{"id":94469,"date":"2024-05-27T13:35:00","date_gmt":"2024-05-27T16:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-colangiocarcinoma\/"},"modified":"2024-05-27T13:35:00","modified_gmt":"2024-05-27T16:35:00","slug":"anvisa-aprova-novo-medicamento-para-colangiocarcinoma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/anvisa-aprova-novo-medicamento-para-colangiocarcinoma\/","title":{"rendered":"ANVISA aprova novo medicamento para colangiocarcinoma"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Rio de Janeiro, RJ&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 27 mai, 2024) &#8211;<br \/>\nA Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (ANVISA) anunciou a <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/resolucao-re-n-1.437-de-15-de-abril-de-2024-554193324'>aprova&ccedil;&atilde;o<\/a> de um novo tratamento para pacientes com colangiocarcinoma, um tipo raro e agressivo de c&acirc;ncer que afeta as vias biliares, que s&atilde;o pequenos canais respons&aacute;veis por transportar a bile, produzida pelo f&iacute;gado, at&eacute; o intestino, para auxiliar na digest&atilde;o. O medicamento Tibsovo (Ivosidenibe) foi aprovado como monoterapia para o tratamento de colangiocarcinoma localmente avan&ccedil;ado ou metast&aacute;tico com uma muta&ccedil;&atilde;o no gene IDH1 que foram tratados anteriormente com pelo menos uma linha pr&eacute;via de terapia sist&ecirc;mica.<\/p>\n<p>A medica&ccedil;&atilde;o est&aacute; voltada especialmente para aqueles que n&atilde;o responderam a terapias convencionais. Por ser uma condi&ccedil;&atilde;o grave, o colangiocarcinoma geralmente &eacute; diagnosticado em est&aacute;gios avan&ccedil;ados, o que limita as op&ccedil;&otilde;es de tratamento e diminui as chances de sobreviv&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Para o oncologista da BP &#8211; A Benefic&ecirc;ncia Portuguesa de S&atilde;o Paulo, F&aacute;bio Kater, especialista em tumores gastrointestinais, a aprova&ccedil;&atilde;o do medicamento pela Anvisa representa um avan&ccedil;o no tratamento. &ldquo;As muta&ccedil;&otilde;es do IDH1 s&atilde;o umas das mais incidentes no colangiocarcinoma (entre 15 e 20%), frequentemente diagnosticados em est&aacute;gios avan&ccedil;ados, e o desenvolvimento de novas op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas, diferente das quimioterapias tradicionais, pode aumentar a expectativa e a possibilidade de uma melhor qualidade de vida&#8217;, destaca Kater.<\/p>\n<p>O Tibsovo foi o primeiro inibidor de IDH1 mutado <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.ema.europa.eu\/en\/medicines\/human\/EPAR\/tibsovo'>aprovado na Europa<\/a>, em maio de 2023, e nos EUA, em agosto de.<\/p>\n<p>Estimativas da Sociedade Americana do C&acirc;ncer sugerem que cerca de 8 mil pessoas nos Estados Unidos s&atilde;o diagnosticadas com <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.cancer.org\/cancer\/types\/bile-duct-cancer\/about\/key-statistics'>c&acirc;ncer das vias biliares<\/a> a cada ano, incluindo c&acirc;nceres intra-hep&aacute;ticos (dentro do f&iacute;gado) e extra-hep&aacute;ticos (fora do f&iacute;gado). No entanto, segundo a entidade, o n&uacute;mero real de casos pode ser maior devido &agrave; dificuldade de diagn&oacute;stico e classifica&ccedil;&atilde;o err&ocirc;nea como outros tipos de c&acirc;ncer.<\/p>\n<p>Na Europa, a incid&ecirc;ncia de colangiocarcinoma &eacute; de 0,3 a 3,5 pessoas a cada 100 mil. J&aacute; no Brasil, o Instituto Nacional de C&acirc;ncer (INCA) disp&otilde;e de dados referentes apenas a c&acirc;ncer de f&iacute;gado em geral (mais de 10 mil casos ao ano), categoria &agrave; qual pertence o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.gov.br\/inca\/ptbr\/assuntos\/cancer\/tipos\/figado'>colangiocarcinoma<\/a>.