{"id":93478,"date":"2024-05-08T17:59:00","date_gmt":"2024-05-08T20:59:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/especialista-explica-quem-tem-direito-a-cidadania-portuguesa\/"},"modified":"2024-05-08T17:59:00","modified_gmt":"2024-05-08T20:59:00","slug":"especialista-explica-quem-tem-direito-a-cidadania-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/especialista-explica-quem-tem-direito-a-cidadania-portuguesa\/","title":{"rendered":"Especialista explica quem tem direito \u00e0 cidadania portuguesa"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Caxias do Sul, RS&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 30 abr, 2024) &#8211;<br \/>\nA cidadania portuguesa &eacute; um direito de milh&otilde;es de brasileiros que t&ecirc;m antepassados nascidos em Portugal. De acordo com a lei portuguesa atual, filhos, netos e pessoas casadas com portugueses podem solicitar o reconhecimento do v&iacute;nculo com o pa&iacute;s. Para esclarecer todas as nuances sobre o processo, desde a entrada e separa&ccedil;&atilde;o dos documentos at&eacute; a decis&atilde;o judicial, um especialista explica o que fazer em cada etapa.<\/p>\n<p>David Manzini, CEO da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.portocidadaniaportuguesa.com.br\/'>Porto Cidadania Portuguesa<\/a>, escrit&oacute;rio especializado no reconhecimento de cidadanias para descendentes de portugueses, explica que o primeiro passo &eacute; identificar o ancestral portugu&ecirc;s na fam&iacute;lia. &ldquo;Se a pessoa for filho(a), neto(a) ou estiver casado com um cidad&atilde;o ou cidad&atilde; portuguesa, o primeiro e principal requisito para dar entrada no processo j&aacute; foi preenchido&rdquo;, comenta.<\/p>\n<p>Em seguida, Manzini destaca que existem requisitos espec&iacute;ficos para obten&ccedil;&atilde;o da dupla cidadania, de acordo com o grau de parentesco do solicitante. &ldquo;Se for no caso de um filho e neto, a cidadania <em>jus sanguinis <\/em>(direito de sangue) &eacute; mais simples de ser comprovada&rdquo;.<\/p>\n<p>No caso de bisnetos, Manzini ensina que existe uma maneira de estar apto mesmo assim. &ldquo;Se um dos pais ou av&oacute;s que seja filho(a) ou neto(a) do portugu&ecirc;s estiver vivo, basta que seja feito o seu reconhecimento por primeiro para que, em seguida, o bisneto fa&ccedil;a o mesmo. Dessa forma, a pessoa vai se qualificar ao reconhecimento <em>jus sanguinis <\/em>por ser neta e filha de cidad&atilde;os portugueses&rdquo;, salienta.<\/p>\n<p><strong>Cidadania portuguesa por casamento<\/strong><\/p>\n<p>Quando se trata da cidadania portuguesa por casamento, existe a d&uacute;vida de como ficam as pessoas casadas antes de 03 de outubro de 1981, data em que foi promulgada a lei da cidadania. Ou seja, se nesse caso h&aacute; ou n&atilde;o o direito.<\/p>\n<p>Para situa&ccedil;&otilde;es assim, Manzini explica que somente as mulheres casadas antes de 1981 t&ecirc;m esse direito. &ldquo;Estrangeira esposa de cidad&atilde;o portugu&ecirc;s, seja nascido em Portugal ou com a cidadania atribu&iacute;da posteriormente, tem direito desde a data do casamento, de acordo com as atualiza&ccedil;&otilde;es mais recentes da lei&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Al&eacute;m disso, para casamentos posteriores &agrave; 1981 &#8211; e nesse caso os homens tamb&eacute;m se enquadram &#8211; &eacute; necess&aacute;rio cumprir alguns requisitos. &ldquo;A lei da nacionalidade prev&ecirc; que o estrangeiro precisa estar casado h&aacute; mais de tr&ecirc;s anos se tiver filho em comum ou seis anos sem filhos. Somente depois disso, pode prestar a &lsquo;declara&ccedil;&atilde;o de vontade&rsquo;, sinalizando que deseja ter a dupla cidadania&rdquo;, comenta Manzini.<\/p>\n<p><strong>Quem nasceu em Portugal tamb&eacute;m pode solicitar a cidadania<\/strong><\/p>\n<p>Pessoas que nascem em Portugal, mas t&ecirc;m pais estrangeiros e n&atilde;o cidad&atilde;os, tamb&eacute;m podem solicitar o reconhecimento da cidadania portuguesa. Para isso, contudo, &eacute; necess&aacute;rio cumprir alguns requisitos. &ldquo;Ao nascer, &eacute; preciso que um dos pais resida legalmente no pa&iacute;s por pelo menos um ano e n&atilde;o esteja a servi&ccedil;o a nenhum outro pa&iacute;s, seja da Europa ou n&atilde;o&rdquo;, explica Manzini.<\/p>\n<p>No caso da cidadania portuguesa por tempo de resid&ecirc;ncia, o estrangeiro precisa morar por pelo menos cinco anos em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s. De acordo com o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/diariodarepublica.pt\/dr\/legislacao-consolidada\/lei\/1981-34536975'>art. 6&ordm;, n&ordm; 1 da Lei Org&acirc;nica 02\/2018 de 5 de julho<\/a>, o prazo para resid&ecirc;ncia legal &eacute; de cinco anos e n&atilde;o mais de seis anos, como era anteriormente.<\/p>\n<p>J&aacute; com base no art. 15&ordm;, a resid&ecirc;ncia legal pode ser tanto ininterrupta quanto intercalada, para efeitos do pedido de nacionalidade. Por&eacute;m, esses per&iacute;odos interrompidos n&atilde;o podem ultrapassar a soma de 15 anos.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.portocidadaniaportuguesa.com.br\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.portocidadaniaportuguesa.com.br\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/302301' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Caxias do Sul, RS&#8211;(DINO &#8211; 30 abr, 2024) &#8211;\nA cidadania portuguesa &eacute; um direito de milh&otilde;es de brasileiros que t&ecirc;m antepassados nascidos em Portugal. 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