{"id":92254,"date":"2024-04-12T17:42:00","date_gmt":"2024-04-12T20:42:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/diferenca-social-afeta-prevencao-do-cancer-de-mama\/"},"modified":"2024-04-12T17:42:00","modified_gmt":"2024-04-12T20:42:00","slug":"diferenca-social-afeta-prevencao-do-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/diferenca-social-afeta-prevencao-do-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Diferen\u00e7a social afeta preven\u00e7\u00e3o do C\u00e2ncer de Mama"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo,SP&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 12 abr, 2024) &#8211;<br \/>\nNa batalha contra o c&acirc;ncer de mama, a realiza&ccedil;&atilde;o de exames peri&oacute;dicos assume um papel crucial na conscientiza&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o de preven&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a. O diagn&oacute;stico precoce &eacute; o fator primordial para aumentar a taxa de sobrevida das mulheres que enfrentam a patologia, pois permite que tratamentos eficazes sejam iniciados o quanto antes. Al&eacute;m disso, a detec&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida contribui para a redu&ccedil;&atilde;o dos custos de sa&uacute;de associados ao tratamento avan&ccedil;ado. <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'>Entre 30% e 50% dos c&acirc;nceres podem ser prevenidos por meio da implementa&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias baseadas em evid&ecirc;ncias para a preven&ccedil;&atilde;o.<\/a><\/p>\n<p>No entanto, na pr&aacute;tica, observa-se que a consulta com especialistas n&atilde;o &eacute; t&atilde;o disseminada quanto deveria ser, especialmente entre os grupos mais vulner&aacute;veis. De acordo com a pesquisa Datafolha: O que as mulheres brasileiras sabem sobre o c&acirc;ncer de mama, atitudes e percep&ccedil;&otilde;es sobre a doen&ccedil;a, encomendada pela Gilead Sciences Brasil, sete em cada dez entrevistadas se consultaram com um ginecologista no per&iacute;odo dos &uacute;ltimos 6 meses a 1 ano. O resultado demonstra que 85% das mulheres pertencentes &agrave;s classes A\/B realizaram consultas m&eacute;dicas. <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'>O n&uacute;mero cai para 59% entre as entrevistadas pertencentes &agrave;s classes D\/E. Diante disso, os grupos mais vulner&aacute;veis se consideram at&eacute; 7 vezes menos informados sobre o c&acirc;ncer de mama.<\/a><\/p>\n<p>Os n&uacute;meros evidenciam a desigualdade significativa em termos de informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis e acesso facilitado a exames preventivos para ambos os grupos. &#8216;&Eacute; fundamental garantir que todas elas tenham igualdade de oportunidades no acesso &agrave; assist&ecirc;ncia m&eacute;dica. O estudo revela claramente como as barreiras ao acesso ao conhecimento sobre c&acirc;ncer afetam de maneira desproporcional diferentes popula&ccedil;&otilde;es, em especial as dos estados Norte e Centro-Oeste, pobres, com baixa escolaridade e negras&#8217;, destaca Fl&aacute;via Andreghetto, Diretora Associada de Oncologia na Gilead Sciences.<\/p>\n<p><strong>O ACESSO &Agrave; INFORMA&Ccedil;&Atilde;O E A DESIGUALDADE NO CONHECIMENTO<\/strong><\/p>\n<p>A falta de equidade na informa&ccedil;&atilde;o sobre o c&acirc;ncer de mama se traduz em preocupantes disparidades na qualidade de vida das mulheres. <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'>Categorias que demonstram enfrentar desafios na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es adequadas s&atilde;o pessoas das classes D\/E (42%) e negras (35%).<\/a><\/p>\n<p>Mamografias, exames cl&iacute;nicos e autoexamess&atilde;o realizados por cerca de dois ter&ccedil;os das entrevistadas quando incentivadas, entretanto, a distribui&ccedil;&atilde;o revela desigualdade. A mamografia, por exemplo, &eacute; mais comum entre as com idades entre 40 e 59 anos, bem como entre aquelas pertencentes &agrave;s classes A\/B e com n&iacute;veis mais elevados de escolaridade. &#8216;&Eacute; importante disseminar conhecimento de maneiras diferentes e que atraiam a aten&ccedil;&atilde;o, promovendo conversas abertas sobre o tema com pessoas de variadas origens. A realidade preocupante da detec&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer em est&aacute;gios mais avan&ccedil;ados pode ser minimizada por meio de estrat&eacute;gias assertivas que incentivem a busca por mamografias e por exames cl&iacute;nicos, entre outros&rdquo;, enfatiza Fl&aacute;via.