{"id":96164,"date":"2024-06-25T13:06:00","date_gmt":"2024-06-25T16:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/compras-publicas-governo-brasileiro-define-sustentabilidade\/"},"modified":"2024-06-25T13:06:00","modified_gmt":"2024-06-25T16:06:00","slug":"compras-publicas-governo-brasileiro-define-sustentabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/compras-publicas-governo-brasileiro-define-sustentabilidade\/","title":{"rendered":"Compras p\u00fablicas: governo brasileiro define sustentabilidade"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 25 jun, 2024) &#8211;<br \/>\nQuando se fala em sustentabilidade, geralmente o que se destaca s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es que cada indiv&iacute;duo pode adotar a fim de reduzir os impactos ambientais. No entanto, al&eacute;m de pessoas e empresas, os governos tamb&eacute;m t&ecirc;m sua parcela de &ldquo;culpa&rdquo; em emiss&otilde;es de poluentes e outros fatores que afetam o meio ambiente.<\/p>\n<p>Segundo um <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/valor.globo.com\/publicacoes\/especiais\/meio-ambiente\/noticia\/2024\/06\/05\/brasil-constroi-criterios-de-compras-publicas-sustentaveis.ghtml'>estudo divulgado<\/a> pelo F&oacute;rum Econ&ocirc;mico Mundial (WEF, na sigla em ingl&ecirc;s), globalmente falando, as compras governamentais &ndash; de alimentos a materiais de infraestrutura &ndash;&nbsp; movimentam cerca de&nbsp; US$ 11 bilh&otilde;es a cada ano. Al&eacute;m disso, as compras p&uacute;blicas s&atilde;o respons&aacute;veis por cerca de 15% do total das emiss&otilde;es globais.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com o relat&oacute;rio, apenas metade dos pa&iacute;ses com pol&iacute;ticas de compras p&uacute;blicas sustent&aacute;veis estabeleceram metas vinculativas, e apenas um ter&ccedil;o disp&otilde;e de mecanismos de notifica&ccedil;&atilde;o eficazes que permitiriam acompanhar o progresso. Nesse contexto, o Brasil &eacute; apontado como um dos pa&iacute;ses que segue na dire&ccedil;&atilde;o correta. E uma das pr&aacute;ticas adotadas pelo governo do pa&iacute;s foi a implementa&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de sustentabilidade nas compras p&uacute;blicas.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/observatoriodosfamosos.uol.com.br\/colunas\/estrelas-em-foco\/leonardo-alves-ex-secretario-de-fazenda-de-marica-lideranca-visionaria-e-politicas-publicas-inovadoras-impulsionam-o-progresso-social'>Leonardo Alves, especialista em or&ccedil;amento e gest&atilde;o p&uacute;blica<\/a>, a incorpora&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios de sustentabilidade nas aquisi&ccedil;&otilde;es governamentais n&atilde;o &eacute; uma novidade. A Lei 8.666, de 1993, j&aacute; legislava sobre o tema. Agora, h&aacute; tamb&eacute;m um marco normativo de licita&ccedil;&otilde;es que visa a utiliza&ccedil;&atilde;o dos crit&eacute;rios de sustentabilidade ambiental como um dos par&acirc;metros para defini&ccedil;&atilde;o de remunera&ccedil;&atilde;o vari&aacute;vel, vinculada ao desempenho do contratado.<\/p>\n<p>&ldquo;Hoje, com as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas batendo &agrave; porta, os crit&eacute;rios editados em uma lei de 1993 se tornaram uma novidade. Preexistentes desde o s&eacute;culo passado, mas com a necessidade de implanta&ccedil;&atilde;o atual, tais demandas dever&atilde;o ser, em um futuro bem pr&oacute;ximo, exig&ecirc;ncia<em> sine qua non <\/em>em todos os modelos de contratos p&uacute;blicos&rdquo;, enfatiza o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.leonardoalves.online\/marica-um-estudo-de-caso-no-desenvolvimento-economico-local\/'>especialista<\/a>.<\/p>\n<p><strong>A rela&ccedil;&atilde;o entre compras p&uacute;blicas e meio ambiente<\/strong><\/p>\n<p>Somente em 2023, o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/portaldatransparencia.gov.br\/orgaos?ano=2023'>Governo Federal gastou mais de R$ 82 bilh&otilde;es em compras<\/a>, entre materiais, bens patrimoniais, servi&ccedil;os e afins. E tais compras j&aacute; foram realizadas sob os crit&eacute;rios das compras sustent&aacute;veis previstos na lei.