{"id":80615,"date":"2023-11-23T15:06:00","date_gmt":"2023-11-23T18:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/estudo-global-projeta-aumento-de-casos-de-lombalgia-2\/"},"modified":"2023-11-23T15:06:00","modified_gmt":"2023-11-23T18:06:00","slug":"estudo-global-projeta-aumento-de-casos-de-lombalgia-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/estudo-global-projeta-aumento-de-casos-de-lombalgia-2\/","title":{"rendered":"Estudo global projeta aumento de casos de lombalgia"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 23 nov, 2023) &#8211;<br \/>\nUm estudo publicado no peri&oacute;dico cient&iacute;fico <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/lanrhe\/article\/PIIS2665-9913(23)00232-1\/fulltext'>The Lancet<\/a> estimou que 837 milh&otilde;es de pessoas ser&atilde;o afetadas pela lombalgia at&eacute; 2050. Os pesquisadores trabalharam com dados de 1990 a 2020 e foi apontada a incid&ecirc;ncia de mais de meio bilh&atilde;o de casos desde 2017. Foram analisados cerca de 204 pa&iacute;ses e territ&oacute;rios.<\/p>\n<p>Corroborando sua grande ocorr&ecirc;ncia, a OMS <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/organizacao-mundial-da-saude-alerta-que-80-da-populacao-ja-teve-ou-tera-dor-na-coluna\/'>calcula<\/a> que 80% da popula&ccedil;&atilde;o mundial j&aacute; teve ou ter&aacute; dor na coluna. Por sua vez, a Sociedade Brasileira de Reumatologia <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.reumatologia.org.br\/doencas-reumaticas\/lombalgia\/'>informa<\/a> que entre 65% a 80% da popula&ccedil;&atilde;o desenvolve a lombalgia em algum momento de sua vida e que 50% dos pacientes podem melhorar espontaneamente em 1 semana.<\/p>\n<p>No entanto, o Dr. Felipe Figueira, neurocirurgi&atilde;o especialista em doen&ccedil;as da coluna, alerta que h&aacute; diferentes tipos de lombalgia, com preven&ccedil;&atilde;o e tratamentos que podem variar de acordo com as condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de, idade e h&aacute;bitos do paciente. Segundo o m&eacute;dico, h&aacute; 4 principais tipos de lombalgia:<\/p>\n<ol>\n<li><strong> Lombalgia Mec&acirc;nica:<\/strong> esse tipo de dor nas costas &eacute; a mais comum. Ela ocorre quando os ossos, m&uacute;sculos, ligamentos ou discos da coluna est&atilde;o sob press&atilde;o ou se movendo de maneira errada. Geralmente, &eacute; causada por m&aacute; postura, levantamento de objetos pesados de maneira incorreta ou esfor&ccedil;o excessivo. A dor pode ser intermitente e piorar com certos movimentos.<\/li>\n<li><strong> Lombalgia Radicular: <\/strong>nesse caso, a dor &eacute; resultado da compress&atilde;o de um nervo na coluna. Isso pode causar dor que irradia para as pernas, conhecida como ci&aacute;tica. A dor pode ser acompanhada de formigamento ou dorm&ecirc;ncia nas pernas e p&eacute;s. Normalmente, &eacute; provocada por h&eacute;rnias de disco ou estreitamento dos espa&ccedil;os onde os nervos passam.<\/li>\n<li><strong> Lombalgia Inflamat&oacute;ria: <\/strong>este tipo de lombalgia est&aacute; relacionado a condi&ccedil;&otilde;es inflamat&oacute;rias, como a espondilite anquilosante. A dor geralmente &eacute; mais persistente e piora com o repouso, melhorando com o movimento. Pode haver rigidez matinal que dura mais de 30 minutos.<\/li>\n<li><strong>Lombalgia Cr&ocirc;nica: <\/strong>quando a dor nas costas dura mais de 12 semanas, &eacute; considerada cr&ocirc;nica. Pode ser devido a uma variedade de causas, como les&otilde;es antigas, doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, ou simplesmente o envelhecimento. A dor cr&ocirc;nica nas costas pode ser debilitante e requer cuidados a longo prazo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Com efeito, o estudo publicado na The Lancet aponta que a lombalgia &eacute; mais comum em idosos, que devem ter cuidados redobrados. Al&eacute;m disso, mulheres sofrem mais que homens e h&aacute;bitos prejudiciais como o tabagismo, excesso de peso e fatores ocupacionais s&atilde;o agravantes das dores nas costas.<\/p>\n<p><strong>Preven&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>O Dr. Felipe Figueira afirma que alguns h&aacute;bitos s&atilde;o essenciais para prevenir a lombalgia: &ldquo;Manter uma boa postura, evitando curvar as costas ao levantar objetos ou ao sentar. As costas devem estar retas. Use os m&uacute;sculos das pernas ao levantar algo pesado. Al&eacute;m disso, fa&ccedil;a exerc&iacute;cios regularmente&rdquo;, alerta. &ldquo;Fortalecer os m&uacute;sculos das costas, abd&ocirc;men e pernas pode ajudar a prevenir a lombalgia. Exerc&iacute;cios como nata&ccedil;&atilde;o, caminhada, pilates e ioga s&atilde;o &oacute;timas op&ccedil;&otilde;es&rdquo;, complementa.