<\/p>\n<p>A idade m&eacute;dia das <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.cancer.org\/cancer\/types\/bile-duct-cancer\/about\/key-statistics'>pessoas diagnosticadas com c&acirc;ncer<\/a> nas vias biliares intra-hep&aacute;ticos nos EUA &eacute; de 70 anos, e para o c&acirc;ncer nos extra-hep&aacute;ticos &eacute; de 72 anos. Embora seja mais comum em pessoas mais velhas, ele tamb&eacute;m pode ocorrer em jovens.<\/p>\n<p>A chance de sobrevida para pacientes depende em grande parte de sua localiza&ccedil;&atilde;o e do <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.cancer.org\/cancer\/types\/bile-duct-cancer\/about\/key-%20statistics.html'>est&aacute;gio em que &eacute; encontrado<\/a>. A cirurgia &eacute; a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o curativa atualmente, por&eacute;m, &eacute; indicada apenas para um pequeno n&uacute;mero de pacientes. Para aqueles que n&atilde;o s&atilde;o eleg&iacute;veis ou cuja doen&ccedil;a progrediu ap&oacute;s o procedimento, a quimioterapia\/imunoterapia &eacute; o tratamento padr&atilde;o com intuito de prolongar a <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/28271275\/'>sobrevida<\/a>. &ldquo;Atualmente, n&atilde;o temos boas op&ccedil;&otilde;es ap&oacute;s a falha da quimioimunoterapia. Deste modo, a medica&ccedil;&atilde;o preenche uma demanda m&eacute;dica n&atilde;o atendida, por isso sua import&acirc;ncia&rdquo;, ressalta F&aacute;bio Kater.<\/p>\n<p>A aprova&ccedil;&atilde;o para o uso do Tibsovo foi baseada em dados do <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/32416072'>estudo ClarIDHy<\/a> , um ensaio cl&iacute;nico de Fase 3, randomizado, duplo cego e controlado por placebo, que avaliou o uso do medicamento em pacientes com colangiocarcinoma previamente tratados e que possu&iacute;am a muta&ccedil;&atilde;o de IDH1. Os resultados deste estudo demonstraram que os pacientes tratados com Tibsovo apresentaram mediana de 2,7 meses de sobrevida livre de progress&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com 1,4 meses para aqueles que receberam placebo, o que se traduz numa redu&ccedil;&atilde;o de 63% no risco de progress&atilde;o ou &oacute;bito. Al&eacute;m disso, a taxa de sobrevida livre de progress&atilde;o aos 6 e 12 meses foi significativamente maior no grupo tratado com o medicamento. Pacientes tratados com Ivosidenibe tiveram uma maior sobrevida global em compara&ccedil;&atilde;o com o placebo, atingindo o dobro de sobrevida global mediana (10,3 meses versus 5,1 meses respectivamente), quando avaliado o grupo ajustado de participantes que receberam o placebo.<\/p>\n<p>Os pr&oacute;ximos passos s&atilde;o trazer o medicamento para o mercado e submeter &agrave; Ag&ecirc;ncia Nacional da Sa&uacute;de para que a terapia entre para o Rol de medicamentos.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='http:\/\/www.semprecuidando.com.br' rel=\"follow noopener\">http:\/\/www.semprecuidando.com.br<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/289995' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Rio de Janeiro, RJ&#8211;(DINO &#8211; 27 mai, 2024) &#8211;\nA Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (ANVISA) anunciou a aprova&ccedil;&atilde;o de um novo tratamento para pa","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-94469","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/94469","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=94469"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/94469\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=94469"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=94469"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=94469"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}