{"id":91250,"date":"2024-03-22T14:21:00","date_gmt":"2024-03-22T17:21:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/corredores-amadores-sao-mais-propensos-a-lesoes-diz-estudo\/"},"modified":"2024-03-22T14:21:00","modified_gmt":"2024-03-22T17:21:00","slug":"corredores-amadores-sao-mais-propensos-a-lesoes-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/corredores-amadores-sao-mais-propensos-a-lesoes-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Corredores amadores s\u00e3o mais propensos a les\u00f5es, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 22 mar, 2024) &#8211;<br \/>\nN&atilde;o &eacute; preciso muita pesquisa para saber que a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios faz bem para a sa&uacute;de. O <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/bvsms.saude.gov.br\/bvs\/publicacoes\/guia_atividade_fisica_populacao_brasileira.pdf'>Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de<\/a> define atividade f&iacute;sica como &ldquo;comportamento que envolve os movimentos volunt&aacute;rios do corpo, com gasto de energia acima do n&iacute;vel de repouso, promovendo intera&ccedil;&otilde;es sociais e com o ambiente&rdquo;.<\/p>\n<p>Segundo dados da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.who.int\/news-room\/fact-sheets\/detail\/physical-activity'>Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de<\/a> (OMS), adultos entre 18 e 64 anos devem praticar, no m&iacute;nimo, 150&ndash;300 minutos de atividade f&iacute;sica aer&oacute;bica de intensidade moderada. Pode parecer muito, mas, ao dividir por cinco, resulta em uma m&eacute;dia de 30 a 60 minutos de exerc&iacute;cios por dia.<\/p>\n<p>Seja muscula&ccedil;&atilde;o, caminhada, dan&ccedil;a, futebol, n&atilde;o importa: &eacute; preciso se mexer para garantir uma boa sa&uacute;de em todas as fases da vida. E dentre as diferentes modalidades existentes, a corrida &eacute; uma das que t&ecirc;m mais adeptos.<\/p>\n<p>Contudo, engana-se quem pensa que basta cal&ccedil;ar um par de t&ecirc;nis e sair correndo por a&iacute;. De acordo com um artigo publicado pela <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.scielo.br\/j\/rbort\/a\/nxR6ymzvytRzPj33gPH4tsf\/?format=pdf'>Revista Brasileira de Ortopedia<\/a> (RBO), a pr&aacute;tica esportiva amadora pode levar o indiv&iacute;duo a les&otilde;es f&iacute;sicas at&eacute; maiores do que as sofridas por atletas profissionais.<\/p>\n<p>Segundo a fisioterapeuta Nayra Rabelo, &eacute; importante um profissional de sa&uacute;de acompanhar esse processo. &ldquo;A corrida imp&otilde;e uma carga extra sobre m&uacute;sculos e outros tecidos do corpo, em especial dos membros inferiores e da coluna&rdquo;, comenta.<\/p>\n<p>&ldquo;Isso se intensifica ainda mais quando falamos de corredores que querem performar no esporte em um curto per&iacute;odo de tempo ou naqueles que j&aacute; apresentaram alguma les&atilde;o ao longo da pr&aacute;tica&rdquo;, ressalta a fisioterapeuta. Ou seja, para quem j&aacute; se machucou de alguma forma ou busca resultados r&aacute;pidos, o acompanhamento profissional &eacute; imprescind&iacute;vel.<\/p>\n<p><strong>Cuidado extra com p&eacute;s, tornozelos e joelhos<\/strong><\/p>\n<p>Ainda de acordo com o artigo da RBO, as les&otilde;es mais comuns s&atilde;o leves, como entorses, bolhas, escoria&ccedil;&otilde;es, distens&otilde;es e contus&otilde;es. No entanto, registros mais graves, como fraturas, tamb&eacute;m podem ocorrer.<\/p>\n<p>Como dito anteriormente pela fisioterapeuta, as &aacute;reas mais suscet&iacute;veis &agrave;s les&otilde;es s&atilde;o os membros inferiores. O artigo cita que les&otilde;es em joelhos variam entre 7,2 e 50% do total; les&otilde;es de p&eacute; entre 5,7 e 39,3%; e de tornozelo, entre 3,9 e 16,6%.&nbsp;<\/p>\n<p>Rabelo afirma que n&atilde;o existe receita m&aacute;gica para evitar machucados durante a corrida. &ldquo;Les&atilde;o &eacute; um conceito multifatorial, ent&atilde;o infelizmente n&atilde;o existe uma receita de bolo que possamos divulgar para evit&aacute;-las de forma geral e em larga escala.&rdquo;<\/p>\n<p>Ela explica que &eacute; importante n&atilde;o pular etapas na evolu&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio e aumentar o volume e a intensidade gradualmente. &ldquo;Per&iacute;odos de repouso entre treinos e um suporte muscular como retaguarda s&atilde;o boas a&ccedil;&otilde;es que podemos tomar na tentativa de reduzir o risco de maiores estresses sobre o corpo.&rdquo;<\/p>\n<p><strong>O sucesso da corrida est&aacute; al&eacute;m do preparo f&iacute;sico<\/strong><\/p>\n<p>Quem j&aacute; cal&ccedil;ou um t&ecirc;nis e come&ccedil;ou a praticar corrida &ldquo;do nada&rdquo; seguramente j&aacute; enfrentou dificuldades como c&atilde;ibras, fadiga muscular, bolhas, assaduras e talvez at&eacute; tor&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<\/p>\n<p>&Eacute; justamente para evitar esses tipos de problemas, que podem evoluir para les&otilde;es mais graves, que &eacute; necess&aacute;rio o acompanhamento de um profissional da sa&uacute;de.&nbsp;<\/p>\n<p>Contudo, n&atilde;o &eacute; preciso se desmotivar por causa disso. Basta ter em mente os objetivos, e entender que existem v&aacute;rios fatores envolvidos no processo. &ldquo;O contexto geral da nossa vida tamb&eacute;m interfere na maneira como nosso corpo processa o estresse f&iacute;sico da corrida&rdquo;, informa a fisioterapeuta.<\/p>\n<p>Rabelo explica, ainda, que o fator psicol&oacute;gico, a ansiedade e mesmo a priva&ccedil;&atilde;o de sono tamb&eacute;m influenciam na intensidade ou persist&ecirc;ncia da dor. Para ela, o paciente entender essa rela&ccedil;&atilde;o &ldquo;&eacute; de grande import&acirc;ncia na hora de ponderar os quadros de dor e les&atilde;o ou mesmo, propostas de preven&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;O maior e mais desafiador de todos os cuidados a serem tomados &eacute; o desenvolvimento da habilidade de conhecer e respeitar seu pr&oacute;prio corpo&rdquo;, aponta Nayra, que finaliza afirmando: &ldquo;Isso vem com a pr&aacute;tica, com algumas informa&ccedil;&otilde;es educacionais vindas de bons profissionais da sa&uacute;de e &eacute; extremamente individual&rdquo;.<\/p>\n<p>Para saber mais, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.keeprunningbrasil.com.br\/'>https:\/\/www.keeprunningbrasil.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.keeprunningbrasil.com.br\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.keeprunningbrasil.com.br\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/294054' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"(DINO &#8211; 22 mar, 2024) &#8211;\nN&atilde;o &eacute; preciso muita pesquisa para saber que a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios faz bem para a sa&uacute;de. 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