{"id":76550,"date":"2023-10-18T18:15:00","date_gmt":"2023-10-18T21:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/mercadinhos-de-bairro-ganham-folego-no-pos-pandemia\/"},"modified":"2023-10-18T18:15:00","modified_gmt":"2023-10-18T21:15:00","slug":"mercadinhos-de-bairro-ganham-folego-no-pos-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/mercadinhos-de-bairro-ganham-folego-no-pos-pandemia\/","title":{"rendered":"Mercadinhos de bairro ganham f\u00f4lego no p\u00f3s-pandemia"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Sao Paulo, SP&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 16 out, 2023) &#8211;<br \/>\nAs restri&ccedil;&otilde;es de deslocamento da pandemia culminaram numa maior procura e valoriza&ccedil;&atilde;o dos mercados de bairro, que hoje atraem consumidores mais ass&iacute;duos e fi&eacute;is e que aceitam pagar pela conveni&ecirc;ncia. Essas foram algumas das conclus&otilde;es de uma sondagem realizada pelo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/sincovaga.com.br\/'>Sincovaga (Sindicato do Com&eacute;rcio Varejista de G&ecirc;neros Aliment&iacute;cios do Estado de S&atilde;o Paulo)<\/a> com 200 consumidores de todas as regi&otilde;es da capital, na segunda quinzena de setembro.<\/p>\n<p>Todos os entrevistados afirmaram frequentar os mercadinhos de bairro, por&eacute;m, com o fim da pandemia, 38% deles passaram a ir com mais frequ&ecirc;ncia, enquanto 40% disseram n&atilde;o ter havido altera&ccedil;&atilde;o. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao tamanho das compras, 40% disseram comprar menos itens por vez hoje em dia. O trunfo desse tipo de loja &eacute; justamente a proximidade, seja com o domic&iacute;lio ou com o trabalho do cliente, segundo 87% dos consumidores consultados, vantagem seguida de longe pelo pre&ccedil;o (6%), atendimento e promo&ccedil;&otilde;es, com 1% das respostas cada.<\/p>\n<p>&ldquo;As compras no pr&oacute;prio bairro, de forma geral, ou permaneceram iguais ou aumentaram ap&oacute;s a pandemia, porque as restri&ccedil;&otilde;es &lsquo;apresentaram&rsquo; o mercado de bairro aos consumidores e vice-versa. Aqueles estabelecimentos que souberam se aproveitar disso, seja pelo uso da tecnologia ou com melhor atendimento, est&atilde;o tendo reflexos duradouros&rdquo;, explica F&aacute;bio Pina, assessor econ&ocirc;mico do Sincovaga e respons&aacute;vel pelo levantamento.<\/p>\n<p>Entre as classes de produtos mais procuradas nos mercadinhos, 49% dos consumidores indicaram itens b&aacute;sicos (arroz, feij&atilde;o e farinha), seguidos por p&atilde;es e massas (39%), latic&iacute;nios e iogurtes (25%), carnes (24%), higiene e limpeza (20%), bebidas (19%) e mercearia (15%).<\/p>\n<p>&ldquo;O fato de ir mais vezes e comprar quantidades menores &eacute; reflexo da volta das pessoas &agrave;s suas rotinas, com mais refei&ccedil;&otilde;es fora de casa, do desejo de experimentar produtos e marcas e at&eacute; mesmo diminuir o desperd&iacute;cio&rdquo;, destaca Pina. &ldquo;A conveni&ecirc;ncia tem um custo que se paga pela proximidade, pois no caso dos itens b&aacute;sicos, a varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;o costuma ser menor. J&aacute; produtos de higiene e limpeza, mais caros, podem ser adquiridos eventualmente, em uma compra maior, em locais que ofere&ccedil;am pre&ccedil;os melhores, como o atacarejo&rdquo;, diz o especialista.<\/p>\n<p>Quando n&atilde;o est&atilde;o comprando nos mercados de bairro, dois tipos de formatos de varejo disputam de forma acirrada a prefer&ecirc;ncia dos consumidores: o atacarejo (41%) e os supermercados (40%), seguidos pelos hipermercados (15%) e supermercados online (3%). Na <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/sincovaga.com.br\/releases\/mulheres-adotam-estrategias-para-driblar-inflacao-e-fazer-o-dinheiro-render-no-supermercado\/'>sondagem anterior<\/a>, realizada em abril deste ano, a prefer&ecirc;ncia se dividia entre hipermercados (29%), supermercados (24%) e mercearias (3%), o que comprova que os mercadinhos j&aacute; est&atilde;o atraindo clientes de outros tipos de equipamentos do varejo.<\/p>\n<p>A sondagem atual tamb&eacute;m consultou os consumidores sobre a expectativa em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; economia em 2023. Do total, 48% esperam melhorar, enquanto 24% acreditam que ficar&aacute; igual. Outros 28% n&atilde;o t&ecirc;m esperan&ccedil;a de que a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do pa&iacute;s ir&aacute; melhorar este ano.<\/p>\n<p>&ldquo;Esse otimismo da popula&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; economia tamb&eacute;m beneficia os mercados de bairro e reduz a vantagem quantitativa dos atacarejos&rdquo;, avalia o presidente do Sincovaga, Alvaro Furtado. &ldquo;Quando a infla&ccedil;&atilde;o &eacute; alta e a economia vai mal, as pessoas correm para o atacado. Com a estabilidade da economia, a proximidade e conveni&ecirc;ncia viram trunfos para os mercadinhos. O consumidor aceita pagar por isso e se for somado a servi&ccedil;o e bom atendimento, melhor ainda&rdquo;, completa Furtado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/sincovaga.com.br' rel=\"follow noopener\">https:\/\/sincovaga.com.br<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/292808' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS Sao Paulo, SP&#8211;(DINO &#8211; 16 out, 2023) &#8211; As restri&ccedil;&otilde;es de deslocamento da pandemia culminaram numa maior procura e valoriza&ccedil;&atilde;o","protected":false},"author":1,"featured_media":76551,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-76550","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76550","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=76550"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/76550\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/76551"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=76550"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=76550"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=76550"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}