{"id":94241,"date":"2024-05-22T12:56:00","date_gmt":"2024-05-22T15:56:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/superalimentos-amazonicos-retem-nutrientes-da-terra-preta\/"},"modified":"2024-05-22T12:56:00","modified_gmt":"2024-05-22T15:56:00","slug":"superalimentos-amazonicos-retem-nutrientes-da-terra-preta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/superalimentos-amazonicos-retem-nutrientes-da-terra-preta\/","title":{"rendered":"Superalimentos amaz\u00f4nicos ret\u00eam nutrientes da Terra Preta"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Belterra, Par\u00e1&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 22 mai, 2024) &#8211;<br \/>\nDe p&eacute; h&aacute; cerca de <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/agencia.fapesp.br\/idade-da-floresta\/9712'>2 milh&otilde;es de anos<\/a>, a Floresta Amaz&ocirc;nica ainda intriga cientistas. Sua <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/amazonia.exame.com\/biodiversidades\/biodiversidade-da-amazonia\/'>biodiversidade &uacute;nica<\/a> no planeta re&uacute;ne cerca de 30 milh&otilde;es de esp&eacute;cies animais e ao menos 40 mil esp&eacute;cies vegetais, al&eacute;m de ser lar de mais de 180 povos e comunidades tradicionais. A vida abundante na regi&atilde;o pode ser explicada por uma hip&oacute;tese cient&iacute;fica, cujas evid&ecirc;ncias foram <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/ambiente\/2023\/09\/indigenas-produzem-terra-preta-de-forma-intencional-ha-seculos-na-amazonia-indica-estudo.shtml'>recentemente descobertas<\/a> sob o ch&atilde;o da Amaz&ocirc;nia: a de que a maior floresta tropical do mundo teve seu crescimento estimulado pela Terra Preta Ancestral, um tipo de solo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/agencia.fapesp.br\/terra-preta-da-amazonia-aumenta-o-crescimento-de-arvores-em-ate-seis-vezes\/41651'>altamente f&eacute;rtil<\/a> e que tem o poder de transferir mais micronutrientes &agrave;s plantas. Como resultado, a Terra Preta proporciona alimentos mais nutritivos para os humanos &ndash; os superalimentos &ndash;, capazes de sustentar <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/articles\/cnlvvleqdl5o'>civiliza&ccedil;&otilde;es inteiras<\/a> no passado.<\/p>\n<p>Hoje, a ci&ecirc;ncia busca compreender mais profundamente os benef&iacute;cios da inclus&atilde;o de superalimentos na dieta humana, observando sua rela&ccedil;&atilde;o com a epigen&eacute;tica e tamb&eacute;m com a bioeconomia e gera&ccedil;&atilde;o de renda para comunidades tradicionais. O assunto foi tema de um workshop realizado no Museu de Ci&ecirc;ncias da Amaz&ocirc;nia &#8211; MuCA, &ldquo;Estrat&eacute;gias Epigen&eacute;ticas: Potencializando a Sa&uacute;de&rdquo;, em parceria com a nutricionista Aleska Calandrim, especialista em epigen&eacute;tica e sa&uacute;de da mulher. O MuCA &eacute; um centro de pesquisa e treinamento t&eacute;cnico com apelo cultural, cuja miss&atilde;o &eacute; alavancar a tecnologia voltada para a ind&uacute;stria de ci&ecirc;ncias da vida, contribuindo assim para o turismo sustent&aacute;vel e preserva&ccedil;&atilde;o da floresta. O MuCA tem o apoio do Instituto Cultural Vale e da MAD &#8211; Made in Amaz&ocirc;nia, bioind&uacute;stria brasileira de superalimentos e biocosm&eacute;ticos baseada na Floresta Nacional (Flona) do Tapaj&oacute;s. &Agrave; reportagem, Aleska conta mais sobre sua experi&ecirc;ncia visitando a Amaz&ocirc;nia e rela&ccedil;&atilde;o entre superalimentos e sa&uacute;de:<\/p>\n<p><strong>Para o campo da nutri&ccedil;&atilde;o, o que s&atilde;o os superalimentos? Quais s&atilde;o seus benef&iacute;cios para a sa&uacute;de humana?<\/strong><\/p>\n<p>Os superalimentos s&atilde;o frutos, legumes, vegetais e plantas ricos em nutrientes essenciais e compostos bioativos que contribuem para diversos aspectos da sa&uacute;de, desde o fortalecimento do sistema imunol&oacute;gico, sa&uacute;de intestinal e fun&ccedil;&atilde;o cognitiva at&eacute; preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas e longevidade. A vantagem de consumi-los &eacute; que por vezes &eacute; dif&iacute;cil encontrar seus nutrientes em quantidade suficiente na alimenta&ccedil;&atilde;o comum. Um exemplo disso s&atilde;o os polifen&oacute;is, um grupo de compostos bioativos encontrados em plantas, de propriedades antioxidantes e anti-inflamat&oacute;rias.