<\/p>\n<p>Segundo o site do Governo Federal, a implementa&ccedil;&atilde;o da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_Ato2019-2022\/2021\/Lei\/L14133.htm'>Lei n&ordm; 14.133\/2021<\/a>, conhecida como Nova Lei de Licita&ccedil;&otilde;es e Contratos (NLLC), representa um marco significativo ao impulsionar mudan&ccedil;as nas compras governamentais e incentivar a inova&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento nacional sustent&aacute;vel. Ou seja, crit&eacute;rios sociais, econ&ocirc;micos e, acima de tudo, ambientais devem ser levados em considera&ccedil;&atilde;o nos processos licitat&oacute;rios para aquisi&ccedil;&atilde;o de bens, contrata&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os e execu&ccedil;&atilde;o de obras.&nbsp;<\/p>\n<p>Com isso, al&eacute;m de trabalhar a favor da preven&ccedil;&atilde;o de fatores como as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, diversos outros setores do pa&iacute;s se beneficiam com essa pol&iacute;tica de compras. &ldquo;Ao adotar crit&eacute;rios sustent&aacute;veis nas compras p&uacute;blicas, que hoje representam 9,4% do PIB do pa&iacute;s, ser&aacute; poss&iacute;vel estimular a inova&ccedil;&atilde;o, fortalecer a cadeia produtiva sustent&aacute;vel e contribuir para a preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente&rdquo;, destaca Alves.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda de acordo com o WEF, a redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es poluentes decorrentes da pr&aacute;tica de compras sustent&aacute;veis traria um custo adicional de 3% a 6% aos cofres p&uacute;blicos. No entanto, isso pode ser facilmente compensado tanto em escala quanto em ganhos ambientais.&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A hora da preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental &eacute; agora<\/strong><\/p>\n<p>Um exemplo recente dos impactos ambientais e das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas foi a trag&eacute;dia causada pelas chuvas intensas no Rio Grande do Sul ocorridas no in&iacute;cio de maio. Segundo um estudo publicado pela <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.worldweatherattribution.org\/climate-change-made-the-floods-in-southern-brazil-twice-as-likely\/'>Rede Mundial de Atribui&ccedil;&atilde;o (WWA, na sigla em ingl&ecirc;s)<\/a>, as altera&ccedil;&otilde;es do clima deixaram as chuvas entre 6% e 9% mais intensas no estado.<\/p>\n<p>Diante disso, Leandro Alves ressalta que, al&eacute;m das boas pr&aacute;ticas de sustentabilidade, os agentes p&uacute;blicos devem ter n&atilde;o apenas produtos ecologicamente corretos e de baixo impacto ambiental, mas tamb&eacute;m precisam focar no desenvolvimento de pol&iacute;ticas estruturantes sustent&aacute;veis. &ldquo;N&atilde;o devemos tratar apenas dos bens de consumo ou servi&ccedil;os, mas da constru&ccedil;&atilde;o de projetos estruturantes, como os que evitariam desastres ambientais ocorridos recentemente em nosso pa&iacute;s&rdquo;.<\/p>\n<p>Para mais conte&uacute;dos, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.radiocacula.com.br\/marica-um-estudo-de-caso-no-desenvolvimento-economico-local\/'>Maric&aacute;, Um Estudo de Caso no Desenvolvimento Econ&ocirc;mico Local &#8211; Not&iacute;cias de Tr&ecirc;s Lagoas &#8211; R&aacute;dio Ca&ccedil;ula (radiocacula.com.br)<\/a><\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"(DINO &#8211; 25 jun, 2024) &#8211;\nQuando se fala em sustentabilidade, geralmente o que se destaca s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es que cada indiv&iacute;duo pode adotar a fim de reduzir os","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-96164","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96164","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=96164"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/96164\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=96164"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=96164"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=96164"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}