{"id":89498,"date":"2024-02-27T17:50:00","date_gmt":"2024-02-27T20:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/industria-automotiva-ainda-e-pouco-atrativa-para-as-mulheres\/"},"modified":"2024-02-27T17:50:00","modified_gmt":"2024-02-27T20:50:00","slug":"industria-automotiva-ainda-e-pouco-atrativa-para-as-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/industria-automotiva-ainda-e-pouco-atrativa-para-as-mulheres\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria automotiva ainda \u00e9 pouco atrativa para as mulheres"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 27 fev, 2024) &#8211;<br \/>\nO mercado de trabalho na ind\u00fastria automotiva mundial, em pleno s\u00e9culo 21, ainda \u00e9 pouco atrativo para as mulheres, diante da percep\u00e7\u00e3o p\u00fablica de que esse ainda \u00e9 um ambiente adverso para as profissionais do sexo feminino, <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/uhmxoro2t8cx2o-my.sharepoint.com\/:b:\/g\/personal\/andreza_oliveira_tamer_com_br\/EZvh0wkJ2SxMsWS50fbt46ABKPrwEDUGbTiP6Kjdzm8ydw?e=9rfkCd' data-mce-target='_blank'>mostra um vasto estudo realizado em 11 pa\u00edses com 6,5 mil profissionais pela italiana&nbsp;Gi Group<\/a>, uma das l\u00edderes globais do setor de recursos humanos. Apesar de as empresas afirmarem que est\u00e3o implementando a\u00e7\u00f5es para mudar essa realidade, o desafio \u00e9 grande e h\u00e1 muito a se fazer, assegura a pesquisa.<\/p>\n<p>Apenas 50,3% dos entrevistados disseram que suas empresas t\u00eam a\u00e7\u00f5es para garantir igualdade de remunera\u00e7\u00e3o e oportunidades para as mulheres, enquanto somente 40,8% afirmaram que elas oferecem trabalho flex\u00edvel, licen\u00e7a maternidade e aux\u00edlio aliment\u00edcio. Segundo os respondentes, 41,1% das organiza\u00e7\u00f5es t\u00eam a\u00e7\u00f5es para promover lideran\u00e7as femininas e 38,4% informaram que a fraca visibilidade dada a essas lideran\u00e7as no setor afasta as mulheres desse mercado de trabalho.<\/p>\n<p>Os estere\u00f3tipos tamb\u00e9m as desencorajam a exercerem atividades na ind\u00fastria automotiva, tradicionalmente dominada por homens, disseram 38,1% dos pesquisados. Para 31,5%, a fraca percep\u00e7\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o de g\u00eanero nas empresas espanta as profissionais, al\u00e9m da falta de consci\u00eancia e de campanhas de recrutamento voltadas para mulheres, fatores importantes para 27,1% dos respondentes.<\/p>\n<p>&#8216;No entanto, parece que h\u00e1 desvantagens de ordem pr\u00e1tica que tamb\u00e9m afetam as decis\u00f5es das mulheres, como o equil\u00edbrio entre trabalho e vida pessoal (35,1%) e a desigualdade na evolu\u00e7\u00e3o de carreira (34,4%)&#8217;, analisa Ana Britto, diretora da divis\u00e3o de tempor\u00e1rios e efetivos da&nbsp;Gi Group Holding.<\/p>\n<p>&#8216;Em m\u00e9dia, 80% das empresas pesquisadas informaram ter programas de Diversidade, Equidade e Inclus\u00e3o (DEI) com foco nas mulheres, para incentiv\u00e1-las a entrar no setor&#8217;, diz Ana Britto, para quem as empresas est\u00e3o acordando para o valor da m\u00e3o de obra feminina e t\u00eam se esfor\u00e7ado para atrair mais colaboradoras, sendo que as companhias brasileiras est\u00e3o entre as que mais se destacam em a\u00e7\u00f5es para alcan\u00e7ar a igualdade de g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>Brasil \u00e9 destaque no ranking de igualdade<\/strong><\/p>\n<p>&#8216;A maioria das empresas envolvidas no estudo afirma que atua para eliminar a disparidade de g\u00eanero, mas com algumas varia\u00e7\u00f5es significativas entre os pa\u00edses. Brasil (96,4%) e China (93,5%) lideram o ranking, com a maior propor\u00e7\u00e3o de companhias trabalhando para alcan\u00e7ar a igualdade&#8217;, ressalta&nbsp;a diretora da Gi Group. Jap\u00e3o (80,1%) e Pol\u00f4nia (78,6%), na outra ponta, s\u00e3o os que apresentaram o menor n\u00famero de empresas com a\u00e7\u00f5es para eliminar as assimetrias.