{"id":74172,"date":"2023-09-27T16:59:00","date_gmt":"2023-09-27T19:59:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/atividade-fisica-reduz-risco-de-dor-lombar-em-ate-16\/"},"modified":"2023-09-27T16:59:00","modified_gmt":"2023-09-27T19:59:00","slug":"atividade-fisica-reduz-risco-de-dor-lombar-em-ate-16","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/atividade-fisica-reduz-risco-de-dor-lombar-em-ate-16\/","title":{"rendered":"Atividade f\u00edsica reduz risco de dor lombar em at\u00e9 16%"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Curitiba-PR&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 27 set, 2023) &#8211;<br \/>\nA pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica regular pode reduzir o risco de desenvolver dores cr&ocirc;nicas na regi&atilde;o da coluna lombar em at&eacute; 16%, segundo <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/28615218\/'>pesquisa finlandesa<\/a> que revisou mais de 36 grandes estudos da &aacute;rea. A dor lombar &eacute; um problema de sa&uacute;de global que afeta entre 25% a 40% da popula&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos 12 meses, com uma parcela significativa desenvolvendo quadros cr&ocirc;nicos. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) vai al&eacute;m e estima que 80% da popula&ccedil;&atilde;o adulta ter&aacute; pelo menos uma crise aguda de dor nas costas ao longo da vida.<\/p>\n<p>Dentre os fatores de risco relacionados ao estilo de vida, o tabagismo e a obesidade t&ecirc;m sido associados a um maior risco de desenvolver dores lombares e at&eacute; mesmo casos clinicamente diagnosticados de h&eacute;rnia de disco e ciatalgia.<\/p>\n<p>O Dr. Ant&ocirc;nio Krieger, especialista em cirurgia da coluna, comenta que as atividades da vida moderna desempenham um papel crucial nesse cen&aacute;rio. &#8216;Hoje n&oacute;s nos tornamos mais sedent&aacute;rios. Passamos muitas horas do dia sentados, seja estudando ou trabalhando, o que leva &agrave; sobrecarga da coluna lombar. Al&eacute;m disso, o uso excessivo de smartphones piora nossa postura cervical.&#8217; Ele ressalta que o maior vil&atilde;o ainda &eacute; o sedentarismo. &#8216;O maior vil&atilde;o ainda &eacute; o sedentarismo. Al&eacute;m disso, posturas viciosas e falta de ergonomia agravam problemas na coluna.&#8217;<\/p>\n<p>Mas como perceber essas interfer&ecirc;ncias e os sinais de que algo n&atilde;o vai bem? Segundo o especialista, a primeira manifesta&ccedil;&atilde;o &eacute; dor, seja no pesco&ccedil;o, costas ou lombar. Desvio postural, contraturas musculares e sensa&ccedil;&atilde;o de cansa&ccedil;o cr&ocirc;nico tamb&eacute;m s&atilde;o sinais de que a coluna n&atilde;o est&aacute; bem.&nbsp;<\/p>\n<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s les&otilde;es que atividades frequentes e m&aacute;s posturas podem gerar, Krieger adverte que a falta de ergonomia e m&aacute; postura podem sobrecarregar os discos (amortecedores) e as facetas (articula&ccedil;&otilde;es) da coluna, levando a um desgaste precoce da coluna.&nbsp;<\/p>\n<p>&#8216;Criar uma cultura de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos regulares desde a inf&acirc;ncia &eacute; um bom come&ccedil;o. Investir em mobili&aacute;rio adequado e boa ergonomia tamb&eacute;m contribui para a preven&ccedil;&atilde;o de problemas na coluna&#8217;, explica o cirurgi&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>Neglig&ecirc;ncia aos sintomas leva &agrave; dor cr&ocirc;nica<\/strong><\/p>\n<p>Segundo a Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED), em geral, a popula&ccedil;&atilde;o brasileira que se queixa ou sofre de dor &eacute; de cerca de 30% e n&atilde;o existe uma pol&iacute;tica de sa&uacute;de p&uacute;blica que leve em considera&ccedil;&atilde;o a quest&atilde;o da dor cr&ocirc;nica.<\/p>\n<p>A dor cr&ocirc;nica &eacute; definida como uma dor que dura mais de tr&ecirc;s meses, mesmo ap&oacute;s o tratamento adequado da causa. Isso significa que h&aacute; uma disfun&ccedil;&atilde;o no sistema nervoso central que faz com que a dor continue mesmo ap&oacute;s a les&atilde;o ter sido tratada.<\/p>\n<p>O especialista ressalta que a dor cr&ocirc;nica da coluna pode ter um impacto significativo na qualidade de vida do paciente e afetar as atividades di&aacute;rias, como trabalhar, dormir e se exercitar. O problema tamb&eacute;m pode levar a dist&uacute;rbios do sono, ansiedade, depress&atilde;o e outras condi&ccedil;&otilde;es que podem agravar ainda mais o quadro de dor.<\/p>\n<p>&ldquo;Sentir dor n&atilde;o &eacute; normal. N&oacute;s somos ensinados e induzidos a suportar e conviver com a dor, mas essa n&atilde;o &eacute; a melhor recomenda&ccedil;&atilde;o. Quanto antes buscar o diagn&oacute;stico e o tratamento adequado do seu problema, as chances de cura ser&atilde;o maiores e o risco do desenvolvimento de uma dor cr&ocirc;nica &eacute; menor&rdquo;, explica o cirurgi&atilde;o.<\/p>\n<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/28615218\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/28615218\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/291059' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS Curitiba-PR&#8211;(DINO &#8211; 27 set, 2023) &#8211; A pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica regular pode reduzir o risco de desenvolver dores cr&ocirc;nicas na","protected":false},"author":1,"featured_media":74173,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-74172","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74172","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74172"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74172\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/74173"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74172"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74172"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74172"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}