{"id":92972,"date":"2024-04-26T14:26:00","date_gmt":"2024-04-26T17:26:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/cremacao-pratica-milenar-ganha-espaco-no-brasil\/"},"modified":"2024-04-26T14:26:00","modified_gmt":"2024-04-26T17:26:00","slug":"cremacao-pratica-milenar-ganha-espaco-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/cremacao-pratica-milenar-ganha-espaco-no-brasil\/","title":{"rendered":"Crema\u00e7\u00e3o: pr\u00e1tica milenar ganha espa\u00e7o no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 26 abr, 2024) &#8211;<br \/>\nAo longo da Hist&oacute;ria, a humanidade desenvolveu m&eacute;todos para lidar com a morte de acordo com diferentes culturas, cren&ccedil;as e tradi&ccedil;&otilde;es. Um deles &eacute; a crema&ccedil;&atilde;o, em que h&aacute; a incinera&ccedil;&atilde;o do corpo da pessoa at&eacute; ser transformado em cinzas.&nbsp;<\/p>\n<p>A pr&aacute;tica remonta a milhares de anos. Segundo a <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.britannica.com\/topic\/cremation'><em>Encyclopaedia Britannica<\/em><\/a>, plataforma voltada para educa&ccedil;&atilde;o e pesquisa, a crema&ccedil;&atilde;o em fogueiras abertas foi introduzida no mundo ocidental pelos gregos, por volta do ano 1000 a.C. (antes de Cristo). Os antigos romanos seguiram esse m&eacute;todo e tamb&eacute;m cremavam seus &ldquo;her&oacute;is militares&rdquo;.<\/p>\n<p>Obviamente, na &eacute;poca, a crema&ccedil;&atilde;o era diferente. N&atilde;o havia as t&eacute;cnicas e os cuidados atuais, como uso de fornos especiais, padr&otilde;es de seguran&ccedil;a e empresas especializadas ? estes s&atilde;o resultado de um processo de evolu&ccedil;&atilde;o e aprimoramento conquistados ao longo dos s&eacute;culos.<\/p>\n<p><strong>Crema&ccedil;&atilde;o no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>O Cremat&oacute;rio Vila Alpina, em S&atilde;o Paulo (SP), &eacute; reconhecido como o primeiro do Brasil. De acordo com seu <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/crematorio.vilalpina.com.br\/sobre-nos.html'>site oficial<\/a>, come&ccedil;ou a funcionar em 1974. A crema&ccedil;&atilde;o, inclusive, est&aacute; prevista na <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/leis\/l6015compilada.htm'>lei federal 6.015\/73<\/a> e tamb&eacute;m j&aacute; motivou diferentes projetos no Congresso, como um que determina a implanta&ccedil;&atilde;o de cremat&oacute;rios p&uacute;blicos em munic&iacute;pios com mais de 200 mil habitantes (<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.camara.leg.br\/proposicoesWeb\/fichadetramitacao?idProposicao=585114'>PL 5962\/2013<\/a>).<\/p>\n<p><a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.terra.com.br\/noticias\/no-brasil-8-a-9-dos-mortos-sao-cremados-diz-pesquisa,dddfcde60ac8adc405e8b4f1ba3af5f4o4kx4gke.html'>Dados<\/a> do Sindicato dos Cemit&eacute;rios e Cremat&oacute;rios Particulares do Brasil (Sincep) indicam que entre 8% a 9% dos mortos no pa&iacute;s s&atilde;o cremados. Na vis&atilde;o de Vinicius Mello, diretor-executivo do Grupo Riopae, a crema&ccedil;&atilde;o tem se tornado uma pr&aacute;tica mais comum nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. A empresa na qual ele atua inaugurou, em 2023, o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/valor.globo.com\/patrocinado\/dino\/noticia\/2024\/01\/24\/sao-joao-de-meriti-inaugura-complexo-crematorio.ghtml'>Cremat&oacute;rio Metropolitano S&atilde;o Jo&atilde;o Batista<\/a>, na cidade de S&atilde;o Jo&atilde;o de Meriti (RJ), a cerca de 27 quil&ocirc;metros da capital do estado.<\/p>\n<p>&ldquo;Um dos principais motivos para a crescente popularidade da crema&ccedil;&atilde;o &eacute; sua pegada ambiental reduzida. Em compara&ccedil;&atilde;o com o enterro tradicional, a crema&ccedil;&atilde;o evita a contamina&ccedil;&atilde;o do solo por produtos qu&iacute;micos presentes nos caix&otilde;es e &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o muito mais sustent&aacute;vel&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>Mello destaca ainda um fator considerado importante para algu&eacute;m que est&aacute; se despedindo de um ente querido: a memorializa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Com as cinzas, as pessoas podem escolher v&aacute;rias maneiras de homenagear a mem&oacute;ria do falecido, como espalh&aacute;-las em locais especiais, transform&aacute;-las em joias comemorativas ou, at&eacute; mesmo, mant&ecirc;-las em urnas, em casa&rdquo;.&nbsp;<\/p>\n<p>Essa versatilidade permite que as fam&iacute;lias criem rituais personalizados de acordo com suas necessidades emocionais e culturais, complementa Mello. Outro aspecto a ser considerado, na vis&atilde;o do especialista, &eacute; a quest&atilde;o econ&ocirc;mica. Ele alega que os custos variam, mas, em geral, a crema&ccedil;&atilde;o &eacute; mais acess&iacute;vel do que o enterro tradicional.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;Isso pode ser especialmente significativo em um momento em que as fam&iacute;lias enfrentam desafios financeiros e buscam maneiras de honrar seus entes queridos sem sobrecarregar o or&ccedil;amento&rdquo;, aponta.<\/p>\n<p>Mello reconhece que alguns pontos podem ser aprimorados no setor de crema&ccedil;&atilde;o para que o m&eacute;todo se torne mais popular e aceito pelas pessoas. Entre as estrat&eacute;gias, ele cita a necessidade de fazer campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre os benef&iacute;cios ambientais da pr&aacute;tica, abordar o assunto em meios de comunica&ccedil;&atilde;o e trabalhar em colabora&ccedil;&atilde;o com institui&ccedil;&otilde;es religiosas.&nbsp;<\/p>\n<p>O especialista ressalta a import&acirc;ncia de colaborar com o poder p&uacute;blico na constru&ccedil;&atilde;o de projetos que promovam a crema&ccedil;&atilde;o como uma op&ccedil;&atilde;o vi&aacute;vel.&nbsp; &ldquo;Ao adotar uma abordagem multifacetada, que aborda quest&otilde;es financeiras, culturais, religiosas, ambientais e pessoais, &eacute; poss&iacute;vel disseminar amplamente a pr&aacute;tica. &Agrave; medida que mais gente reconhe&ccedil;a esses benef&iacute;cios, a crema&ccedil;&atilde;o continuar&aacute; ganhando destaque&rdquo;, resume.&nbsp;<\/p>\n<p>Para saber mais, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.crematoriosaojoao.com.br\/home'>https:\/\/www.crematoriosaojoao.com.br\/home<\/a><\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"(DINO &#8211; 26 abr, 2024) &#8211;\nAo longo da Hist&oacute;ria, a humanidade desenvolveu m&eacute;todos para lidar com a morte de acordo com diferentes culturas, cren&ccedil;as e tradi&amp;ccedi","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-92972","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92972","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92972"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92972\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92972"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92972"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92972"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}