","modified_gmt":"2024-07-11T20:22:00","slug":"imprudencia-e-a-maior-causa-de-acidentes-com-elevadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/imprudencia-e-a-maior-causa-de-acidentes-com-elevadores\/","title":{"rendered":"Imprud\u00eancia \u00e9 a maior causa de acidentes com elevadores"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 11 jul, 2024) &#8211;<br \/>\nAcidentes com elevadores noticiados nos &uacute;ltimos dias t&ecirc;m levantado a quest&atilde;o da seguran&ccedil;a desses equipamentos e a responsabilidade de condom&iacute;nios prediais em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m, atitudes imprudentes, muitas vezes causadas por pressa, impaci&ecirc;ncia e desaten&ccedil;&atilde;o, tendem a ser as principais causas de acidentes graves.<\/p>\n<p>Isso, no entanto, n&atilde;o tira o peso e a import&acirc;ncia das manuten&ccedil;&otilde;es regulares, que devem ser executadas por profissionais qualificados e obedecer &agrave;s normas de seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p>Quem refor&ccedil;a isso &eacute; o engenheiro Sergio Castanheira, Gerente de Produ&ccedil;&atilde;o da Acro Cabos. O especialista explica que, estatisticamente, elevadores s&atilde;o o meio de transporte mais seguro que existe, apesar de ser tamb&eacute;m um dos que mais causa receio nas pessoas.<\/p>\n<p>&#8216;&Eacute; at&eacute; natural e compreens&iacute;vel o amedrontamento que este equipamento provoca, j&aacute; que usar um elevador mexe com duas fobias muito comuns: a acrofobia, que &eacute; o medo de altura; e a claustrofobia, que &eacute; o medo de lugares fechados&#8217;, explica Castanheira.<\/p>\n<p><strong>Queda improv&aacute;vel<\/strong><\/p>\n<p>Embora o imagin&aacute;rio popular em rela&ccedil;&atilde;o a acidentes com elevadores tenha como principal cen&aacute;rio o rompimento de cabos e a queda da cabine, o especialista afirma que este &eacute; o tipo de acidente mais raro que existe. Isso porque a mec&acirc;nica de funcionamento e os dispositivos de seguran&ccedil;a que existem hoje tornam improv&aacute;vel uma queda sem freios. Al&eacute;m disso, por funcionar com um sistema de contrapesos, uma falha no maquin&aacute;rio de tra&ccedil;&atilde;o tenderia a fazer o elevador subir em vez de cair.<\/p>\n<p>A maioria dos acidentes, na verdade, est&atilde;o relacionados &agrave; imprud&ecirc;ncia na utiliza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos, algumas vezes combinada com uma falha tempor&aacute;ria. No caso das chamadas portas batentes &ndash; que precisam ser puxadas manualmente por quem vai entrar &ndash; &eacute; comum as pessoas puxarem a porta como forma de saber se a cabine est&aacute; no andar ou mesmo antes do destravamento durante a abertura da porta interna. Acontece que isso tende a desgastar e, com o tempo, at&eacute; mesmo quebrar essa trava, o que pode ocasionar uma queda no po&ccedil;o de algu&eacute;m desatento.<\/p>\n<p>Outros acidentes comuns causados por imprud&ecirc;ncia e desaten&ccedil;&atilde;o est&atilde;o relacionados a pessoas com membros presos na porta, trope&ccedil;os quando o elevador para desnivelado do pavimento, pessoas sem treinamento tentando resgatar pessoas presas antes da chegada dos bombeiros.<\/p>\n<p>H&aacute; ainda o exemplo de crian&ccedil;as que ficam pulando dentro do elevador e muitas vezes isso provoca a sua paraliza&ccedil;&atilde;o. O motivo &eacute; que, por seguran&ccedil;a, o assoalho foi projetado para sofrer uma leve deforma&ccedil;&atilde;o em caso de excesso de peso e quando isso acontece h&aacute; o contato com um dispositivo que paralisa o elevador como forma de prevenir acidentes.