{"id":94164,"date":"2024-05-21T13:21:00","date_gmt":"2024-05-21T16:21:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/danos-ambientais-podem-encontrar-respostas-nas-mediacoes\/"},"modified":"2024-05-21T13:21:00","modified_gmt":"2024-05-21T16:21:00","slug":"danos-ambientais-podem-encontrar-respostas-nas-mediacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/danos-ambientais-podem-encontrar-respostas-nas-mediacoes\/","title":{"rendered":"Danos ambientais podem encontrar respostas nas media\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Belo Horizonte, MG&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 21 mai, 2024) &#8211;<br \/>\nA trag\u00e9dia ambiental que assolou o Estado do Rio Grande do Sul desde o fim de abril ainda traz marcas dolorosas para as fam\u00edlias. O balan\u00e7o mais recente da Defesa Civil mostra que h\u00e1 mais de 600 mil pessoas desalojadas ou desabrigadas por conta das chuvas. Este \u00e9 um problema que, mesmo com o recuo do volume de \u00e1gua para o n\u00edvel normal, demandar\u00e1 muito di\u00e1logo entre o poder p\u00fablico e a popula\u00e7\u00e3o afetada.<\/p>\n<p>Ainda que as conclus\u00f5es das autoridades venham a apontar a responsabilidade apenas para os eventos clim\u00e1ticos, h\u00e1 o risco de que essa comunica\u00e7\u00e3o com os atingidos seja desgastante. Mas existem, por outro lado, meios de abrandar eventuais decis\u00f5es que indiquem a realoca\u00e7\u00e3o de pessoas para outros locais, evitando conflitos com os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos. \u00c9 o que prop\u00f5e <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.linkedin.com\/in\/camila-linhares-b598322a\/' data-mce-target='_blank'>Camila Linhares, da Unniversa Solu\u00e7\u00f5es de Conflitos, empresa especializada em media\u00e7\u00f5es e di\u00e1logos<\/a>.<\/p>\n<p>&#8216;A media\u00e7\u00e3o pode ter papel central sobre o futuro daquelas pessoas. Na esfera ambiental, o processo de media\u00e7\u00e3o serve para reparar n\u00e3o apenas os danos ecol\u00f3gicos ou \u00e0s v\u00edtimas, mas tamb\u00e9m para prevenir contra outros transtornos semelhantes no futuro e ainda para viabilizar solu\u00e7\u00f5es que assegurem a prote\u00e7\u00e3o ambiental&#8217;, pontua.<\/p>\n<p>Apesar de ser uma via extrajudicial, ou seja, que acontece fora dos tribunais, o di\u00e1logo \u00e9 um recurso respaldado pela Lei de Media\u00e7\u00e3o, como \u00e9 chamada a lei 13.140\/15. Ela funciona como um local de di\u00e1logo entre as partes envolvidas, tanto para desaven\u00e7as entre particulares quanto para conflitos que envolvem a popula\u00e7\u00e3o e o poder p\u00fablico, que funciona a partir dos interesses coletivos.<\/p>\n<p>No caso das consequ\u00eancias no Sul, segundo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.linkedin.com\/in\/daniel-secches-silva-leite-282028214\/' data-mce-target='_blank'>Daniel Secches, tamb\u00e9m da Unniversa<\/a>, ser\u00e1 preciso construir diversas decis\u00f5es em conjunto. &#8216;Muitas fam\u00edlias que viviam em \u00e1reas de risco ter\u00e3o que recome\u00e7ar suas vidas em outros lugares. Isso inevitavelmente vai impactar tamb\u00e9m na reurbaniza\u00e7\u00e3o de diversas cidades, e trar\u00e1 efeitos diretos sobre o funcionamento de pr\u00e9dios e de patrim\u00f4nios p\u00fablicos. Escolas e postos de sa\u00fade tamb\u00e9m poder\u00e3o ter de migrar para outros pontos. Alguns munic\u00edpios e vilarejos talvez tenham de ser quase que integralmente reconstru\u00eddos, de uma forma bem diferente do que era antes da trag\u00e9dia&#8217;, explica Daniel.<\/p>\n<p>&#8216;Mas essas decis\u00f5es n\u00e3o devem ser impostas. A popula\u00e7\u00e3o \u00e9 v\u00edtima da trag\u00e9dia ambiental; n\u00e3o c\u00famplice. Por isso, ser\u00e1 necess\u00e1rio ter um di\u00e1logo bastante humanizado com todas elas, para que qualquer decis\u00e3o sirva de alento para pessoas que perderam muita coisa, inclusive familiares e amigos. O que puder ser feito para evitar que a media\u00e7\u00e3o ocorra nos tribunais valer\u00e1 a pena, at\u00e9 para se evitar um desgaste e um resultado talvez at\u00e9 insatisfat\u00f3rio&#8217;, observa Camila Linhares.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.instagram.com\/unniversamultiportas' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.instagram.com\/unniversamultiportas<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/301058' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Belo Horizonte, MG&#8211;(DINO &#8211; 21 mai, 2024) &#8211;\nA trag\u00e9dia ambiental que assolou o Estado do Rio Grande do Sul desde o fim de abril ainda traz marcas dolorosas para as fam\u00edlias. 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