{"id":72112,"date":"2023-09-04T15:36:00","date_gmt":"2023-09-04T18:36:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/verticalizacao-de-cemiterios-deve-avancar-pelo-brasil-nos-proximos-anos\/"},"modified":"2023-09-04T15:36:00","modified_gmt":"2023-09-04T18:36:00","slug":"verticalizacao-de-cemiterios-deve-avancar-pelo-brasil-nos-proximos-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/verticalizacao-de-cemiterios-deve-avancar-pelo-brasil-nos-proximos-anos\/","title":{"rendered":"Verticaliza\u00e7\u00e3o de cemit\u00e9rios deve avan\u00e7ar pelo Brasil nos pr\u00f3ximos anos"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Belo Horizonte &#8211; MG&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 04 set, 2023) &#8211;<br \/>\nQuando se pensa em um cemit&eacute;rio, logo vem &agrave; cabe&ccedil;a a imagem de t&uacute;mulos enfileirados horizontalmente ou dos cemit&eacute;rios parque com grandes &aacute;reas verdes e placas de granito sobre o solo. Por&eacute;m, um modelo que deve ganhar ainda mais espa&ccedil;o nos pr&oacute;ximos anos no Brasil &eacute; o cemit&eacute;rio vertical. Por serem <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/revistas.ufpi.br\/index.php\/equador\/article\/download\/13417\/8231'>mais sustent&aacute;veis e ajudarem a otimizar espa&ccedil;os nos centros urbanos<\/a>, os cemit&eacute;rios verticais se tornam uma alternativa inteligente e est&atilde;o em crescimento.<\/p>\n<p>Com alto &iacute;ndice populacional, <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.cnnbrasil.com.br\/internacional\/japao-perde-800-000-pessoas-e-populacao-cai-pelo-14o-ano-consecutivo\/#:~:text=Em%201%C2%BA%20de%20janeiro%20deste,de%20Assuntos%20Internos%20do%20Jap%C3%A3o.'>mais de 125 milh&otilde;es de pessoas<\/a>, o Jap&atilde;o &eacute; um dos pa&iacute;ses vanguardistas na cria&ccedil;&atilde;o de cemit&eacute;rios verticais. Por l&aacute;, al&eacute;m do modelo tradicional, h&aacute; <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/noticias\/2015\/04\/150422_galeria_gch_cemiterios_japao_fn'>ossu&aacute;rios verticais que utilizam alta tecnologia<\/a> e automa&ccedil;&atilde;o para guardar os restos mortais dos falecidos.&nbsp;<\/p>\n<p>No Brasil, o conceito de cemit&eacute;rio vertical chegou em 1930, sendo em Porto Alegre a primeira constru&ccedil;&atilde;o desse modelo na Am&eacute;rica Latina. De l&aacute; para c&aacute; outras cidades adotaram este tipo de estrutura e criaram regulamenta&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas para os sepultamentos em l&oacute;culos\/gavetas que se sobrep&otilde;em verticalmente. Por&eacute;m, a presen&ccedil;a de cemit&eacute;rios verticais no pa&iacute;s ainda n&atilde;o &eacute; t&atilde;o marcante quanto a dos modelos de necr&oacute;poles tradicionais. Hoje, o maior deles est&aacute; localizado em Santos, em um complexo vertical de 40 mil m&sup2;, onde foi sepultado o corpo de Pel&eacute;.<\/p>\n<p>Caminho parecido percorreu a crema&ccedil;&atilde;o no Brasil. Apesar de ser regulamentada desde 1973, at&eacute; meados dos anos 90 s&oacute; havia um cremat&oacute;rio no pa&iacute;s, em S&atilde;o Paulo. Foi somente ap&oacute;s os anos 2000 que esse n&uacute;mero come&ccedil;ou a ser ampliado e a demanda pela crema&ccedil;&atilde;o cresce ano a ano. De acordo com dados do Sindicato dos Cemit&eacute;rios e Cremat&oacute;rios Particulares do Brasil (Sincep), <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.terra.com.br\/noticias\/no-brasil-8-a-9-dos-mortos-sao-cremados-diz-pesquisa,dddfcde60ac8adc405e8b4f1ba3af5f4o4kx4gke.html'>cerca de 8% a 9% dos mortos no pa&iacute;s s&atilde;o cremados<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Tend&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com Roberto Toledo, diretor regional e de sustentabilidade do Grupo Zelo, uma das principais empresas de servi&ccedil;os funer&aacute;rios do Brasil, a tend&ecirc;ncia &eacute; que os cemit&eacute;rios verticais alcancem mais territ&oacute;rio e p&uacute;blico nos pr&oacute;ximos anos. &ldquo;Nos grandes centros urbanos os cemit&eacute;rios est&atilde;o rodeados pela comunidade, sem grandes possibilidades de expans&atilde;o que n&atilde;o para o alto, com as constru&ccedil;&otilde;es verticais. Existe demanda para a verticaliza&ccedil;&atilde;o e h&aacute; muitos benef&iacute;cios envolvendo este modelo de cemit&eacute;rio&rdquo;, ressalta Toledo.