{"id":96712,"date":"2024-07-03T12:43:00","date_gmt":"2024-07-03T15:43:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/servicos-funerarios-vao-alem-do-velorio-e-enterro\/"},"modified":"2024-07-03T12:43:00","modified_gmt":"2024-07-03T15:43:00","slug":"servicos-funerarios-vao-alem-do-velorio-e-enterro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/servicos-funerarios-vao-alem-do-velorio-e-enterro\/","title":{"rendered":"Servi\u00e7os funer\u00e1rios v\u00e3o al\u00e9m do vel\u00f3rio e enterro"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 03 jul, 2024) &#8211;<br \/>\nComo diz o clich&ecirc;, a &uacute;nica certeza que se tem na vida &eacute; a morte.Se por um lado, esse &eacute; um tema que costuma deixar muitas pessoas tristes, por outro, tamb&eacute;m desperta curiosidade. Principalmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s empresas e trabalhadores do ramo funer&aacute;rio, que convivem com o luto de seus clientes.<\/p>\n<p>Segundo dados do <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.infomoney.com.br\/negocios\/mercado-bilionario-e-consolidacao-o-avanco-do-death-care-no-brasil\/'>Sindicato dos Cemit&eacute;rios e Cremat&oacute;rios Particulares do Brasil (Sincep) em pesquisa realizada pela Zurik Advisors<\/a> e divulgados pela InfoMoney, o setor funer&aacute;rio movimenta cerca de R$ 13 bilh&otilde;es por ano. Contudo, o valor gerado pelo mercado n&atilde;o &eacute; a coisa mais curiosa sobre o setor. Nem todo mundo sabe, por exemplo, que as funer&aacute;rias s&atilde;o institui&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas em todo o mundo.<\/p>\n<p><strong>Os funerais atrav&eacute;s do tempo<\/strong><\/p>\n<p>Os servi&ccedil;os funer&aacute;rios sempre estiveram presentes na hist&oacute;ria da humanidade. &ldquo;Desde os tempos antigos, essas casas desempenharam papeis fundamentais, na prepara&ccedil;&atilde;o e honra aos falecidos&rdquo;, explica Vin&iacute;cius Chaves de Mello, CEO do Grupo Riopae, empresa ligada ao ramo funer&aacute;rio.<\/p>\n<p>Um dos exemplos mais populares &eacute; o Egito Antigo. Parte importante para a cultura e a cren&ccedil;a religiosa da &eacute;poca, as funer&aacute;rias cuidavam do processo de mumifica&ccedil;&atilde;o, sendo respons&aacute;veis por deixar o corpo pronto para a vida ap&oacute;s a morte.&nbsp;<\/p>\n<p>Na Europa medieval, tamb&eacute;m existiam locais chamados de &ldquo;casas da morte&rdquo;. Geralmente, ficavam pr&oacute;ximas a igrejas e eram respons&aacute;veis por deixar o corpo pronto para a visita&ccedil;&atilde;o, de forma similar ao trabalho que as funer&aacute;rias realizam hoje.<\/p>\n<p>Mesmo em pa&iacute;ses em que os servi&ccedil;os funer&aacute;rios s&atilde;o recentes, como os Estados Unidos, sempre houve grupos respons&aacute;veis pela prepara&ccedil;&atilde;o dos mortos. E, juntamente com a sociedade, as funer&aacute;rias evolu&iacute;ram segundo as mudan&ccedil;as culturais ao longo dos anos.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Por mais que as pr&aacute;ticas possam ter mudado ao longo do tempo, a ess&ecirc;ncia das funer&aacute;rias como guardi&atilde;s do respeito e dignidade para os falecidos permaneceu constante&rdquo;, aponta Mello.<\/p>\n<p><strong>Os agentes funer&aacute;rios de Jesus Cristo<\/strong><\/p>\n<p>Os servi&ccedil;os funer&aacute;rios est&atilde;o descritos at&eacute; na B&iacute;blia. Exemplo disso &eacute; a hist&oacute;ria de Jos&eacute; de Arimateia, envolta em lendas medievais e tamb&eacute;m entrela&ccedil;ada &agrave; religi&atilde;o crist&atilde;. &ldquo;Segundo as tradi&ccedil;&otilde;es, ele foi tio-av&ocirc; de Jesus, tornando-se o seu tutor ap&oacute;s a morte prematura de S&atilde;o Jos&eacute;, esposo de Maria&rdquo;, conta o CEO do Grupo Riopae.<\/p>\n<p>Segundo o Novo Testamento, Jos&eacute; de Arimateia conseguiu a permiss&atilde;o de P&ocirc;ncio Pilatos para enterrar o corpo de Cristo em um t&uacute;mulo onde hoje fica a Bas&iacute;lica do Santo Sepulcro. &ldquo;Com a assist&ecirc;ncia de Nicodemos, [ele] preparou o corpo com panos de linho e o sepultou, com uma grande pedra &agrave; entrada, em um gesto que o tornou s&iacute;mbolo de devo&ccedil;&atilde;o e cuidado p&oacute;stumo na tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica&rdquo;, aponta Mello.<\/p>\n<p><strong>Funer&aacute;rias s&atilde;o mais do que vel&oacute;rios e enterros<\/strong><\/p>\n<p>Muitos acham que o trabalho da funer&aacute;ria se resume em preparar o vel&oacute;rio e, em seguida, realizar o enterro. Mas os servi&ccedil;os funer&aacute;rios s&atilde;o bem mais abrangentes. Desde orientar os detalhes do planejamento da cerim&ocirc;nia a prestar assist&ecirc;ncia com tr&acirc;mites burocr&aacute;ticos, os profissionais est&atilde;o l&aacute; para ajudar.