{"id":96661,"date":"2024-07-02T12:36:00","date_gmt":"2024-07-02T15:36:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/em-livro-de-poesia-medico-conta-sua-experiencia-na-pandemia\/"},"modified":"2024-07-02T12:36:00","modified_gmt":"2024-07-02T15:36:00","slug":"em-livro-de-poesia-medico-conta-sua-experiencia-na-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/em-livro-de-poesia-medico-conta-sua-experiencia-na-pandemia\/","title":{"rendered":"Em livro de poesia, m\u00e9dico conta sua experi\u00eancia na pandemia"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Maring\u00e1, Paran\u00e1&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 02 jul, 2024) &#8211;<br \/>\nO autor Bruno Gurgel lan&ccedil;a seu primeiro livro pela Editora Viseu, intitulado &ldquo;O que eu queria ter dito&rdquo;. Em poemas escritos entre 2020 e 2024, o autor explora sua experi&ecirc;ncia na linha de frente do combate &agrave; pandemia de covid-19.<\/p>\n<p>O impacto do coronav&iacute;rus ainda ressoa na sociedade. No Brasil, o v&iacute;rus continua causando mortes, sendo respons&aacute;vel por mais de 3.600 &oacute;bitos em 2024, de acordo com dados do <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/covid.saude.gov.br\/'>Painel Coronav&iacute;rus<\/a>. Esses n&uacute;meros culminam em um total de mais de 712.300 mortes causadas pela doen&ccedil;a no pa&iacute;s, al&eacute;m das implica&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas, sociais e econ&ocirc;micas da pandemia.<\/p>\n<p>M&eacute;dico pernambucano, Gurgel presenciou em primeira m&atilde;o os impactos da covid-19. Durante a pandemia, atuou na linha de frente em Caruaru e em Recife com as equipes de sa&uacute;de na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, na emerg&ecirc;ncia e na UTI. Externa essa experi&ecirc;ncia em forma de poesia em seu livro de lan&ccedil;amento, &ldquo;O que eu queria ter dito&rdquo;, publicado pela Editora Viseu.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; dif&iacute;cil equilibrar habilidades t&eacute;cnicas, o estudo das doen&ccedil;as, a promo&ccedil;&atilde;o de um cuidado que v&aacute; al&eacute;m dessas quest&otilde;es biol&oacute;gicas e minha pr&oacute;pria sa&uacute;de ou processo de adoecimento&rdquo;, comenta Gurgel sobre sua rela&ccedil;&atilde;o com a medicina <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/editoraviseu.com\/entrevista-com-autor-bruno-gurgel\/'>em entrevista<\/a>. Para ele, o coronav&iacute;rus potencializou problemas vigentes: &ldquo;Durante a pandemia, vivemos um per&iacute;odo de agudiza&ccedil;&atilde;o das dificuldades hist&oacute;ricas que nosso sistema de sa&uacute;de j&aacute; possui&rdquo;.<\/p>\n<p>Dividido em cinco partes, o livro come&ccedil;a com o caos vivido nesse momento, abordando temas como a morte e o luto. A partir da&iacute;, caminha para questionamentos mais sociais, debatendo o impacto do isolamento na sociedade e como a pandemia criou e ampliou desigualdades no pa&iacute;s.<\/p>\n<p>Na terceira parte, o autor volta o olhar para si, buscando entender sua pr&oacute;pria identidade, encontrando a solu&ccedil;&atilde;o para seu conflito no afeto e no amor, temas abordados no quarto cap&iacute;tulo. Por fim, o m&eacute;dico renasce como poeta, transformando suas dores e experi&ecirc;ncias em poesia.<\/p>\n<p>Um dos temas que Gurgel frisa em seu livro &eacute; a conectividade em tempos p&oacute;s-pandemia. O Brasil &eacute; o segundo pa&iacute;s no mundo a passar mais tempo usando telas, de acordo com um estudo divulgado pela <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.electronicshub.org\/the-average-screen-time-and-usage-by-country-in-2024\/'>EletronicsHub<\/a> em abril deste ano. Nesse cen&aacute;rio, &eacute; importante considerar o que, como e quanto se consome diariamente no meio digital, e como esse consumo afeta a sociedade como um todo.<\/p>\n<p>&ldquo;No meio de tanto conte&uacute;do digital, sinto falta das pessoas. Sinto falta das vulnerabilidades, dos lados complexos e escondidos. Ent&atilde;o, acho que &eacute; importante produzir esse tipo de conte&uacute;do: sincero, genu&iacute;no&rdquo;, desabafa o autor. &ldquo;Conectividade n&atilde;o &eacute; conex&atilde;o, &eacute; importante ter este discernimento&rdquo;, finaliza ele.<\/p>\n<p>Bruno Gurgel segue atuando como m&eacute;dico da fam&iacute;lia e comunidade em Pernambuco, mas sem deixar sua escrita de lado. Finalizou o texto de seu segundo livro de poesias, uma continua&ccedil;&atilde;o do primeiro, e atualmente est&aacute; desenvolvendo um romance.<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Maring\u00e1, Paran\u00e1&#8211;(DINO &#8211; 02 jul, 2024) &#8211;\nO autor Bruno Gurgel lan&ccedil;a seu primeiro livro pela Editora Viseu, intitulado &ldquo;O que eu queria ter dito&rdquo;. 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