{"id":93733,"date":"2024-05-14T10:09:00","date_gmt":"2024-05-14T13:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/mundo-chega-a-mais-de-1-bilhao-de-obesos-diz-estudo-2\/"},"modified":"2024-05-14T10:09:00","modified_gmt":"2024-05-14T13:09:00","slug":"mundo-chega-a-mais-de-1-bilhao-de-obesos-diz-estudo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/mundo-chega-a-mais-de-1-bilhao-de-obesos-diz-estudo-2\/","title":{"rendered":"Mundo chega a mais de 1 bilh\u00e3o de obesos, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p> (<a target=\"_blank\" href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 06 mai, 2024) &#8211;<br \/>\nO n&uacute;mero de obesos no mundo ultrapassou 1 bilh&atilde;o de pessoas. A t&iacute;tulo de compara&ccedil;&atilde;o, essa quantidade representa aproximadamente cinco vezes a popula&ccedil;&atilde;o total do Brasil. &Eacute; o que revela um <a rel=\"follow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.who.int\/news\/item\/01-03-2024-one-in-eight-people-are-now-living-with-obesity\">estudo conduzido pelo cons&oacute;rcio internacional NCD-Risc com apoio da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS)<\/a>.<\/p>\n<p>Baseada em dados de 2022, o estudo estimou aproximadamente 879 milh&otilde;es de adultos e 159 milh&otilde;es de crian&ccedil;as e adolescentes com obesidade. Esse &uacute;ltimo grupo, ali&aacute;s, viu a quantidade de indiv&iacute;duos obesos quadruplicar em rela&ccedil;&atilde;o a tr&ecirc;s d&eacute;cadas atr&aacute;s.<\/p>\n<p>Para o Dr. Manoel Quintino, m&eacute;dico e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Medicina da Obesidade (SBEMO), os dados s&atilde;o &ldquo;alarmantes&rdquo;, principalmente porque a condi&ccedil;&atilde;o leva a uma maior incid&ecirc;ncia de diversos problemas de sa&uacute;de (hipertens&atilde;o, diabetes, s&iacute;ndrome metab&oacute;lica, doen&ccedil;as osteomusculares, alguns tipos de c&acirc;ncer, entre outros).<\/p>\n<p>Ele explica que o tema da obesidade &eacute; complexo e fruto de diferentes causas, que incluem o sedentarismo e os h&aacute;bitos alimentares da popula&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Alimentos ultraprocessados e hiper palat&aacute;veis, bem como fast-foods, s&atilde;o elementos constantes na dieta das pessoas. Isso por diversos motivos: desde o al&iacute;vio da ansiedade ou a recompensa ap&oacute;s um dia duro de trabalho (o famoso &lsquo;eu mere&ccedil;o&rsquo;) at&eacute; a mera satisfa&ccedil;&atilde;o de um desejo incitado por milh&otilde;es de propagandas que inundam as redes sociais&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>Dr. Manoel Quintino, no entanto, faz a ressalva de que o problema precisa ser enxergado al&eacute;m disso. Ele reconhece que h&aacute; muito preconceito e falta de informa&ccedil;&atilde;o, inclusive entre profissionais de sa&uacute;de.<\/p>\n<p>&ldquo;A obesidade ainda &eacute; vista por muitos m&eacute;dicos como uma simples escolha do paciente, a escolha de n&atilde;o &lsquo;fechar a boca&rsquo; e simplesmente comer mais. Como especialista no tratamento dessa condi&ccedil;&atilde;o, posso tranquilamente afirmar que esses profissionais est&atilde;o muito enganados&rdquo;, reflete, acrescentando que h&aacute; v&aacute;rios mecanismos patol&oacute;gicos que levam algu&eacute;m a se tornar obeso.<\/p>\n<p>Outro agravante &eacute; a dificuldade no acesso &agrave; terapia medicamentosa para a obesidade no Brasil. O m&eacute;dico relata que os medicamentos podem custar de R$ 1 mil at&eacute; R$ 10 mil, valores que est&atilde;o muito acima do poder aquisitivo de grande parte da popula&ccedil;&atilde;o, em especial das camadas mais pobres.