<\/p>\n<p>Ainda, o especialista reitera a import&acirc;ncia de controlar o peso: &ldquo;O excesso de peso coloca press&atilde;o extra nas costas. Manter um peso saud&aacute;vel &eacute; importante para evitar dores nas costas.&rdquo;<\/p>\n<p>Ele lembra do cuidado com a postura ao sentar: &ldquo;Cadeiras com um bom suporte lombar s&atilde;o indicadas, evite ficar sentado por longos per&iacute;odos. Fa&ccedil;a pausas e levante-se regularmente&rdquo;, finaliza. Conforme a orienta&ccedil;&atilde;o da OMS, o Dr. Figueira reitera que o tabagismo pode prejudicar a circula&ccedil;&atilde;o sangu&iacute;nea na coluna e aumentar o risco de dor nas costas.<\/p>\n<p><strong>Tratamento<\/strong><\/p>\n<p>Segundo os respons&aacute;veis pelo artigo publicado na The Lancet, citado acima, a dor lombar j&aacute; &eacute; a principal causa de incapacidade no mundo e faltam abordagens mais consistentes por parte das autoridades de sa&uacute;de locais, al&eacute;m de op&ccedil;&otilde;es limitadas de tratamento. O Dr. Felipe Figueira listou os principais tratamentos, conforme a gravidade e intensidade das dores.<\/p>\n<ol>\n<li><strong> Repouso e autocuidado:<\/strong> se sentir dor nas costas, o indiv&iacute;duo deve descansar por um curto per&iacute;odo e evitar atividades que pioram a dor. Aplicar gelo ou calor na &aacute;rea afetada pode ajudar a aliviar o desconforto.<\/li>\n<li><strong> Fisioterapia:<\/strong> um fisioterapeuta pode ensinar exerc&iacute;cios espec&iacute;ficos para fortalecer os m&uacute;sculos das costas e melhorar a flexibilidade.<\/li>\n<li><strong> Medicamentos:<\/strong> em alguns casos, o m&eacute;dico pode recomendar analg&eacute;sicos, anti-inflamat&oacute;rios ou moduladores centrais para aliviar a dor e a inflama&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<li><strong> Infiltra&ccedil;&otilde;es com medica&ccedil;&otilde;es:<\/strong> em situa&ccedil;&otilde;es de dor intensa, o m&eacute;dico pode administrar infiltra&ccedil;&otilde;es com uma s&eacute;rie de medica&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea afetada para reduzir a inflama&ccedil;&atilde;o.<\/li>\n<li><strong> Cirurgia (em casos graves): <\/strong>a cirurgia &eacute; geralmente a &uacute;ltima op&ccedil;&atilde;o e &eacute; considerada apenas quando outras formas de tratamento n&atilde;o funcionam ou quando h&aacute; um problema s&eacute;rio na coluna, como uma h&eacute;rnia de disco que est&aacute; pressionando um nervo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Por fim, o m&eacute;dico aconselha: &ldquo;&eacute; importante lembrar que, se voc&ecirc; estiver enfrentando dor nas costas, &eacute; fundamental consultar um m&eacute;dico, como um neurocirurgi&atilde;o especializado em doen&ccedil;as da coluna, para um diagn&oacute;stico preciso e recomenda&ccedil;&otilde;es de tratamento adequadas&rdquo;. E finaliza: &ldquo;cada tipo de lombalgia requer abordagens espec&iacute;ficas para aliviar o desconforto e melhorar a qualidade de vida&rdquo;.<\/p>\n<p>Para mais informa&ccedil;&otilde;es, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/drfelipefigueira.com.br\/'>https:\/\/drfelipefigueira.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/drfelipefigueira.com.br\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/drfelipefigueira.com.br\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/293806' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS (DINO &#8211; 23 nov, 2023) &#8211; Um estudo publicado no peri&oacute;dico cient&iacute;fico The Lancet estimou que 837 milh&otilde;es de pessoas ser&atilde;o afetadas","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-80615","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80615","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=80615"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/80615\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=80615"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=80615"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=80615"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}