{"id":92568,"date":"2024-04-18T11:03:00","date_gmt":"2024-04-18T14:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/medo-de-falar-em-publico-prejudica-evolucao-profissional\/"},"modified":"2024-04-18T11:03:00","modified_gmt":"2024-04-18T14:03:00","slug":"medo-de-falar-em-publico-prejudica-evolucao-profissional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/medo-de-falar-em-publico-prejudica-evolucao-profissional\/","title":{"rendered":"Medo de falar em p\u00fablico prejudica evolu\u00e7\u00e3o profissional"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Belo Horizonte (MG)&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 18 abr, 2024) &#8211;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p>Na vida adulta, o medo de falar em p&uacute;blico &eacute; interpretado como um dos maiores temores da humanidade. At&eacute; mesmo entre uma parcela populacional onde a desinibi&ccedil;&atilde;o &eacute; uma atividade recorrente, o inc&ocirc;modo de falar ao ser expectado por algu&eacute;m persiste.<\/p>\n<p>&Eacute; o caso do p&uacute;blico universit&aacute;rio. Ao menos &eacute; o que indica um <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/repositorio.ufmg.br\/bitstream\/1843\/35290\/1\/Medo%20de%20falar%20em%20p%C3%BAblico%20e%20timidez%20em%20universit%C3%A1rios-%20Anna%20Carolina%20Ferreira%20Marinho%20%281%29.pdf'>estudo<\/a> desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Conforme apura&ccedil;&atilde;o, existe alta preval&ecirc;ncia de sintomas som&aacute;ticos do medo de falar em p&uacute;blico em universit&aacute;rios (59,7%).<\/p>\n<p>Os sintomas som&aacute;ticos mais frequentes apresentados neste estudo foram a respira&ccedil;&atilde;o ofegante (95,6%) e taquicardia (64,7%). A maioria dos universit&aacute;rios se autoavaliaram negativamente e destacaram pontos que acreditam ser motivadores para a dificuldade em falar p&uacute;blico. Como uma m&aacute; sonoridade da voz (55,2%), baixa capacidade de influenciar o outro com o discurso (53,0%) e dificuldade em captar ou manter aten&ccedil;&atilde;o do ouvinte (57,6%).<\/p>\n<p>Diante de quadros como esses, uma d&uacute;vida recorrente &eacute;: como superar esse medo e falar em alta performance? O <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.instagram.com\/falarmelhor\/'>professor Rodrigo Moreira, fonoaudi&oacute;logo especialista em orat&oacute;ria<\/a>, destaca que a preval&ecirc;ncia desse estudo n&atilde;o enquadra somente aos universit&aacute;rios, mas a qualquer pessoa que enfrenta tal dificuldade.<\/p>\n<p>&ldquo;Percebo essa dificuldade do brasileiro em falar em p&uacute;blico em comunidades muito distintas. Universit&aacute;rios, grandes empres&aacute;rios, alunos de ensino m&eacute;dio e at&eacute; figuras pol&iacute;ticas. Entendo que isso ocorre porque a autoimagem, a reputa&ccedil;&atilde;o ou os planos estar&atilde;o em risco ao ser o centro das aten&ccedil;&otilde;es. Essa realidade psicol&oacute;gica faz o corpo liberar os neurotransmissores do stress, que s&atilde;o a adrenalina e o cortisol, preparando o corpo para fugir, lutar ou congelar&rdquo;, completa.<\/p>\n<p>Para o Rodrigo, uma das formas que o corpo encontra de fugir da experi&ecirc;ncia de falar quando n&atilde;o est&aacute; preparado &eacute; tendo o famoso &ldquo;branco&rdquo; antes da apresenta&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a situa&ccedil;&atilde;o de falar lutando &eacute; aquela na qual o orador entra no palco se sentindo uma presa, com a cara fechada, encarando o p&uacute;blico como sendo um predador, fala r&aacute;pido e vai embora, n&atilde;o querendo nem saber depois o que aconteceu.<\/p>\n<p>Em contrapartida, existem m&eacute;todos para falar melhor. &ldquo;&Eacute; poss&iacute;vel treinar t&eacute;cnicas de orat&oacute;ria para o comunicador transmitir sua mensagem com uma &oacute;tima express&atilde;o verbal, seja em p&uacute;blico, seja com apenas uma pessoa, seja no mundo presencial, seja on-line com uma excelente linguagem corporal, um racioc&iacute;nio bem organizado e um adequado gerenciamento das emo&ccedil;&otilde;es. De maneira simples, &eacute; poss&iacute;vel auxiliar uma pessoa a praticar o &lsquo;falar em p&uacute;blico&rsquo; atrav&eacute;s de din&acirc;micas filmadas e analisadas pelo professor. Dessa forma o aluno conseguir&aacute; identificar e eliminar suas dificuldades de orat&oacute;ria e fortalecer com consci&ecirc;ncia seus pontos fortes, realizando apresenta&ccedil;&otilde;es cada vez mais eficazes&rdquo;, argumenta.<\/p>\n<p>No fim das contas, Rodrigo assinala o quanto a boa orat&oacute;ria &eacute; essencial para o desenvolvimento n&atilde;o somente dos universit&aacute;rios dentro da academia, mas tamb&eacute;m em toda trajet&oacute;ria profissional. &ldquo;Hoje em dia, com o mercado de trabalho t&atilde;o competitivo e com os processos seletivos se faz necess&aacute;ria a diferencia&ccedil;&atilde;o dos profissionais pelos detalhes e o desenvolvimento de habilidades cada vez mais espec&iacute;ficas. Falar bem faz parte destes requisitos. O desenvolvimento da habilidade da comunica&ccedil;&atilde;o profissional e orat&oacute;ria &eacute; algo que ocorre com o aprendizado de t&eacute;cnicas. Portanto, falar melhor &eacute; treino e, mesmo uma pessoa extrovertida, que a princ&iacute;pio dir&iacute;amos possuir o dom da palavra, pode errar no uso da comunica&ccedil;&atilde;o e precisa reparar isto&rdquo;, finaliza.<\/p>\n<p><strong>Sobre Rodrigo Moreira<\/strong><\/p>\n<p>Fonoaudi&oacute;logo especializado em orat&oacute;ria, Rodrigo Moreira &eacute; fundador do Instituto Brasileiro de Orat&oacute;ria (IBRO) em 2017 e, antes disso, fundamentou o M&eacute;todo Falar Melhor com did&aacute;tica &uacute;nica, exclusiva e motivacional. Foram mais de 15 mil alunos treinados neste e em outros de seus cursos. Al&eacute;m disso, atua como Professor de Cursos de Extens&atilde;o no ensino superior, ministra cursos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o presenciais e online, em empresas juniores, em parcerias com diret&oacute;rios acad&ecirc;micos e diversas outras empresas espalhadas pelo Brasil, al&eacute;m de ser formador de fonoaudi&oacute;logos para ensinar orat&oacute;ria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.linkedin.com\/in\/falarmelhor\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.linkedin.com\/in\/falarmelhor\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/300560' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Belo Horizonte (MG)&#8211;(DINO &#8211; 18 abr, 2024) &#8211;\n&nbsp;\nNa vida adulta, o medo de falar em p&uacute;blico &eacute; interpretado como um dos maiores temores da humanidade. 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