<\/p>\n<p><strong>Obesidade entre crian&ccedil;as e adolescentes<\/strong><\/p>\n<p>Sobre o fato de a pesquisa indicar o aumento da quantidade de crian&ccedil;as e adolescentes obesos, Dr. Manoel Quintino diz que v&ecirc; essa realidade diariamente nos atendimentos a pacientes pedi&aacute;tricos.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Os motivos n&atilde;o se distanciam muito dos que levaram ao aumento da obesidade entre adultos. J&aacute; existem diversos estudos que afirmam que filhos de pais obesos t&ecirc;m chances muito aumentadas de serem crian&ccedil;as e adultos tamb&eacute;m obesos&rdquo;, complementa.<\/p>\n<p>Ele explica que essas pessoas crescem em um &ldquo;ambiente obesog&ecirc;nico&rdquo;. Isto &eacute;, uma crian&ccedil;a filha de pais sedent&aacute;rios que se alimentam mal tamb&eacute;m acabar&aacute; tendo uma dieta inadequada e fazendo pouca atividade f&iacute;sica. Com o passar do tempo, houve ainda uma mudan&ccedil;a no lazer dos mais jovens. Os equipamentos eletr&ocirc;nicos tomaram o lugar de esportes e brincadeiras ao ar livre, que resultam em menor gasto cal&oacute;rico.<\/p>\n<p><strong>Redu&ccedil;&atilde;o da obesidade<\/strong><\/p>\n<p>Para Dr. Manoel Quintino, a redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de pessoas obesas &ldquo;depende de muitos fatores, muitos mesmo&rdquo;. Ele cita que &eacute; necess&aacute;rio haver conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre o assunto para as crian&ccedil;as desde a escola e a cria&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que facilitem o acesso a tratamentos.<\/p>\n<p>A boa not&iacute;cia, diz ele, &eacute; que a ci&ecirc;ncia tem evolu&iacute;do bastante nos &uacute;ltimos anos. H&aacute;, inclusive, pesquisas com um medicamento que mostrou perdas de peso superiores aos da cirurgia bari&aacute;trica em alguns grupos.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Eu aplico a abordagem de visitas semanais, com aux&iacute;lio de uma equipe multidisciplinar. Toda semana o paciente vai acompanhando sua evolu&ccedil;&atilde;o. Isso ajuda a pessoa a se manter motivada e praticamente zera as taxas de abandono do tratamento&rdquo;, diz Dr. Manoel Quintino.<\/p>\n<p>Dr. Manoel Quintino cita um estudo assinado por diversos especialistas na <a rel=\"follow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/articles\/10.3389\/fnut.2022.851802\/full\">publica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica <em>Frontiers in Nutrition<\/em><\/a> que investigou a porcentagem de pacientes que abandonam a busca pelo emagrecimento. &rdquo;Essa taxa chega a 21% em 2 meses, 44% em 6 meses e 68,5% em 12 meses.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;O que esses dados mostram &eacute; que quanto mais de perto o paciente for acompanhado, quanto mais visto e reavaliado, maiores s&atilde;o as taxas de sucesso&rdquo;, finalizando, ressaltando a import&acirc;ncia de buscar ajuda profissional e, em hip&oacute;tese nenhuma, recorrer &agrave; automedica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>Para saber mais, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target=\"_blank\" href=\"https:\/\/drmanoelquintino.com.br\/\">https:\/\/drmanoelquintino.com.br\/<\/a>&nbsp;<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"(DINO &#8211; 06 mai, 2024) &#8211;\nO n&uacute;mero de obesos no mundo ultrapassou 1 bilh&atilde;o de pessoas. 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