{"id":86173,"date":"2024-01-22T15:54:00","date_gmt":"2024-01-22T18:54:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/brasil-possui-mais-de-11-milhoes-de-maes-solo-aponta-estudo\/"},"modified":"2024-01-22T15:54:00","modified_gmt":"2024-01-22T18:54:00","slug":"brasil-possui-mais-de-11-milhoes-de-maes-solo-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/brasil-possui-mais-de-11-milhoes-de-maes-solo-aponta-estudo\/","title":{"rendered":"Brasil possui mais de 11 milh\u00f5es de m\u00e3es solo, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 22 jan, 2024) &#8211;<br \/>\nUma <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/g1.globo.com\/bom-dia-brasil\/noticia\/2023\/05\/12\/brasil-tem-mais-de-11-milhoes-de-maes-que-criam-os-filhos-sozinhas.ghtml'>pesquisa realizada pelo Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas<\/a>) mostrou que at&eacute; o final de 2022 havia mais de 11 milh&otilde;es de m&atilde;es solo no Brasil. O estudo tamb&eacute;m apontou o aumento de 1,7 milh&atilde;o de m&atilde;es que criam seus filhos de forma independente no per&iacute;odo de 2012 a 2022, passando de 9,6 milh&otilde;es para 11,3 milh&otilde;es.<\/p>\n<p>Dados complementares do relat&oacute;rio mostram que 15% dos lares brasileiros s&atilde;o chefiados por m&atilde;es solo. Al&eacute;m disso, 72,4% das m&atilde;es nesta condi&ccedil;&atilde;o vivem s&oacute; com os filhos, sem ter uma rede de apoio pr&oacute;xima. Entre as mais de 1,7 milh&atilde;o de m&atilde;es solo que surgiram na &uacute;ltima d&eacute;cada, 90% delas s&atilde;o mulheres negras.<\/p>\n<p>&ldquo;A exist&ecirc;ncia de mais de 11 milh&otilde;es de m&atilde;es solo no Brasil &eacute; um indicativo alarmante da realidade sociofamiliar no pa&iacute;s. Isso reflete n&atilde;o apenas quest&otilde;es de din&acirc;micas familiares, mas tamb&eacute;m de pol&iacute;ticas sociais, econ&ocirc;micas e de g&ecirc;nero&rdquo;, aponta Andressa Gnann, advogada e s&oacute;cia fundadora do escrit&oacute;rio Gnann e Souza Advogados expert em Direito de Fam&iacute;lia para Mulheres.<\/p>\n<p>A advogada refor&ccedil;a a necessidade de provid&ecirc;ncias legais de apoio e uma maior compreens&atilde;o &agrave;s m&atilde;es que enfrentam desafios &uacute;nicos em criar seus filhos sozinhas, muitas vezes sem o suporte financeiro ou emocional adequado.<\/p>\n<p>&ldquo;A falta de puni&ccedil;&atilde;o e formas de exigir o cumprimento das obriga&ccedil;&otilde;es dos pais ausentes &eacute; o que faz com que as m&atilde;es fiquem cada vez mais sobrecarregadas&rdquo;, defende Gnann.<\/p>\n<p><strong>&Oacute;rf&atilde;os de m&atilde;es no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Mais de 40 mil crian&ccedil;as, menores de 18 anos, perderam as suas m&atilde;es de 2020 a 2021 no Brasil, em decorr&ecirc;ncia da pandemia de Covid-19, segundo um&nbsp; <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/archpublichealth.biomedcentral.com\/articles\/10.1186\/s13690-022-01012-z'>estudo Fiocruz e em parceria Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)<\/a>, que foi publicado no Springer Nature Journal Archives of Public Health.<\/p>\n<p>Para Gnann, o aumento de n&uacute;meros de &oacute;rf&atilde;os de m&atilde;es e a realidade vivida nos lares chefiados por m&atilde;es solos &eacute; uma combina&ccedil;&atilde;o preocupante para as crian&ccedil;as. &ldquo;Se a m&atilde;e vier a falecer, o pai ausente ainda ter&aacute; a guarda do filho, ou seja, os pais surgem com o objetivo de administrar os bens que as m&atilde;es deixaram como heran&ccedil;a, ou administrar a pens&atilde;o por morte, e n&atilde;o com o objetivo de cuidar da crian&ccedil;a&rdquo;.<\/p>\n<p>A advogada ainda lembra que existem situa&ccedil;&otilde;es em que os pais aparecem, ficam com os bens e valores e deixam os filhos com os av&oacute;s paternos ou outra pessoa qualquer para cuidar. &ldquo;J&aacute; atendemos mais de 20 mil pessoas e posso afirmar que n&atilde;o &eacute; raro isso acontecer&rdquo;, afirmou a especialista.<\/p>\n<p>Gnann recomenda que a melhor maneira de uma m&atilde;e resguardar seus filhos caso aconte&ccedil;a essas situa&ccedil;&otilde;es &eacute; deixar preparado um testamento. &ldquo;O correto &eacute; que a m&atilde;e realize um testamento de guarda que ir&aacute; definir com quem deixar&aacute; a guarda do filho, bem como a administra&ccedil;&atilde;o dos bens e valores&rdquo;, explica a advogada.<\/p>\n<p>Para saber mais, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='http:\/\/www.instagram.com\/gnannesouza'>http:\/\/www.instagram.com\/gnannesouza<\/a><\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS (DINO &#8211; 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