{"id":96708,"date":"2024-07-03T12:26:00","date_gmt":"2024-07-03T15:26:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/fintechs-concederam-r-21-bilhoes-em-credito-em-2023\/"},"modified":"2024-07-03T12:26:00","modified_gmt":"2024-07-03T15:26:00","slug":"fintechs-concederam-r-21-bilhoes-em-credito-em-2023","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/fintechs-concederam-r-21-bilhoes-em-credito-em-2023\/","title":{"rendered":"Fintechs concederam R$ 21 bilh\u00f5es em cr\u00e9dito em 2023"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 03 jul, 2024) &#8211;<br \/>\nAinda atravessando os desafios de um ambiente financeiro marcado pela volatilidade, as fintechs mantiveram o crescimento e expandiram sua atua&ccedil;&atilde;o em 2023, concedendo R$ 21,1 bilh&otilde;es em cr&eacute;dito, volume que representa um aumento de 52% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. As conclus&otilde;es s&atilde;o da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/creditodigital.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/ABCD-e-PwC-4o-ESTUDO_Credito_Digital_-Jun24.pdf'>Pesquisa Fintechs de Cr&eacute;dito Digital 2024<\/a>, realizada entre a <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/creditodigital.org.br\/'>Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Cr&eacute;dito Digital &#8211; ABCD<\/a> e a <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.pwc.com.br\/'>PwC Brasil<\/a>.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com a quarta edi&ccedil;&atilde;o do estudo, o resultado pode ser atribu&iacute;do &agrave; resili&ecirc;ncia e tamb&eacute;m &agrave; capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o das empresas do segmento, mesmo diante de um momento econ&ocirc;mico adverso, marcado por uma taxa b&aacute;sica de juros alta &#8212; a Selic come&ccedil;ou o ano em 13,75%, encerrando em 11,75%.&nbsp;<\/p>\n<p>A despeito dessa conjuntura, as fintechs conseguiram reduzir os juros cobrados em sete categorias de cr&eacute;dito para pessoas f&iacute;sicas: ainda que o cart&atilde;o de cr&eacute;dito rotativo oferecido pelo setor apresentasse juros de 242,4% ao ano, a m&eacute;dia nacional, divulgada pelo Banco Central, atingiu 440,8% ao ano. A substancial diferen&ccedil;a, sugere o levantamento, pode refletir a maior efici&ecirc;ncia operacional das empresas e o uso da tecnologia para aprimorar a gest&atilde;o de riscos e oferecer condi&ccedil;&otilde;es mais favor&aacute;veis aos consumidores.&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto &agrave; oferta para clientes PJ, entre 2020 e 2023, houve uma redu&ccedil;&atilde;o nas taxas de juros para cr&eacute;dito com e sem garantia, movimento que indica que, apesar das taxas mais elevadas do que a m&eacute;dia do mercado, as fintechs t&ecirc;m conseguido reduzir os juros para este segmento ano a ano, possivelmente devido a uma melhoria na avalia&ccedil;&atilde;o de risco ou efici&ecirc;ncia operacional. Desta forma, o setor se mostra mais competitivo do que o mercado em geral em algumas categorias de cr&eacute;dito para PJ, cobrando taxas de juros menores no cheque especial e no rotativo do cart&atilde;o de cr&eacute;dito, por exemplo.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, a pesquisa indica um contexto de forte demanda por solu&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito digital, refletindo a confian&ccedil;a crescente dos brasileiros nos servi&ccedil;os das fintechs. Entre 2022 e 2023, as empresas do setor registraram crescimento de 79% no n&uacute;mero de clientes pessoas f&iacute;sicas, chegando a 46,7 milh&otilde;es no Brasil e cerca de 7 milh&otilde;es no exterior. N&atilde;o por acaso, 58% das fintechs de cr&eacute;dito ouvidas classificam-se como consolidadas, registrando faturamento anual ou investimento total acima dos R$ 20 milh&otilde;es, um aumento de dez pontos percentuais desde 2022. Atualmente, 35% das fintechs de cr&eacute;dito t&ecirc;m mais de 150 funcion&aacute;rios, aumento de quatro pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.<\/p>\n<p>&ldquo;Ap&oacute;s a pandemia, as pessoas entenderam que podem consumir servi&ccedil;os financeiros de forma diferente, acostumando-se com novos m&eacute;todos de pagamento como o PIX, que facilitou a ado&ccedil;&atilde;o mais ampla das transa&ccedil;&otilde;es digitais. Esse fato contribui para que os consumidores se movam cada vez mais para um cen&aacute;rio sem dinheiro f&iacute;sico. A experi&ecirc;ncia digital provou ser eficaz e valiosa tamb&eacute;m para o fornecimento de cr&eacute;dito&rdquo;, analisa Francisco Ferreira, presidente da ABCD.