{"id":73233,"date":"2023-09-20T12:58:00","date_gmt":"2023-09-20T15:58:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/cultura-da-doacao-ganha-forca-no-brasil-depois-da-pandemia\/"},"modified":"2023-09-20T12:58:00","modified_gmt":"2023-09-20T15:58:00","slug":"cultura-da-doacao-ganha-forca-no-brasil-depois-da-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/cultura-da-doacao-ganha-forca-no-brasil-depois-da-pandemia\/","title":{"rendered":"Cultura da doa\u00e7\u00e3o ganha for\u00e7a no Brasil depois da pandemia"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Rio de Janeiro&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 20 set, 2023) &#8211; <\/p>\n<p style='font-weight: 400'>Desde a pandemia de coronav&iacute;rus, a cultura de doa&ccedil;&atilde;o est&aacute; ganhando cada vez mais relev&acirc;ncia no Brasil. Em 2020, <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/gife.org.br\/wp\/media\/2021\/11\/GIFE_Infografico_Cultura_deDoacao.pdf'>66% dos brasileiros afirmaram ter feito algum tipo de doa&ccedil;&atilde;o<\/a>, e 37% disseram ter doado dinheiro para alguma causa espec&iacute;fica. Dois anos depois, o n&uacute;mero de doadores aumentou: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/pesquisadoacaobrasil.org.br'>84% realizaram doa&ccedil;&otilde;es<\/a> e quase metade, 48%, fizeram doa&ccedil;&atilde;o em dinheiro.<\/p>\n<p style='font-weight: 400'>Os dados s&atilde;o da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.idis.org.br\/publicacoesidis\/pesquisa-doacao-brasil-2022\/'>pesquisa Doa&ccedil;&atilde;o Brasil<\/a>, realizada pelo <em>Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS)<\/em>, e revelam tamb&eacute;m como o impacto da pandemia pode resultar em uma mudan&ccedil;a cultural: 38% dos doadores dizem que a experi&ecirc;ncia os levou a doar mais para ONGs.<\/p>\n<p style='font-weight: 400'>A cofundadora e diretora-geral do <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/fundosocialelas.org'>ELAS+ Doar para Transformar<\/a>, Amalia Fischer, acredita que esse contexto favorece um debate mais profundo sobre filantropia. &ldquo;Existe uma diferen&ccedil;a entre quem pratica a caridade e quem faz filantropia.&nbsp;A caridade, geralmente, busca uma solu&ccedil;&atilde;o emergencial para situa&ccedil;&otilde;es de sofrimento. J&aacute; o objetivo da filantropia &eacute; resolver os problemas que geram o sofrimento. O desafio &eacute; mostrar que o trabalho da filantropia &eacute; permanente. N&atilde;o &eacute; moda. Somos agentes importantes na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa, no fortalecimento da democracia e na luta contra todo tipo de discrimina&ccedil;&atilde;o&rdquo;, destacou Amalia.<\/p>\n<p style='font-weight: 400'>Setembro &eacute; o m&ecirc;s escolhido para fortalecer esse movimento dedicado a visibilizar e fomentar a filantropia comunit&aacute;ria e de justi&ccedil;a socioambiental. O <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/redecomua.org.br\/mes-da-filantropia-que-transforma\/'>M&ecirc;s da Filantropia<\/a> nasceu como uma iniciativa para demonstrar a contribui&ccedil;&atilde;o dessa pr&aacute;tica para a transforma&ccedil;&atilde;o social e para garantia de acesso a direitos.<\/p>\n<p style='font-weight: 400'><strong>Filantropia Feminista<\/strong><\/p>\n<p style='font-weight: 400'>No Brasil, as primeiras institui&ccedil;&otilde;es de justi&ccedil;a social surgem com as irmandades negras. Criadas originalmente na Europa, elas se expandiram para as col&ocirc;nias portuguesas entre os s&eacute;culos XVII e XVIII e eram espa&ccedil;os de resist&ecirc;ncia da popula&ccedil;&atilde;o negra &agrave; escraviza&ccedil;&atilde;o. As irmandades trabalhavam com a perspectiva da equidade de g&ecirc;nero e atuavam custeando despesas como funerais e compra de cartas de alforria.&nbsp;<\/p>\n<p style='font-weight: 400'>Com o passar dos anos e as mudan&ccedil;as sociais, o conceito de filantropia, inicialmente atrelado a preceitos religiosos como caridade, benevol&ecirc;ncia e piedade, foi sendo transformado pelos movimentos feministas. O que antes era entendido como &ldquo;amor ao homem&rdquo;, passou a ser interpretado como &ldquo;amor &agrave; humanidade&rdquo;.