{"id":73720,"date":"2023-09-22T12:39:00","date_gmt":"2023-09-22T15:39:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/tea-estudo-aponta-preconceito-de-genero-no-diagnostico\/"},"modified":"2023-09-22T12:39:00","modified_gmt":"2023-09-22T15:39:00","slug":"tea-estudo-aponta-preconceito-de-genero-no-diagnostico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/tea-estudo-aponta-preconceito-de-genero-no-diagnostico\/","title":{"rendered":"TEA: estudo aponta preconceito de g\u00eanero no diagn\u00f3stico"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 22 set, 2023) &#8211;<br \/>\nEmbora n&atilde;o haja dados consolidados sobre o transtorno no Brasil, estima-se que haja 6 milh&otilde;es de pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista) no Brasil, incluindo n&atilde;o diagnosticados. A hip&oacute;tese se baseia em um <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2023\/04\/5084282-entenda-por-que-o-diagnostico-tardio-de-autismo-e-mais-comum-em-mulheres.html'>levantamento<\/a> do Centro de Controle de Preven&ccedil;&atilde;o e Doen&ccedil;as (CDC, na sigla em ingl&ecirc;s) dos Estados Unidos, com as propor&ccedil;&otilde;es deste levantamento estadunidense sendo aplicadas &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira.<\/p>\n<p>Outro <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.jaacap.org\/article\/S0890-8567(17)30152-1\/fulltext'>estudo<\/a>, divulgado pelo Journal of the American Academy of Child &amp; Adolescent Psychiatry, concluiu que a verdadeira propor&ccedil;&atilde;o entre homens e mulheres com TEA n&atilde;o &eacute; de 4 para 1, como se acreditava,&nbsp;e sim de 3 para 1.&nbsp;O relat&oacute;rio aponta, ainda, a possibilidade de haver preconceito de g&ecirc;nero no diagn&oacute;stico e infere sobre mulheres correrem um risco desproporcional de n&atilde;o receberem um diagn&oacute;stico cl&iacute;nico.<\/p>\n<p>O estudo &eacute; citado em um <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s10803-019-03906-4'>artigo<\/a> publicado no Journal of the Academy Autism and Developmental Disorders,&nbsp;que apontou como uma das causas da subnotifica&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de diagn&oacute;stico de TEA entre mulheres a camuflagem &#8211; ou mascaramento do autismo.<\/p>\n<p>Segundo a especialista em neurodesenvolvimento e diretora do Instituto Neuro, Dra. J&eacute;ssica Cavalcante, o mascaramento &eacute; a pr&aacute;tica consciente ou inconsciente por parte de indiv&iacute;duos autistas de ocultar, ou minimizar, caracter&iacute;sticas do TEA para se adequar &agrave;s expectativas sociais. <\/p>\n<p>&ldquo;Em mulheres com autismo, o mascaramento pode incluir imita&ccedil;&atilde;o de comportamentos sociais, controle expressivo, for&ccedil;ar-se a participar de atividades sociais, tolerar est&iacute;mulos desconfort&aacute;veis ou esconder rea&ccedil;&otilde;es a eles e desenvolvimento de roteiros sociais&rdquo;, aponta Cavalcante.&nbsp;<\/p>\n<p>Cavalcante explica que culturalmente h&aacute; press&otilde;es diferentes sobre o comportamento feminino e masculino. As mulheres s&atilde;o frequentemente socializadas para serem mais emp&aacute;ticas, comunicativas e sociais. Isso pode levar as mulheres autistas a se esfor&ccedil;arem mais para se adaptar &agrave;s normas sociais, resultando em mais mascaramento.<\/p>\n<p>&ldquo;Algumas mulheres podem adotar esses comportamentos para evitar estigmas. &Eacute; comum tentar mascarar ou esconder caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas ou comportamentais autistas, como estereotipias ou dificuldades com contato visual, mesmo que se sintam desconfort&aacute;veis&rdquo;, esclarece, pontuando, ainda, que o mascaramento cont&iacute;nuo pode levar a problemas como exaust&atilde;o mental, ansiedade e depress&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p>Para saber mais, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.institutoneuro.com.br\/'>https:\/\/www.institutoneuro.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/www.institutoneuro.com.br\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/www.institutoneuro.com.br\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/292732' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS (DINO &#8211; 22 set, 2023) &#8211; Embora n&atilde;o haja dados consolidados sobre o transtorno no Brasil, estima-se que haja 6 milh&otilde;es de pessoas com TEA","protected":false},"author":1,"featured_media":73721,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-73720","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73720","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73720"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73720\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73721"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73720"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73720"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73720"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}