<\/p>\n<p>Segundo os resultados da pesquisa, apenas 49% das mulheres fazem a mamografia regularmente. Essa taxa varia significativamente de acordo com a divis&atilde;o socioecon&ocirc;mica,<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'> com 60% das mulheres das classes A\/B submetendo-se ao exame, em contraste com apenas 37% das classes D\/E.<\/a> Al&eacute;m disso, a disparidade educacional &eacute; evidente,<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'> com 62% das mulheres com n&iacute;vel superior realizando o exame regularmente, enquanto apenas 44% daquelas com ensino fundamental o fazem. Os motivos para a realiza&ccedil;&atilde;o do exame s&atilde;o diversos: 20% das entrevistadas o fazem porque o m&eacute;dico recomendou, enquanto 16% o fazem devido &agrave; preocupa&ccedil;&atilde;o com a sensa&ccedil;&atilde;o de um caro&ccedil;o ou n&oacute;dulo.<\/a> No entanto, a pesquisa tamb&eacute;m revela que <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'>42% das mulheres n&atilde;o fazem o exame regularmente por se considerarem jovens demais, enquanto 30% o deixam de fazer simplesmente porque o m&eacute;dico n&atilde;o solicitou.<\/a><\/p>\n<p>Quando se trata de conhecimento sobre os diferentes tipos de tratamento, o<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'>bserva-se que apenas 38% das pessoas pertencentes &agrave; classe D\/E com ensino fundamental consideram-se informadas, sendo que somente 25% est&atilde;o cientes da radioterapia e 44% est&atilde;o desinformadas quanto a essa op&ccedil;&atilde;o.<\/a> No contexto das mulheres de origem afrodescendente, <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'>constatou-se que 40% delas t&ecirc;m conhecimento sobre a quimioterapia, enquanto apenas 29% est&atilde;o informadas sobre a radioterapia, e 39% ainda carecem de informa&ccedil;&otilde;es a esse respeito.<\/a>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>METODOLOGIA DA PESQUISA DATAFOLHA<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa foi realizada por um grupo de mulheres com idades entre 25 e 65 anos, apresentando uma m&eacute;dia de idade de 43 anos. O estudo envolveu entrevistadas de diversas classes sociais, com uma representa&ccedil;&atilde;o de 48% na classe C, 36% nas classes D\/E, 15% na classe B e 2% na classe A. Tamb&eacute;m abrangeu pessoas do sexo feminino de diversas localidades, incluindo cidades grandes e pequenas, capitais e regi&otilde;es do interior, com uma distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica de 43% na regi&atilde;o Sudeste, 26% no Nordeste, 16% na regi&atilde;o Norte\/Centro-Oeste e 14% na regi&atilde;o Sul.<\/p>\n<p><a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/docs.google.com\/presentation\/d\/1gHOSUWHcBvTRwnzvVAGjnUVdxV-G5gjN\/edit'>No total, foram realizadas 1.007 entrevistas em um estudo quantitativo conduzido entre 24 de novembro e 14 de dezembro de 2022. O question&aacute;rio teve uma dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 18 minutos e os resultados apresentaram uma margem de erro de at&eacute; 3%, com um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%.<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.gilead.com\/utility\/global-operations\/south-america\/brazil\/portuguese-translation' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.gilead.com\/utility\/global-operations\/south-america\/brazil\/portuguese-translation<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/302975' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"S\u00e3o Paulo,SP&#8211;(DINO &#8211; 12 abr, 2024) &#8211;\nNa batalha contra o c&acirc;ncer de mama, a realiza&ccedil;&atilde;o de exames peri&oacute;dicos assume um papel crucial na conscientiza&amp;cced","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-92254","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92254","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=92254"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/92254\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=92254"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=92254"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=92254"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}