<\/p>\n<p>O estudo, que mostra as tend\u00eancias de contrata\u00e7\u00f5es na ind\u00fastria automotiva, foi realizado em parceria com a maior universidade de tecnologia da It\u00e1lia, a Politecnico di Milano, e a empresa de intelig\u00eancia de dados INTWIG Data Management no Brasil, Estados Unidos, China, Reino Unido, Alemanha, Fran\u00e7a, Hungria, It\u00e1lia, Jap\u00e3o, Espanha e Pol\u00f4nia.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8216;A maioria dos pa\u00edses est\u00e1 empreendendo uma combina\u00e7\u00e3o semelhante de iniciativas para ajudar as mulheres a terem sucesso na ind\u00fastria automotiva, mas alguns est\u00e3o na vanguarda em \u00e1reas espec\u00edficas&#8217;, afirma Ana Britto. Entre eles o Brasil, que se sobressai na promo\u00e7\u00e3o de modelos e l\u00edderes femininas dentro das empresas, a\u00e7\u00e3o listada em primeiro lugar no ranking, conforme 59% dos entrevistados no pa\u00eds.<\/p>\n<p>J\u00e1 a It\u00e1lia \u00e9 o pa\u00eds mais focado em garantir a igualdade de remunera\u00e7\u00e3o e oportunidades de progress\u00e3o na carreira (66%), enquanto no Brasil esse percentual \u00e9 de 57%. A Hungria se destaca mais do que qualquer outro pa\u00eds em treinamento para combater preconceitos, mesmo aqueles inconscientes (72%).<\/p>\n<p>&#8216;No geral, o estudo mostra os desafios que o setor enfrenta para atrair for\u00e7a de trabalho altamente qualificada; e que ind\u00fastria precisa reformular as suas mensagens quando se trata de aquisi\u00e7\u00e3o de talentos. Adquirir e nutrir trabalhadores tecnicamente qualificados, oferecer forma\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e oportunidades de melhoria de compet\u00eancias, bem como aproveitar o conjunto de mulheres altamente qualificadas, garantindo sal\u00e1rios iguais, oportunidades de progress\u00e3o na carreira e pap\u00e9is de lideran\u00e7a, s\u00e3o apenas algumas das estrat\u00e9gias que orientar\u00e3o o setor rumo a um futuro de inova\u00e7\u00e3o e maior competitividade&#8217;.<\/p>\n<p>Atrair mais profissionais femininas tamb\u00e9m poder\u00e1 trazer maior competividade para as companhias que mais investirem nessa m\u00e3o de obra, uma vez que, lembra o estudo, elas podem ajudar as montadoras a atenderem melhor \u00e0s necessidades e prefer\u00eancias desse importante segmento do mercado consumidor. &#8216;Sem mulheres, n\u00e3o h\u00e1 futuro para o setor automotivo&#8217;.&nbsp;<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.gigroupholding.com' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.gigroupholding.com<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/295999' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS S\u00e3o Paulo&#8211;(DINO &#8211; 27 fev, 2024) &#8211; O mercado de trabalho na ind\u00fastria automotiva mundial, em pleno s\u00e9culo 21, ainda \u00e9 pouco atrativo para as mulheres,","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-89498","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89498","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=89498"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/89498\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=89498"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=89498"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=89498"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}