{"id":78337,"date":"2023-11-01T17:11:00","date_gmt":"2023-11-01T20:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/brasil-avanca-5-posicoes-em-indice-global-de-inovacao\/"},"modified":"2023-11-01T17:11:00","modified_gmt":"2023-11-01T20:11:00","slug":"brasil-avanca-5-posicoes-em-indice-global-de-inovacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/brasil-avanca-5-posicoes-em-indice-global-de-inovacao\/","title":{"rendered":"Brasil avan\u00e7a 5 posi\u00e7\u00f5es em \u00cdndice Global de Inova\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 01 nov, 2023) &#8211;<br \/>\nAp&oacute;s 12 anos, o Brasil voltou a figurar entre as 50 economias mais inovadoras do mundo. O pa&iacute;s passou o Chile e conquistou o primeiro lugar na Am&eacute;rica Latina, ocupando o 49&ordm; lugar no &Iacute;ndice Global da Inova&ccedil;&atilde;o. O <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/noticias\/inovacao-e-tecnologia\/brasil-avanca-5-posicoes-lidera-na-america-latina-e-esta-no-49o-lugar-no-indice-global-de-inovacao\/'>ranking<\/a> &eacute; divulgado pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em ingl&ecirc;s), em parceria, no Brasil, com a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) e a Mobiliza&ccedil;&atilde;o Nacional pela Inova&ccedil;&atilde;o (MEI).<\/p>\n<p>De acordo com a CNI, as cinco posi&ccedil;&otilde;es conquistadas pelo Brasil no ranking de 2023 colocam o pa&iacute;s entre as economias que mais melhoraram o desempenho no IGI nos &uacute;ltimos quatro anos.<\/p>\n<p>No topo da lista, os 10 pa&iacute;ses mais inovadores do mundo s&atilde;o Su&iacute;&ccedil;a, Su&eacute;cia, Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Finl&acirc;ndia, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Coreia do Sul. Na Am&eacute;rica Latina, o Brasil ultrapassou, pela primeira vez, o Chile (52&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), que costumava ser o mais bem colocado da regi&atilde;o. Entre os pa&iacute;ses do BRICS, o Brasil ocupa a terceira coloca&ccedil;&atilde;o, &agrave; frente da R&uacute;ssia (51&ordf;) e da &Aacute;frica do Sul (59&ordf;).<\/p>\n<p>Como um dos segmentos que vem se destacando em inova&ccedil;&atilde;o, a constru&ccedil;&atilde;o civil tem como aliada a engenharia qu&iacute;mica, que est&aacute; presente no desenvolvimento de produtos e materiais inovadores. Com mais de cinco anos de experi&ecirc;ncia em Engenharia Qu&iacute;mica, Kamilla Pontes Siqueira de Souza Carvalho Domingos explica que a &aacute;rea desempenha um papel significativo no desenvolvimento de tecnologias e materiais de constru&ccedil;&atilde;o mais seguros, dur&aacute;veis e sustent&aacute;veis, ao mesmo tempo em que reduz o impacto ambiental.<\/p>\n<p>&ldquo;Novas formula&ccedil;&otilde;es de concreto de alto desempenho, por exemplo, refor&ccedil;adas com nanomateriais, pol&iacute;meros e aditivos especiais, tornam o concreto mais dur&aacute;vel e resistente. Isso significa que as estruturas constru&iacute;das com esses tipos de concreto podem ter uma vida &uacute;til mais longa, resultando em menos necessidade de reparos e manuten&ccedil;&atilde;o ao longo do tempo&rdquo;, comenta.<\/p>\n<p>Outro exemplo destacado pela profissional s&atilde;o os isolantes t&eacute;rmicos de alta efici&ecirc;ncia, como aerog&eacute;is, que est&atilde;o sendo desenvolvidos para reduzir a perda de calor nas estruturas, economizando energia e reduzindo as emiss&otilde;es de CO2. &ldquo;Em regi&otilde;es com varia&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas significativas, a aplica&ccedil;&atilde;o desses isolantes t&eacute;rmicos &eacute; especialmente importante, onde a expans&atilde;o e contra&ccedil;&atilde;o do produto, devido &agrave;s mudan&ccedil;as de temperatura podem causar rachaduras. Menos rachaduras significam menos custos com reparos&rdquo;, diz.