{"id":88063,"date":"2024-02-08T14:04:00","date_gmt":"2024-02-08T17:04:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/comidas-de-rua-brasileiras-estao-no-top-100-da-tasteatlas\/"},"modified":"2024-02-08T14:04:00","modified_gmt":"2024-02-08T17:04:00","slug":"comidas-de-rua-brasileiras-estao-no-top-100-da-tasteatlas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/comidas-de-rua-brasileiras-estao-no-top-100-da-tasteatlas\/","title":{"rendered":"Comidas de rua brasileiras est\u00e3o no top 100 da TasteAtlas"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 08 fev, 2024) &#8211;<br \/>\nNo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.tasteatlas.com\/best-rated-street-foods-in-the-world'>ranking<\/a> global das 100 melhores comidas de rua do mundo, divulgado pelo TasteAtlas, a coxinha brasileira conquistou a 34&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, enquanto o arrumadinho se destacou na 48&ordf; coloca&ccedil;&atilde;o. A lista, que reflete as avalia&ccedil;&otilde;es do p&uacute;blico registradas at&eacute; 29 de novembro de 2023, compilou 57.753 an&aacute;lises, reconhecendo 39.381 como leg&iacute;timas por meio de mecanismos que filtram classifica&ccedil;&otilde;es de bots, bem como sentimentos nacionalistas e patri&oacute;ticos locais.<\/p>\n<p>Origin&aacute;ria de S&atilde;o Paulo no s&eacute;culo XIX, a <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.tasteatlas.com\/coxinha'>coxinha<\/a> ganhou popularidade nas d&eacute;cadas seguintes, espalhando-se pelo Rio de Janeiro e Paran&aacute; na d&eacute;cada de 1950. Este croquete recheado com carne de frango e catupiry &eacute; hoje um dos aperitivos salgados mais apreciados no Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>Por sua vez, o <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.tasteatlas.com\/arrumadinho'>arrumadinho<\/a> foi classificado na 48&ordf; posi&ccedil;&atilde;o. Tradicionalmente servido como aperitivo, o arrumadinho &eacute; uma combina&ccedil;&atilde;o organizada de quatro elementos: carne seca fatiada, vinagrete de vegetais cortados em cubos, feij&atilde;o-fradinho e farofa, uma mistura de farinha de mandioca torrada. Com origens no Nordeste do Brasil, especialmente em Pernambuco, o prato conquistou reconhecimento global ao integrar a sele&ccedil;&atilde;o das melhores comidas de rua do TasteAtlas.<\/p>\n<p>De acordo com o t&eacute;cnico de qualidade de alimentos da empresa Zini Alimentos, Jos&eacute; Luiz Porto, com o advento da intensa migra&ccedil;&atilde;o das pessoas ao redor do mundo, a cultura culin&aacute;ria dos mais diversos povos tamb&eacute;m se espalhou, popularizando pratos hoje mundialmente conhecidos como os tacos, a pizza, o cachorro-quente, as esfihas, kebabs e, mais recentemente, as famosas coxinhas. &#8216;Ela vem aos poucos conquistando apreciadores no mundo inteiro, principalmente por pertencer &agrave; categoria de snacks: ou seja, que podem ser preparados com praticidade, rapidez e seguran&ccedil;a&#8217;, disse.<\/p>\n<p><strong>Comidas de rua e a seguran&ccedil;a alimentar<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Porto, nos &uacute;ltimos anos, a comida de rua ganhou novas op&ccedil;&otilde;es, mas o mais importante &eacute; que os operadores desta modalidade de alimenta&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m se preocupado muito com a seguran&ccedil;a alimentar, com o prop&oacute;sito de oferecer alimentos mais seguros e, principalmente, fidelizar o cliente.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8216;Com este movimento, mat&eacute;rias-primas mais seguras e pr&aacute;ticas entraram no radar da street food. O incremento na procura por comida de rua fez com que a ind&uacute;stria entrasse neste mercado de forma contundente&#8217;, salienta, ressaltando que foi assim que o p&atilde;o de queijo conquistou v&aacute;rios pa&iacute;ses do mundo, e agora a coxinha est&aacute; trilhando este mesmo caminho.<\/p>\n<p>O especialista em alimentos destaca que a culin&aacute;ria brasileira sempre foi muito criativa no conte&uacute;do e na forma, como pode ser comprovado com a inven&ccedil;&atilde;o do churrasco e da pizza rod&iacute;zio, da esfirra tradicional &#8211; fechada -, e da brasileir&iacute;ssima &#8216;aberta&#8217;, com produ&ccedil;&atilde;o em larga escala. &#8216;O nosso churrasco grego, da comida por quilo s&atilde;o algumas op&ccedil;&otilde;es&#8217;, relata. Para ele, a capacidade de reinterpretar receitas internacionais com um &#8216;toque ocidental&#8217; tem conquistado o mundo.&nbsp;<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS (DINO &#8211; 08 fev, 2024) &#8211; No ranking global das 100 melhores comidas de rua do mundo, divulgado pelo TasteAtlas, a coxinha brasileira conquistou a 34&ordf;","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-88063","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88063","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88063"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88063\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88063"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88063"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88063"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}