{"id":95104,"date":"2024-06-07T10:47:00","date_gmt":"2024-06-07T13:47:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/eua-dominam-futebol-feminino-ha-mais-de-30-anos\/"},"modified":"2024-06-07T10:47:00","modified_gmt":"2024-06-07T13:47:00","slug":"eua-dominam-futebol-feminino-ha-mais-de-30-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/eua-dominam-futebol-feminino-ha-mais-de-30-anos\/","title":{"rendered":"EUA dominam futebol feminino h\u00e1 mais de 30 anos"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 03 jun, 2024) &#8211;<br \/>\nH&aacute; mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas, os Estados Unidos dominam o futebol feminino mundial. Com quatro t&iacute;tulos ol&iacute;mpicos, quatro Copas do Mundo e a honra de nunca ter ficado fora do p&oacute;dio nas oito edi&ccedil;&otilde;es do mundial, o pa&iacute;s &eacute; refer&ecirc;ncia e a equipe a ser batida na modalidade.<\/p>\n<p>A &uacute;ltima vez que a sele&ccedil;&atilde;o brasileira enfrentou a norte-americana, durante a Copa Ouro, em abril, a equipe comandada por Arthur Elias n&atilde;o conseguiu quebrar o tabu de vencer as advers&aacute;rias mais laureadas do futebol feminino.<\/p>\n<p>Ao longo dos anos, os Estados Unidos t&ecirc;m sido um advers&aacute;rio dif&iacute;cil para o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.sambafoot.com\/br\/futebol-feminino\/brasil-tenta-superar-historico-ruim-para-vencer-estados-unidos-na-copa-ouro-feminina'>Brasil<\/a>. Ao todo, as sele&ccedil;&otilde;es se enfrentaram 25 vezes, com apenas duas vit&oacute;rias brasileiras. A sele&ccedil;&atilde;o norte-americana tamb&eacute;m venceu partidas importantes contra o Brasil nas finais ol&iacute;mpicas de 2004 e 2008, superando as equipes lideradas por Marta?.<\/p>\n<p>N&atilde;o &eacute; apenas o Brasil que enfrenta dificuldades em romper a hegemonia norte-americana. A primeira Copa do Mundo feminina foi realizada em 1991, na China, e o futebol feminino estreou nos Jogos Ol&iacute;mpicos em 1996, em Atlanta. Desde ent&atilde;o, em 16 finais combinadas dos dois maiores torneios do futebol feminino, os Estados Unidos chegaram a 10 finais e conquistaram oito t&iacute;tulos. Essa supremacia se manteve por mais de 30 anos.<\/p>\n<p>Os EUA aplicam ao futebol feminino o mesmo m&eacute;todo de desenvolvimento esportivo usado em outras modalidades, como basquete e futebol americano. A integra&ccedil;&atilde;o entre educa&ccedil;&atilde;o e esporte &eacute; incentivada desde cedo.&nbsp;<\/p>\n<p>Enquanto os meninos podem escolher entre v&aacute;rias op&ccedil;&otilde;es esportivas, para as meninas o futebol &eacute; quase sempre o ponto de partida. Seja de maneira recreativa no in&iacute;cio, ou como um caminho para obter uma boa educa&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria e uma carreira at&eacute; chegar &agrave; sele&ccedil;&atilde;o nacional, o futebol &eacute; praticado por boa parte das americanas em algum momento de suas vidas.<\/p>\n<p>&#8216;As americanas come&ccedil;am a treinar futebol por volta dos 5 anos, j&aacute; no Brasil isso s&oacute; acontece por volta dos 10 anos ou mais&rdquo;, explica <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.instagram.com\/brunomeyer89\/'>Bruno Sim&otilde;es<\/a>, treinador do time feminino do <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.instagram.com\/tudelafcla\/'>Tudela Futbol Club Los Angeles<\/a>, na Calif&oacute;rnia, desde 2019.<\/p>\n<p>O brasileiro diz que o incentivo para evoluir no esporte est&aacute; relacionado a parte estudantil. No ano passado, cinco jogadoras do Tudela foram admitidas em importantes universidades com bolsa de estudo integral, resultado do desempenho das jovens no futebol.<\/p>\n<p>Mas, segundo o treinador, a ambi&ccedil;&atilde;o das atletas vai al&eacute;m. &ldquo;A trajet&oacute;ria das jogadoras est&aacute; mudando. Antes, elas ingressavam primeiro no time da universidade para depois tentar uma vaga profissional. Hoje, muitas pulam do time de base direto para o profissional&rdquo;, conta Sim&otilde;es, que preparou duas atletas &ndash; as irm&atilde;s Alyssa e Gisele Thompson &ndash; que avan&ccedil;aram do Total Football Academy para o profissional Angel City FC.<\/p>\n<p>&#8216;As jogadoras sabem que os EUA s&atilde;o uma refer&ecirc;ncia no esporte e isso, por si s&oacute;, j&aacute; &eacute; motivador. Por&eacute;m, as americanas s&atilde;o tamb&eacute;m muito conscientes do potencial das advers&aacute;rias e buscam aprender com os outros times&rdquo;, diz Sim&otilde;es. &ldquo;Especialmente com o conhecido &lsquo;jogo bonito&rsquo; das brasileiras&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>Segundo uma pesquisa de 2023 da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.statista.com\/chart\/30447\/share-of-female-respondents-who-play-soccer\/'>Statista<\/a>, 10% das mulheres jogam futebol nos Estados Unidos, assim como na Gr&atilde;-Bretanha e na Fran&ccedil;a. O M&eacute;xico possui o maior n&uacute;mero de jogadoras de futebol feminino no mundo, com 22%, seguido pelo Brasil com 17%.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.kcra.com\/article\/womens-world-cup-soccer-champions\/44629418' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.kcra.com\/article\/womens-world-cup-soccer-champions\/44629418<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/304664' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"S\u00e3o Paulo&#8211;(DINO &#8211; 03 jun, 2024) &#8211;\nH&aacute; mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas, os Estados Unidos dominam o futebol feminino mundial. 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