<\/p>\n<p>O Grupo mant&eacute;m hoje, no Brasil, quatro cemit&eacute;rios verticais, sendo um deles exclusivamente direcionado ao sepultamento de pets, com 700 l&oacute;culos e espa&ccedil;o para vel&oacute;rio dos animais. Al&eacute;m disso, a empresa est&aacute; ampliando sua atua&ccedil;&atilde;o na regi&atilde;o nordeste, onde j&aacute; possui duas necr&oacute;poles verticais no estado de Pernambuco. &ldquo;Estamos com outros cemit&eacute;rios verticais em diferentes fases de constru&ccedil;&atilde;o em seis munic&iacute;pios, localizados nos estados de Pernambuco, Cear&aacute; e Bahia. Com isso, a expectativa &eacute; que nos pr&oacute;ximos anos tenhamos mais do que dobrado a nossa atua&ccedil;&atilde;o dentro desse modelo no Brasil&rdquo;, explica o diretor. &nbsp;<\/p>\n<p>O Memorial Guarulhos, do Grupo Zelo, em S&atilde;o Paulo, inaugurado em 1997 &eacute; um dos principais cemit&eacute;rios verticais na opera&ccedil;&atilde;o atual da empresa e comporta hoje 3.800 l&oacute;culos. &ldquo;Temos percebido maior procura nos &uacute;ltimos anos pelos sepultamentos no cemit&eacute;rio vertical e a escolha se d&aacute; pelas comodidades oferecidas por este modelo de sepultamento, que garante melhor conforto e acessibilidade para as fam&iacute;lias prestarem suas homenagens, al&eacute;m de seguran&ccedil;a para os t&uacute;mulos e mais agilidade no processo de exuma&ccedil;&atilde;o e libera&ccedil;&atilde;o da gaveta se necess&aacute;rio&rdquo; explica Roberto Toledo.<\/p>\n<p>Atualmente o Memorial Guarulhos, que &eacute; um dos poucos cemit&eacute;rios verticais na regi&atilde;o metropolitana de S&atilde;o Paulo, n&atilde;o tem perspectivas de amplia&ccedil;&atilde;o da sua infraestrutura em fun&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o local, que vai na contram&atilde;o da evolu&ccedil;&atilde;o de mercado do modelo. De acordo com a Lei 8.110, em vigor desde janeiro deste ano, ficou vedada a amplia&ccedil;&atilde;o e constru&ccedil;&atilde;o de cemit&eacute;rios verticais privados em Guarulhos.<\/p>\n<p><strong>Sustentabilidade<\/strong><\/p>\n<p>Para al&eacute;m da otimiza&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o, est&aacute; por tr&aacute;s dos cemit&eacute;rios verticais tamb&eacute;m a sustentabilidade. Neste formato de sepultamento utiliza-se menos recursos naturais, como terra e &aacute;gua, e n&atilde;o h&aacute; possibilidade de contato de subst&acirc;ncias provenientes do processo de decomposi&ccedil;&atilde;o com o solo, uma vez que as urnas s&atilde;o colocadas em gavetas equipadas com compartimento que recebe o necrochorume (l&iacute;quido gerado durante o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o dos cad&aacute;veres).<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/grupozelo.com\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/grupozelo.com\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/292171' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS Belo Horizonte &#8211; MG&#8211;(DINO &#8211; 04 set, 2023) &#8211; Quando se pensa em um cemit&eacute;rio, logo vem &agrave; cabe&ccedil;a a imagem de t&uacute;mulos","protected":false},"author":1,"featured_media":72113,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-72112","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72112","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=72112"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/72112\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/72113"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=72112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=72112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=72112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}