{"id":90629,"date":"2024-03-12T15:44:00","date_gmt":"2024-03-12T18:44:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/protecao-de-dados-71-dos-paises-tem-leis-sobre-o-tema\/"},"modified":"2024-03-12T15:44:00","modified_gmt":"2024-03-12T18:44:00","slug":"protecao-de-dados-71-dos-paises-tem-leis-sobre-o-tema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/protecao-de-dados-71-dos-paises-tem-leis-sobre-o-tema\/","title":{"rendered":"Prote\u00e7\u00e3o de dados: 71% dos pa\u00edses t\u00eam leis sobre o tema"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 12 mar, 2024) &#8211;<br \/>\nVazamento de informa&ccedil;&otilde;es pessoais, compartilhamento de dados sem consentimento, viola&ccedil;&atilde;o de privacidade, fraudes virtuais. A fim de prevenir esses riscos, 134 pa&iacute;ses do mundo (o equivalente a 71%) possuem legisla&ccedil;&otilde;es sobre o tema, segundo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/unctad.org\/page\/data-protection-and-privacy-legislation-worldwide'>dados de 2021 da Confer&ecirc;ncia das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Com&eacute;rcio e Desenvolvimento<\/a> (UNCTAD, na sigla em ingl&ecirc;s).<\/p>\n<p>O Brasil aparece na lista como um dos pa&iacute;ses que adotam leis relacionadas &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de dados e privacidade, transa&ccedil;&otilde;es eletr&ocirc;nicas, direitos do usu&aacute;rio e crimes cibern&eacute;ticos. Por outro lado, o relat&oacute;rio aponta que 15% das na&ccedil;&otilde;es n&atilde;o t&ecirc;m legisla&ccedil;&atilde;o sobre o assunto.&nbsp;<\/p>\n<p>At&eacute; o momento da pesquisa, 9% possu&iacute;am projetos em discuss&atilde;o ou em fase de desenvolvimento. Em 5% dos pa&iacute;ses, a UNCTAD afirma que n&atilde;o h&aacute; informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis para an&aacute;lise (casos da Coreia do Norte e do Sud&atilde;o do Sul, por exemplo).&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;O levantamento indica que a prote&ccedil;&atilde;o de dados e privacidade n&atilde;o s&atilde;o mais apenas preocupa&ccedil;&otilde;es de na&ccedil;&otilde;es desenvolvidas, mas sim uma quest&atilde;o global. As leis variam de pa&iacute;s para pa&iacute;s, mas todas demonstram um esfor&ccedil;o para proteger os dados dos seus cidad&atilde;os&rdquo;, afirma Wellington Franham, CEO da Century Data, empresa especializada em ciberseguran&ccedil;a, governan&ccedil;a e tecnologia.<\/p>\n<p>Apesar de considerar que o mundo est&aacute; dando passos importantes, o especialista v&ecirc; grandes desafios na &aacute;rea. Ele diz que ainda h&aacute; muito a ser feito para garantir a efic&aacute;cia das leis e que a legisla&ccedil;&atilde;o precisa ser constantemente atualizada devido ao avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico. &ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio um esfor&ccedil;o conjunto entre os pa&iacute;ses para garantir a prote&ccedil;&atilde;o dos dados pessoais em um mundo globalizado&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p><strong>LGPD &eacute; destaque no caso brasileiro<\/strong><\/p>\n<p>As leis e normas que regem a seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o no Brasil incluem a Lei Geral de Prote&ccedil;&atilde;o de Dados (LGPD), o Marco Civil da Internet e a Pol&iacute;tica Nacional de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o (PNSI). &ldquo;Nosso pa&iacute;s se encontra em um est&aacute;gio intermedi&aacute;rio de prote&ccedil;&atilde;o de dados em compara&ccedil;&atilde;o com outras na&ccedil;&otilde;es&rdquo;, avalia Franham.<\/p>\n<p>Ele afirma que a LGPD &eacute; um marco hist&oacute;rico e trouxe muito progresso em rela&ccedil;&atilde;o a controle sobre dados pessoais, estimulo &agrave; transpar&ecirc;ncia e necessidade de investimento. Entretanto, h&aacute; pontos a serem aprimorados no Brasil.<\/p>\n<p>&ldquo;Grande parte das empresas e &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos ainda n&atilde;o possuem um n&iacute;vel adequado de maturidade digital para implementar a LGPD de forma eficaz. Isso inclui a falta de profissionais qualificados em seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o e uma cultura de compliance [&aacute;rea de implementa&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas e boas pr&aacute;ticas corporativas] ainda incipiente&rdquo;, diz o especialista.<\/p>\n<p>Franham explica que as organiza&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e privadas n&atilde;o podem ignorar o tema da prote&ccedil;&atilde;o de dados e privacidade. Ele ressalta a import&acirc;ncia de ter uma pol&iacute;tica de seguran&ccedil;a de informa&ccedil;&atilde;o clara e bem determinada, com objetivos, responsabilidades e medidas que ser&atilde;o adotadas.<\/p>\n<p>&ldquo;As medidas t&eacute;cnicas incluem firewalls, antiv&iacute;rus e criptografia de dados, ao passo que as administrativas abrangem treinamento de colaboradores, controle de acesso e planos de conting&ecirc;ncia. J&aacute; as auditorias permitem identificar vulnerabilidades e pontos de melhoria na seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, destaca.<\/p>\n<p>Para saber mais, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/centurydata.com.br\/'>https:\/\/centurydata.com.br\/<\/a>.<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"(DINO &#8211; 12 mar, 2024) &#8211;\nVazamento de informa&ccedil;&otilde;es pessoais, compartilhamento de dados sem consentimento, viola&ccedil;&atilde;o de privacidade, fraudes virtuais. 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