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda segundo o relat&oacute;rio, o avan&ccedil;o das fintechs de cr&eacute;dito em 2023 esteve mais alinhado ao crescimento org&acirc;nico do que ao lan&ccedil;amento de produtos, o que sugere que as empresas, enquanto expandiram sua base de clientes e suas opera&ccedil;&otilde;es, tamb&eacute;m inovaram para captar novos segmentos de mercado.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Na edi&ccedil;&atilde;o passada da pesquisa, percebemos uma prefer&ecirc;ncia das fintechs por produtos financeiros considerados mais seguros, acompanhada de uma cautela na gest&atilde;o do cr&eacute;dito e uma retra&ccedil;&atilde;o no crescimento. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o a 2023 notamos que a cautela est&aacute; sendo deixada para tr&aacute;s. Come&ccedil;amos a observar um retorno aos produtos com maior risco, que permitem &agrave;s empresas diversificar e explorar o mercado de forma mais ampla&rdquo;, ressalta Willer Marcondes, s&oacute;cio Strategy &amp; l&iacute;der de Consultoria em Servi&ccedil;os Financeiros da PwC Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>Outros achados do estudo: o percentual de empresas que ofertam solu&ccedil;&otilde;es tanto para clientes pessoa f&iacute;sica quanto pessoa jur&iacute;dica voltou a crescer no ano passado, chegando a&nbsp; 42%, um incremento de 17 pontos percentuais em rela&ccedil;&atilde;o a 2022; quase metade das fintechs pesquisadas (46%) j&aacute; t&ecirc;m a licen&ccedil;a do Banco Central para operar como Sociedades de Cr&eacute;dito Direto (SCD) ou Sociedades de Empr&eacute;stimo entre Pessoas (SEP), em compara&ccedil;&atilde;o com apenas 11% em 2019. E 8% das empresas est&atilde;o aguardando a libera&ccedil;&atilde;o de licen&ccedil;as j&aacute; solicitadas.&nbsp;<\/p>\n<p>J&aacute; a propor&ccedil;&atilde;o de fintechs que atuam como originadores de cr&eacute;dito permaneceu est&aacute;vel, indicando um papel consolidado dessa fun&ccedil;&atilde;o no ecossistema de cr&eacute;dito digital. E, mesmo que os correspondentes banc&aacute;rios e as SCD continuem sendo os principais modelos adotados pelas fintechs, h&aacute; uma tend&ecirc;ncia clara de diversifica&ccedil;&atilde;o e crescimento em outros modelos, como as institui&ccedil;&otilde;es de pagamentos, as SEP e as Sociedades de Cr&eacute;dito, Financiamento e Investimento (SCFI), padr&atilde;o que indica uma evolu&ccedil;&atilde;o no mercado para atender &agrave;s diferentes demandas de consumidores e empresas.<\/p>\n<p>Outras conclus&otilde;es da Pesquisa Fintechs de Cr&eacute;dito Digital 2024 incluem:<\/p>\n<ul>\n<li style='font-weight: 400'>74% das fintechs de cr&eacute;dito est&atilde;o sediadas em S&atilde;o Paulo;&nbsp;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>A base de clientes pessoa f&iacute;sica no Nordeste se expandiu em 2023, ultrapassando os 17,5 milh&otilde;es de pessoas;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>53% das empresas planejam investir em Intelig&ecirc;ncia Artificial nos pr&oacute;ximos dois anos;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>As fintechs est&atilde;o focando em Intelig&ecirc;ncia Artificial generativa, dedicando 64% dos recursos para financiar suas opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito e alinhando suas taxas de juros com as do mercado;&nbsp;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>As empresas de cr&eacute;dito digital est&atilde;o expandindo suas ofertas para al&eacute;m dos servi&ccedil;os tradicionais de empr&eacute;stimo, com um aumento na ado&ccedil;&atilde;o de plataformas como <em>Banking as a Service<\/em> (BaaS) e marketplaces de cr&eacute;dito;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>Apesar de uma ligeira queda ao longo dos anos, as solu&ccedil;&otilde;es de<em> Credit as a Service<\/em> (CaaS) e <em>Lending as a Service<\/em> (LaaS) ainda s&atilde;o dominantes entre as ofertas das fintechs;&nbsp;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>70% das empresas participantes do estudo aceitam bens como garantia; em 2022 o &iacute;ndice era de 56%;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>62% das fintechs pesquisadas atendem a pessoas jur&iacute;dicas, exclusivamente ou n&atilde;o;<\/li>\n<li style='font-weight: 400'>As fintechs enfrentaram desafios para atrair investimentos externos em 2023, com&nbsp; crescimento do uso de capital pr&oacute;prio, explicado parcialmente pelo aumento na concess&atilde;o de licen&ccedil;as de opera&ccedil;&atilde;o pelo BC.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O estudo completo est&aacute; dispon&iacute;vel em <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/creditodigital.org.br\/estudos\/'>https:\/\/creditodigital.org.br\/estudos\/<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"S\u00e3o Paulo&#8211;(DINO &#8211; 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