<\/p>\n<p><strong>Reciclagem<\/strong> &ndash; De acordo com Kamilla Domingos, a engenharia qu&iacute;mica desempenha ainda um papel importante na pesquisa e desenvolvimento de novos materiais de constru&ccedil;&atilde;o a partir de res&iacute;duos reciclados. Atualmente, no mercado, j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel ter acesso a concreto, asfaltos, tijolos e outros produtos feitos a partir de materiais reciclados.<\/p>\n<p>&ldquo;Isso envolve a formula&ccedil;&atilde;o de novas misturas e o ajuste das propriedades para atender aos padr&otilde;es de desempenho. Como muitos desses res&iacute;duos s&atilde;o descartados no meio ambiente, ao aprimorar a reciclagem, isso contribui tamb&eacute;m para a sustentabilidade e meio ambiente reduzindo assim o impacto ambiental&rdquo;, conclui a engenheira qu&iacute;mica.<\/p>\n<p><strong>Brasil avan&ccedil;ou cinco posi&ccedil;&otilde;es no &Iacute;ndice Global em Inova&ccedil;&atilde;o em 2023<\/strong><\/p>\n<p>Em compara&ccedil;&atilde;o com 2022, quando o pa&iacute;s figurou na 54&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, o Brasil avan&ccedil;ou cinco posi&ccedil;&otilde;es, o que colocou o pa&iacute;s entre as economias que mais melhoraram o desempenho no IGI nos &uacute;ltimos quatro anos. Conforme informado pela CNI, o pa&iacute;s demonstra desempenho destacado em indicadores como servi&ccedil;os governamentais online (14&ordf; posi&ccedil;&atilde;o) e participa&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica (11&ordf; posi&ccedil;&atilde;o). O pais tamb&eacute;m se destaca por seus 16 unic&oacute;rnios (22&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), que representam 1,9% do PIB nacional em 2023. Adicionalmente, o pa&iacute;s se sobressai na categoria de ativos intang&iacute;veis (31&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), alcan&ccedil;ando resultados positivos em &acirc;mbito global, tanto no que se refere a marcas registradas (13&ordf; posi&ccedil;&atilde;o) quanto ao valor global de suas marcas (39&ordf; posi&ccedil;&atilde;o).<\/p>\n<p>Tamb&eacute;m de acordo com a Confedera&ccedil;&atilde;o,&nbsp;na edi&ccedil;&atilde;o anterior, o Brasil demonstrou um desempenho superior no que diz respeito ao conjunto de indicadores relacionados aos &#8216;resultados de inova&ccedil;&atilde;o&#8217;. Essa tend&ecirc;ncia se manteve na edi&ccedil;&atilde;o deste ano, com um aumento da discrep&acirc;ncia entre os desempenhos na categoria de insumos e na categoria de resultados de inova&ccedil;&atilde;o, passando da 59&ordf; para a primeira categoria e da 49&ordf; para a segunda. Isso indica que em 2023, os agentes que comp&otilde;em o ecossistema de inova&ccedil;&atilde;o brasileiro, ou seja, pesquisadores, empresas e governo, conseguiram inovar de forma mais eficaz, mesmo diante de condi&ccedil;&otilde;es menos favor&aacute;veis em compara&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.<\/p>\n<p>A CNI observa ainda que, em an&aacute;lise comparativa com os demais pa&iacute;ses em desenvolvimento que comp&otilde;em o &iacute;ndice, o Brasil se destaca por ter um desempenho em inova&ccedil;&atilde;o acima da m&eacute;dia em rela&ccedil;&atilde;o ao PIB. Os destaques gerais do pa&iacute;s no IGI s&atilde;o o grupo de indicadores de sofistica&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios, em que o pa&iacute;s ocupa a 39&ordf; posi&ccedil;&atilde;o geral, e resultados de criatividade &ndash; 46&ordf; posi&ccedil;&atilde;o geral.<\/p>\n<p>A <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS S\u00e3o Paulo&#8211;(DINO &#8211; 01 nov, 2023) &#8211; Ap&oacute;s 12 anos, o Brasil voltou a figurar entre as 50 economias mais inovadoras do mundo. 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