<\/p>\n<p>&ldquo;Al&eacute;m disso, as funer&aacute;rias tamb&eacute;m desempenham um papel essencial na personaliza&ccedil;&atilde;o das cerim&ocirc;nias de despedida. Cada fam&iacute;lia tem as suas pr&oacute;prias tradi&ccedil;&otilde;es e desejos espec&iacute;ficos, e os diretores funer&aacute;rios est&atilde;o capacitados para ajudar a criar servi&ccedil;os que reflitam a vida e os valores do falecido&rdquo;, enfatiza.<\/p>\n<p>Outro aspecto pouco conhecido &eacute; o de apoio aos enlutados. Com frequ&ecirc;ncia os profissionais destas empresas prestam suporte emocional a eles, fornecendo recursos e orienta&ccedil;&atilde;o para que possam lidar com a perda.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Em resumo, as funer&aacute;rias s&atilde;o mais do que locais de rituais funer&aacute;rios: s&atilde;o pilares de apoio comunit&aacute;rio, que oferecem conforto, orienta&ccedil;&atilde;o e servi&ccedil;os essenciais para ajudar as fam&iacute;lias a enfrentarem um dos momentos mais dif&iacute;ceis da vida&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>As funer&aacute;rias foram essenciais para a populariza&ccedil;&atilde;o do embalsamamento<\/strong><\/p>\n<p>A pr&aacute;tica de preserva&ccedil;&atilde;o dos corpos n&atilde;o &eacute; nova &ndash; vide as m&uacute;mias do Egito Antigo. Mas nem todo mundo sabe, mas ela foi de fundamental import&acirc;ncia em um per&iacute;odo intenso da hist&oacute;ria dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Trata-se da Guerra Civil, em que centenas de soldados perderam suas vidas, muitos longe de suas casas. Neste caso, o embalsamamento foi fundamental para preservar os corpos e, assim, oferecer &agrave;s fam&iacute;lias uma oportunidade de se despedirem.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;A necessidade pr&aacute;tica e emocional do embalsamamento durante a Guerra Civil Americana destacou a import&acirc;ncia das funer&aacute;rias, n&atilde;o apenas como prestadoras de servi&ccedil;os, mas como facilitadoras de rituais de despedida&rdquo;, ressalta.<\/p>\n<p><strong>O surgimento dos funerais ecol&oacute;gicos<\/strong><\/p>\n<p>As funer&aacute;rias tamb&eacute;m se tornaram proativas na pr&aacute;tica de medidas sustent&aacute;veis e ecologicamente corretas ligadas aos ritos funer&aacute;rios. Para o CEO do Grupo Riopae, &ldquo;este movimento em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; sustentabilidade n&atilde;o apenas refor&ccedil;a o compromisso das funer&aacute;rias com a comunidade e o meio ambiente, mas tamb&eacute;m destaca seu papel fundamental na promo&ccedil;&atilde;o de valores &eacute;ticos e respons&aacute;veis, em todos os aspectos da vida e da morte humanas&rdquo;.<\/p>\n<p>Um exemplo &eacute; a op&ccedil;&atilde;o de caix&otilde;es biodegrad&aacute;veis feitos em materiais como bambu, que se decomp&otilde;em de forma natural. &ldquo;Esses caix&otilde;es n&atilde;o s&oacute; ajudam a preservar recursos naturais, mas tamb&eacute;m minimizam o impacto ambiental, associado aos m&eacute;todos tradicionais de sepultamento&rdquo;, explica Mello.<\/p>\n<p>Outra op&ccedil;&atilde;o ainda pouco conhecida &eacute; a hidr&oacute;lise alcalina, processo que utiliza &aacute;gua, em vez de calor, para decompor o corpo, reduzindo as emiss&otilde;es de carbono. &ldquo;Al&eacute;m de ser uma alternativa mais ecol&oacute;gica, a hidr&oacute;lise alcalina, tamb&eacute;m consome menos energia e recursos, tornando-se uma escolha atraente, para aqueles preocupados com quest&otilde;es ambientais&rdquo;.<\/p>\n<p>Por fim, existem ainda os cemit&eacute;rios ecologicamente corretos, projetados para permitir que a vegeta&ccedil;&atilde;o local se desenvolva de forma natural sobre os t&uacute;mulos.<\/p>\n<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.crematoriosaojoao.com.br\/home'>https:\/\/www.crematoriosaojoao.com.br\/home<\/a><\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"(DINO &#8211; 03 jul, 2024) &#8211;\nComo diz o clich&ecirc;, a &uacute;nica certeza que se tem na vida &eacute; a morte.Se por um lado, esse &eacute; um tema que costuma deixar muitas pessoas","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-96712","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96712","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96712"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96712\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96712"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96712"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96712"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}