{"id":84805,"date":"2024-01-04T14:33:00","date_gmt":"2024-01-04T17:33:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/idade-e-sinal-de-alerta-para-fratura-vertebral-diz-estudo\/"},"modified":"2024-01-04T14:33:00","modified_gmt":"2024-01-04T17:33:00","slug":"idade-e-sinal-de-alerta-para-fratura-vertebral-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/idade-e-sinal-de-alerta-para-fratura-vertebral-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Idade \u00e9 sinal de alerta para fratura vertebral, diz estudo"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 04 jan, 2024) &#8211;<br \/>\nA idade avan&ccedil;ada &eacute; um dos principais sinais de alerta de fratura vertebral que podem ser observados na triagem de pacientes com queixas de dor lombar, segundo estudo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.cochranelibrary.com\/cdsr\/doi\/10.1002\/14651858.CD014461.pub2\/full#CD014461-abs-0001'>divulgado pela Cochrane Library<\/a>. O levantamento analisou dados apresentados em 14 estudos diferentes sobre sintomas e condi&ccedil;&otilde;es relacionados aos problemas na coluna vertebral.<\/p>\n<p>O relat&oacute;rio da pesquisa apontou que pessoas com mais de 70 anos com algum quadro de lombalgia s&atilde;o mais suscet&iacute;veis a apresentarem fratura vertebral n&atilde;o especificada. O uso de corticosteroides, trauma (causado por queda), contus&atilde;o ou abras&atilde;o (cortes e arranh&otilde;es) tamb&eacute;m aparecem como sinais de alerta para este tipo de fratura.<\/p>\n<p>O <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-noticias\/2012-agencia-de-noticias\/noticias\/38186-censo-2022-numero-de-pessoas-com-65-anos-ou-mais-de-idade-cresceu-57-4-em-12-anos#:~:text=A%20idade%20mediana%20da%20popula%C3%A7%C3%A3o,de%200%20a%2014%20anos.'>Censo Demogr&aacute;fico 2022<\/a> apontou que o n&uacute;mero de brasileiros com 65 anos ou mais aumentou. Em 2010, os idosos representavam 7,4% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira e o &iacute;ndice de envelhecimento no pa&iacute;s era de 30,7 (ou seja, a cada 100 crian&ccedil;as de zero a 14 anos, havia 30,7 pessoas com 65 anos ou mais), ao passo que, em 2022, o n&uacute;mero chegou a 10,9% e o &iacute;ndice de envelhecimento foi de 55,2.<\/p>\n<p>Para o neurocirurgi&atilde;o especialista em doen&ccedil;as da coluna, Felipe Figueira, &eacute; preciso redobrar a aten&ccedil;&atilde;o em casos de quedas ou impactos em idosos para se investigar uma poss&iacute;vel fratura vertebral e identificar sinais que indiquem a necessidade de acompanhamento m&eacute;dico.<\/p>\n<p>&ldquo;Se a dor for intensa ao tocar na coluna ou se a pessoa notar uma mudan&ccedil;a na postura, como inclina&ccedil;&atilde;o para frente, principalmente se acompanhada de dor s&uacute;bita ou persistente nas costas, &eacute; importante procurar avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica&rdquo;, explica o especialista.<\/p>\n<p><strong>Tratamento de fraturas vertebrais em idosos<\/strong><\/p>\n<p>Figueira aponta que existem diversas abordagens de tratamento de fratura vertebral em idosos e que inicialmente, o tratamento &eacute; conservador. &ldquo;Na maioria dos casos, repouso e analg&eacute;sicos podem ser recomendados para aliviar a dor. Nesses pacientes, o uso de coletes ou suportes para a coluna ajuda a limitar a movimenta&ccedil;&atilde;o indevida da coluna e auxilia na recupera&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p>Segundo o neurocirurgi&atilde;o, a fisioterapia &eacute; frequentemente empregada para fortalecer os m&uacute;sculos ao redor da coluna e melhorar a mobilidade. Al&eacute;m disso, caso haja dificuldade no controle da dor, o m&eacute;dico pode optar por realizar infiltra&ccedil;&otilde;es com um conjunto de medica&ccedil;&otilde;es para este fim.<\/p>\n<p>O especialista ressalta que algumas medidas podem reduzir significativamente o risco de quedas e, consequentemente, de fraturas vertebrais em idosos. De acordo com <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.gov.br\/pt-br\/noticias\/saude-e-vigilancia-sanitaria\/2022\/10\/todos-os-anos-40-dos-idosos-com-80-anos-ou-mais-sofrem-quedas'>dados do ELSI-Brasil (Estudo Longitudinal da Sa&uacute;de dos Idosos Brasileiros)<\/a>, cerca de 40% da popula&ccedil;&atilde;o com 80 anos ou mais no pa&iacute;s sofrem quedas todos os anos.&nbsp;<\/p>\n<p>O uso de dispositivos auxiliares, como bengalas ou andadores, a aten&ccedil;&atilde;o ao levantar-se da cama ou de uma cadeira e a pr&aacute;tica regular de exerc&iacute;cios, conforme explica Figueira, s&atilde;o maneiras de prevenir acidentes, assim como o uso de cal&ccedil;ados apropriados e garantir que os ambientes sejam bem iluminados e livres de obst&aacute;culos.&nbsp;<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; importante avaliar efeitos de medicamentos, atualizar a prescri&ccedil;&atilde;o de &oacute;culos e aparelhos auditivos e fazer revis&otilde;es m&eacute;dicas regularmente com exames de vis&atilde;o, audi&ccedil;&atilde;o e equil&iacute;brio para evitar quedas e fraturas na coluna vertebral&rdquo;, aconselha o especialista.<\/p>\n<p>Para saber mais, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/drfelipefigueira.com.br\/'>https:\/\/drfelipefigueira.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS (DINO &#8211; 04 jan, 2024) &#8211; A idade avan&ccedil;ada &eacute; um dos principais sinais de alerta de fratura vertebral que podem ser observados na triagem de","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-84805","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84805","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=84805"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84805\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=84805"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=84805"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=84805"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}