{"id":93436,"date":"2024-05-08T16:53:00","date_gmt":"2024-05-08T19:53:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/representacao-feminina-tem-baixa-em-hollywood\/"},"modified":"2024-05-08T16:53:00","modified_gmt":"2024-05-08T19:53:00","slug":"representacao-feminina-tem-baixa-em-hollywood","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/representacao-feminina-tem-baixa-em-hollywood\/","title":{"rendered":"Representa\u00e7\u00e3o feminina tem baixa em Hollywood"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 08 mai, 2024) &#8211;<br \/>\nUm estudo da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/annenberg.usc.edu\/news\/research-and-impact\/2023-was-historic-low-women-leadsco-leads-top-films'>USC Annenberg Inclusion Initiative<\/a>, publicado em fevereiro, mostrou que o n&uacute;mero de protagonistas femininas nos filmes de Hollywood atingiu seu n&iacute;vel mais baixo em 10 anos.<\/p>\n<p>Apesar do sucesso de US$ 1,4 bilh&atilde;o de &ldquo;Barbie&rdquo;, dos 100 melhores filmes do ano passado, apenas 30 apresentavam uma protagonista ou co-protagonista feminina, o pior resultado desde 2014. Esta &eacute; uma queda substancial em rela&ccedil;&atilde;o a 2022, quando 44 filmes tinham uma protagonista feminina.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio detalha ainda a porcentagem de filmes com protagonistas meninas ou mulheres por distribuidora. Walt Disney Studios e Paramount Pictures ocuparam os primeiros lugares, enquanto Universal Pictures e Lionsgate Films ficaram em &uacute;ltimo.&nbsp;<\/p>\n<p>Essas descobertas contrastam fortemente com o que os pesquisadores observaram no conte&uacute;do da Netflix, onde mais da metade de todos os longas-metragens desde 2019 retrataram uma protagonista ou co-protagonista feminina.<\/p>\n<p>A mesma tend&ecirc;ncia aparece nos filmes independentes, onde um estudo mostra que as diretoras est&atilde;o com mais tempo de exibi&ccedil;&atilde;o em festivais do que nunca.<\/p>\n<p>Este ano, no Festival de Cinema de Tribeca, as realizadoras superaram em n&uacute;mero os seus pares masculinos &ndash; uma tend&ecirc;ncia detalhada no novo estudo de Martha M. Lauzen publicado pela <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/variety.com\/2023\/film\/festivals\/indie-women-study-women-made-films-on-rise-1235720426\/'>Variety<\/a> sobre a inclus&atilde;o feminina nos principais festivais de cinema norte-americanos.<\/p>\n<p>Na pesquisa, Lauzen encontrou uma correla&ccedil;&atilde;o importante: &ldquo;Os filmes com pelo menos uma realizadora mulher t&ecirc;m percentagens substancialmente mais elevadas de mulheres trabalhando como escritoras, montadoras e diretoras de fotografia do que os filmes com realizadores masculinos&rdquo;, diz.<\/p>\n<p>Co-fundadora da Rhiza, uma produtora independente que atua em S&atilde;o Paulo e Los Angeles, <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.imdb.com\/name\/nm10287334\/'>Claudia Chakmati<\/a> conta que h&aacute; um clima de &ldquo;ningu&eacute;m solta a m&atilde;o de ningu&eacute;m&rdquo; entre as mulheres na ind&uacute;stria do cinema. &ldquo;As que conquistaram posi&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a est&atilde;o agora tentando trazer mais mulheres para o set&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>Claudia produziu o curta &ldquo;<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.chloedecarvalho.com\/portfolio\/the-long-way-home'>The Long Way Home<\/a>&rdquo;, da diretora carioca Chlo&euml; de Carvalho, selecionado para o AFI DWW+ 2024. Al&eacute;m da narrativa feminina &ndash; onde a protagonista, m&atilde;e solteira, embarca com a filha de oito anos em uma investiga&ccedil;&atilde;o para desmascarar uma empresa farmac&ecirc;utica &ndash;, o filme conta com equipe composta majoritariamente por mulheres. &ldquo;As integrantes que eram m&atilde;es ganharam adicional para creche ou bab&aacute;&rdquo;, conta Claudia. &ldquo;S&atilde;o atitudes como essa que podem ajudar a ind&uacute;stria do cinema a ser mais inclusiva&rdquo;, completa.<\/p>\n<p>Enquanto isso, a sub-representa&ccedil;&atilde;o feminina na maior premia&ccedil;&atilde;o do cinema continua um problema persistente. Em 96 edi&ccedil;&otilde;es do <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.weforum.org\/agenda\/2024\/03\/oscars-film-industry-gender-parity\/'>Oscar<\/a>, apenas 17% dos nomeados s&atilde;o mulheres. Nove mulheres foram indicadas ao pr&ecirc;mio de &ldquo;melhor dire&ccedil;&atilde;o&rdquo;, dentre 474 indicados; at&eacute; hoje, somente tr&ecirc;s levaram a estatueta, contra 93 pr&ecirc;mios entregues a diretores homens.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/annenberg.usc.edu\/news\/research-and-impact\/2023-was-historic-low-women-leadsco-leads-top-films' rel=\"follow noopener\">https:\/\/annenberg.usc.edu\/news\/research-and-impact\/2023-was-historic-low-women-leadsco-leads-top-films<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/304140' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"S\u00e3o Paulo&#8211;(DINO &#8211; 08 mai, 2024) &#8211;\nUm estudo da USC Annenberg Inclusion Initiative, publicado em fevereiro, mostrou que o n&uacute;mero de protagonistas femininas nos filmes de Ho","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-93436","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93436","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=93436"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93436\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=93436"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=93436"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=93436"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}