<\/p>\n<p><strong>Na sua vis&atilde;o, quais s&atilde;o os superalimentos amaz&ocirc;nicos que o mundo precisa conhecer?<\/strong><\/p>\n<p>Diversos alimentos amaz&ocirc;nicos podem ser considerados superalimentos, incluindo o a&ccedil;a&iacute;, guaran&aacute;-cip&oacute;, cacau, castanha do Par&aacute;, camu-camu&hellip;Al&eacute;m dos que mencionei, vale destacar as ervas medicinais, PANCs e fungos, que possuem diversas propriedades ben&eacute;ficas para a sa&uacute;de e s&atilde;o pouco consumidos em outras regi&otilde;es do Brasil e do mundo.<\/p>\n<p><strong>Sua visita ao MuCA foi tamb&eacute;m sua primeira vez na Amaz&ocirc;nia. Qual aspecto da Floresta mais te surpreendeu?<\/strong><\/p>\n<p>A Amaz&ocirc;nia &eacute; verdadeiramente m&aacute;gica, ela te envolve e te transforma de maneiras que eu jamais imaginaria. &Eacute; imposs&iacute;vel sair de l&aacute; sem uma mudan&ccedil;a profunda. O aspecto que mais me tocou foi a profundidade do conhecimento e o dom&iacute;nio das pr&aacute;ticas ancestrais e naturais de cura pelas comunidades locais. Foi inspirador ver como essas tradi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o valorizadas e mantidas vivas por l&aacute;, algo que muitas vezes &eacute; esquecido em nosso mundo moderno.<\/p>\n<p><strong>No tempo que passou por aqui, voc&ecirc; optou por seguir uma dieta &agrave; base de superalimentos locais, cultivados na Terra Preta Ancestral. Quais foram as mudan&ccedil;as que observou na sua sa&uacute;de?<\/strong><\/p>\n<p>Antes de embarcar para a Amaz&ocirc;nia, fiz um exame de sangue completo para avaliar o impacto da alimenta&ccedil;&atilde;o no meu corpo durante a viagem. Chegando l&aacute;, a MAD nos proporcionou uma dieta &agrave; base de plantas e ingredientes locais, al&eacute;m de preparos como shots e ch&aacute;s. O impacto dessa dieta aliada ao contato constante com a natureza foi positivo no meu organismo e se refletiu no resultado dos exames bioqu&iacute;micos posteriores. Em cerca de sete dias, observamos um aumento substancial nos n&iacute;veis de minerais como magn&eacute;sio e ferro, assim como alta de hemoglobina e plaquetas, al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o nos n&iacute;veis de hemoglobina glicada e nos marcadores inflamat&oacute;rios como o PCR.<\/p>\n<p><strong>Do ponto de vista epigen&eacute;tico, de que forma o contato com a natureza complementa a pr&aacute;tica de uma dieta com superalimentos?<\/strong><\/p>\n<p>Eles se complementam porque o contato com a natureza influencia os padr&otilde;es epigen&eacute;ticos quando reduz o estresse, promove a sa&uacute;de mental e aumenta a diversidade microbiana.<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, cultivar e consumir alimentos locais beneficia nossa sa&uacute;de ao oferecer alimentos mais frescos e nutritivos, enquanto tamb&eacute;m respeita os ciclos naturais de produ&ccedil;&atilde;o e fortalece a economia local ao apoiar os produtores da regi&atilde;o. N&atilde;o &eacute; sa&uacute;de s&oacute; para o corpo, mas para toda uma sociedade e sua economia &ndash; esse &eacute; um dos significados da palavra &ldquo;bioeconomia&rdquo;.<\/p>\n<p><strong>Na sua vis&atilde;o, qual &eacute; o caminho para levar nutri&ccedil;&atilde;o de qualidade para o mundo?<\/strong><\/p>\n<p>Na minha vis&atilde;o, o caminho para levar nutri&ccedil;&atilde;o de qualidade para o mundo come&ccedil;a com tr&ecirc;s pontos-chave: acesso equitativo a alimentos nutritivos, educa&ccedil;&atilde;o nutricional e o desenvolvimento da bioeconomia. Esses tr&ecirc;s pilares combinados podem criar um sistema alimentar global mais saud&aacute;vel e sustent&aacute;vel.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.instagram.com\/mucamazonia\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.instagram.com\/mucamazonia\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/303655' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Belterra, Par\u00e1&#8211;(DINO &#8211; 22 mai, 2024) &#8211;\nDe p&eacute; h&aacute; cerca de 2 milh&otilde;es de anos, a Floresta Amaz&ocirc;nica ainda intriga cientistas. 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