{"id":90471,"date":"2024-03-08T15:33:00","date_gmt":"2024-03-08T18:33:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/uma-em-cada-5-noticias-sobre-violencia-de-genero-a-justifica\/"},"modified":"2024-03-08T15:33:00","modified_gmt":"2024-03-08T18:33:00","slug":"uma-em-cada-5-noticias-sobre-violencia-de-genero-a-justifica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/uma-em-cada-5-noticias-sobre-violencia-de-genero-a-justifica\/","title":{"rendered":"Uma em cada 5 not\u00edcias sobre viol\u00eancia de g\u00eanero a justifica"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo &#8211; SP&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 08 mar, 2024) &#8211;<br \/>\nA m&iacute;dia conscientiza, sensibiliza e previne a viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero duas vezes mais do que as redes sociais, que s&atilde;o mais sensacionalistas. No entanto, 20% das not&iacute;cias publicadas ainda justificam as agress&otilde;es e uma em cada seis viola a privacidade das v&iacute;timas ao expor dados pessoais que elas prefeririam evitar. Estas e outras conclus&otilde;es est&atilde;o no relat&oacute;rio &ldquo;<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/llyc.global\/pt-br\/desenfocadas-como-opinar-e-informar-mejor-sobre-violencia-de-genero\/'><strong>Desfocadas: como opinar e informar melhor sobre a viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero<\/strong><\/a>&rdquo;, realizado pela LLYC no &acirc;mbito do 8 de mar&ccedil;o, Dia Internacional da Mulher.&nbsp;<\/p>\n<p>Para a elabora&ccedil;&atilde;o desse estudo, a equipe de Deep Learning da consultoria analisou 226,2 milh&otilde;es de artigos de not&iacute;cias gerais, 5,4 milh&otilde;es de not&iacute;cias sobre viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero e 14 milh&otilde;es de mensagens na rede social X (antigo Twitter) relacionadas &agrave; viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero nos 12 pa&iacute;ses onde a consultoria est&aacute; presente (Argentina, Brasil, Chile, Col&ocirc;mbia, Equador, Espanha, Estados Unidos, M&eacute;xico, Panam&aacute;, Peru, Portugal e Rep&uacute;blica Dominicana) ao longo de um ano. A pesquisa utilizou Large Language Models (LLMs- GPT4) para identificar e isolar descritores de v&iacute;timas e agressores em not&iacute;cias p&uacute;blicas obtidas por meio de modelos de scrapers, bem como t&eacute;cnicas de Processamento de Linguagem Natural (PLN) em 4 idiomas para analisar a conformidade com 21 regras de boas pr&aacute;ticas derivadas das diretrizes do Programa das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Rede Mediterr&acirc;nea de Autoridades Regulat&oacute;rias (MNRA).<\/p>\n<p><strong>Luisa Garc&iacute;a<\/strong>, S&oacute;cia e COO Global da empresa e autora do relat&oacute;rio, destaca: &#8216;Aqueles de n&oacute;s que participam da conversa social sabem que dar visibilidade &agrave; viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero &eacute; fundamental para progredir em sua erradica&ccedil;&atilde;o. No entanto, faz&ecirc;-lo mal pode ser contraproducente, gerando sensacionalismo e causando dupla vitimiza&ccedil;&atilde;o. Na LLYC, queremos n&atilde;o apenas destacar esse risco, mas tamb&eacute;m fornecer ferramentas para evit&aacute;-lo&#8217;.<\/p>\n<p>Al&eacute;m do relat&oacute;rio, a LLYC faz uma contribui&ccedil;&atilde;o por meio da inova&ccedil;&atilde;o. Para ajudar a focar as manchetes de not&iacute;cias com uma perspectiva de g&ecirc;nero, a empresa criou o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/thepurplecheck.llyc.global\/'><strong>The Purple Check<\/strong><\/a>, uma ferramenta de intelig&ecirc;ncia artificial que permite verificar se as palavras usadas est&atilde;o corretas ou se incluem um vi&eacute;s. Nesse caso, ela recomendar&aacute; uma solu&ccedil;&atilde;o alternativa de como dizer a mesma coisa para informar sem promover a desigualdade e, assim, trazer o foco de volta &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>As principais conclus&otilde;es do relat&oacute;rio apontam que a m&iacute;dia fala mais sobre viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero do que as redes, e as not&iacute;cias aumentam a conscientiza&ccedil;&atilde;o mais do que as conversas sociais, al&eacute;m disso, nas m&iacute;dias sociais, a conversa &eacute; mais sensacionalista, e o foco est&aacute; nas v&iacute;timas. Segundo o informe, a Espanha &eacute; o pa&iacute;s onde mais se fala sobre viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero, enquanto na Am&eacute;rica Latina, o tema se destaca nos notici&aacute;rios, mas n&atilde;o nas redes. J&aacute; nos Estados Unidos, a agress&atilde;o &eacute; justificada duas vezes mais do que na m&eacute;dia de todos os outros pa&iacute;ses. Por outro lado, o Brasil e a Argentina s&atilde;o os pa&iacute;ses menos conscientes, com a menor propor&ccedil;&atilde;o de participa&ccedil;&atilde;o em redes sociais com rela&ccedil;&atilde;o a not&iacute;cias, 70% abaixo da m&eacute;dia.<\/p>\n<p>O estudo identifica tamb&eacute;m uma s&eacute;rie de recomenda&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas recomendadas para lidar com a divulga&ccedil;&atilde;o de casos de viol&ecirc;ncia baseada em g&ecirc;nero: remover a men&ccedil;&atilde;o aos v&iacute;cios e &agrave; sa&uacute;de mental do agressor, reorientar a narrativa, aumentar a conscientiza&ccedil;&atilde;o nas m&iacute;dias sociais em pa&iacute;ses com baixa mobiliza&ccedil;&atilde;o, omitir elementos que desculpem o agressor,&nbsp; proteger a privacidade das crian&ccedil;as, contextualizar sem atacar a privacidade, evitar refer&ecirc;ncias socioecon&ocirc;micas, raciais e &eacute;tnicas, evitar descri&ccedil;&otilde;es do estado mental da v&iacute;tima, incluir uma maior diversidade de vozes nas not&iacute;cias.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/llyc.global\/pt-br\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/llyc.global\/pt-br\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/301538' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"S\u00e3o Paulo &#8211; SP&#8211;(DINO &#8211; 08 mar, 2024) &#8211;\nA m&iacute;dia conscientiza, sensibiliza e previne a viol&ecirc;ncia de g&ecirc;nero duas vezes mais do que as redes sociais, que s&atilde;","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-90471","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90471","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=90471"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/90471\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=90471"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=90471"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=90471"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}