<\/p>\n<p>Esse novo entendimento ganhou ainda mais for&ccedil;a a partir da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.onumulheres.org.br\/wp-content\/uploads\/2013\/03\/declaracao_viena.pdf'>2&ordf; Confer&ecirc;ncia Mundial de Direitos Humanos<\/a>, realizada em Viena em 1993, quando foi declarado que os direitos das mulheres&nbsp; s&atilde;o parte integrante e indivis&iacute;vel dos&nbsp;direitos&nbsp;humanos universais. Amalia Fischer lembra que as mulheres sempre estiveram &agrave; frente das iniciativas de filantropia. &ldquo;A multiplicidade de mulheres no mundo sempre esteve presente em todas essas formas de apoios, sejam materiais, imateriais, individuais ou coletivos. Atuaram para liberar pessoas da escravid&atilde;o, para ter pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, leis de prote&ccedil;&atilde;o de direitos b&aacute;sicos e mudan&ccedil;a social. As mulheres &eacute; que est&atilde;o sempre cuidando, procurando melhoria, engajadas nas mais diversas formas de filantropia&rdquo;, lembrou a diretora-geral do ELAS+.<\/p>\n<p><strong>Ativismo de mulheres<\/strong><\/p>\n<p style='font-weight: 400'>Amalia explica que para fortalecer a filantropia feminista &eacute; preciso que cada vez mais mulheres ocupem espa&ccedil;os de dire&ccedil;&atilde;o e de tomada de decis&atilde;o, especialmente nas organiza&ccedil;&otilde;es e fundos filantr&oacute;picos. &ldquo;&Eacute; um movimento necess&aacute;rio para trazer mais recursos flex&iacute;veis para as organiza&ccedil;&otilde;es de mulheres, mostrar que atrav&eacute;s de um <em>grantmaking&nbsp;<\/em>baseado na confian&ccedil;a nas organiza&ccedil;&otilde;es, a mudan&ccedil;a social acontece de uma forma mais profunda. S&atilde;o as mulheres que sabem as necessidades e conhecem as solu&ccedil;&otilde;es de seus territ&oacute;rios&rdquo;.<\/p>\n<p style='font-weight: 400'>Para celebrar o M&ecirc;s da Filantropia e demonstrar em dados como o ativismo de mulheres est&aacute; impactando o ecossistema filantr&oacute;pico, ser&aacute; lan&ccedil;ada em setembro, como uma das atividades da <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/redecomua.org.br'>Rede Comu&aacute;<\/a>, a pesquisa <strong><em>Por uma Filantropia Feminista: Um Olhar sobre os Ativismos de Mulheres no Brasil. <\/em><\/strong>A divulga&ccedil;&atilde;o do levantamento, coordenado pelo ELAS+, pretende colocar luz sobre como as organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil lideradas por mulheres est&atilde;o transformando seu entorno e suas vidas para exercer cidadania plena.<\/p>\n<p style='font-weight: 400'>O debate online acontece no dia 29 de setembro, as <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/pt.surveymonkey.com\/r\/filantropia_feminista'>inscri&ccedil;&otilde;es<\/a> s&atilde;o gratuitas e j&aacute; est&atilde;o dispon&iacute;veis.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/fundosocialelas.org' rel=\"follow noopener\">https:\/\/fundosocialelas.org<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/288141' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS Rio de Janeiro&#8211;(DINO &#8211; 20 set, 2023) &#8211; Desde a pandemia de coronav&iacute;rus, a cultura de doa&ccedil;&atilde;o est&aacute; ganhando cada vez mais","protected":false},"author":1,"featured_media":73234,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-73233","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73233","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73233"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73233\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73234"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73233"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73233"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73233"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}