<\/p>\n<p><strong>Manuten&ccedil;&atilde;o deve ser mensal<\/strong><\/p>\n<p>A manuten&ccedil;&atilde;o regular, contudo, continua sendo o principal fator de seguran&ccedil;a para elevadores. Este &eacute; um procedimento que precisa ser feito mensalmente e que, quando bem executado, garante o funcionamento do equipamento sem qualquer risco. Para isso, &eacute; necess&aacute;rio que a gest&atilde;o do pr&eacute;dio siga as instru&ccedil;&otilde;es do t&eacute;cnico e fa&ccedil;a as substitui&ccedil;&otilde;es de pe&ccedil;as quando necess&aacute;rias.<\/p>\n<p>Quanto ao rompimento de cabos, o especialista esclarece que isso &eacute; extremamente raro. Primeiro, porque elevadores s&atilde;o suspensos por um conjunto de cabos e n&atilde;o por apenas um; segundo, porque a capacidade desses cabos &eacute; sempre muitas vezes superior &agrave; carga m&aacute;xima de opera&ccedil;&atilde;o. Por fim, uma parte da manuten&ccedil;&atilde;o &eacute; a inspe&ccedil;&atilde;o regular de todo o conjunto de cabos de a&ccedil;o e das polias que os movimentam. &Eacute; uma avalia&ccedil;&atilde;o minuciosa de toda a extens&atilde;o do material, verificando o estado de conserva&ccedil;&atilde;o, deformidades e desgastes.<\/p>\n<p>&#8216;Para se ter uma ideia, o cabo de a&ccedil;o mais usual em elevadores comuns de at&eacute; cinco pessoas tem cerca de 10 mil&iacute;metros, o que d&aacute; uma resist&ecirc;ncia de mais de quatro toneladas. Elevadores utilizam, no m&iacute;nimo, um conjunto de tr&ecirc;s cabos, o que d&aacute; uma capacidade muito superior a 12 toneladas, sendo que a cabine, com toda sua estrutura interna, dificilmente ultrapassa 2,5 toneladas&#8217;, ilustra o engenheiro.<\/p>\n<p>Al&eacute;m da seguran&ccedil;a proporcionada pelos cabos, a queda da cabine tamb&eacute;m &eacute; improv&aacute;vel por causa de um sistema de seguran&ccedil;a que foi inventado em 1850 por Elisha Graves Otis e representou um marco na evolu&ccedil;&atilde;o desse equipamento. Trata-se do regulador de velocidade associado a um sistema de cunhas projetado para impedir a queda da cabine. No entanto, como o mecanismo atua para uma redu&ccedil;&atilde;o de velocidade suave, se uma eventual descida acelerada ocorrer perto do fundo do po&ccedil;o, pode n&atilde;o haver tempo para uma desacelera&ccedil;&atilde;o total e gradual. &Eacute; por isso que h&aacute; um sistema de amortecimento de impacto na base do po&ccedil;o.<\/p>\n<p>&ldquo;Como nenhum sistema no mundo &eacute; 100% &agrave; prova de falhas, cabos podem se romper e freios podem falhar. No entanto, este &eacute; o cen&aacute;rio menos prov&aacute;vel de todos, porque elevadores s&atilde;o desenhados com m&uacute;ltiplos recursos de seguran&ccedil;a. O uso prudente e a aten&ccedil;&atilde;o diante de eventuais falhas, al&eacute;m das manuten&ccedil;&otilde;es regulares, s&atilde;o a melhor garantia de que seguir&atilde;o sendo o meio de transporte mais seguro do mundo&rdquo;, finaliza Castanheira.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.acrocabo.com.br\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.acrocabo.com.br\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/305302' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"S\u00e3o Paulo&#8211;(DINO &#8211; 11 jul, 2024) &#8211;\nAcidentes com elevadores noticiados nos &uacute;ltimos dias t&ecirc;m levantado a quest&atilde;o da seguran&ccedil;a desses equipamentos e a res","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-97022","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97022","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=97022"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/97022\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=97022"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=97022"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=97022"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}