{"id":71581,"date":"2023-08-29T11:55:00","date_gmt":"2023-08-29T14:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/brasil-tem-quase-meio-bilhao-de-dispositivos-digitais-em-uso\/"},"modified":"2023-08-29T11:55:00","modified_gmt":"2023-08-29T14:55:00","slug":"brasil-tem-quase-meio-bilhao-de-dispositivos-digitais-em-uso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/brasil-tem-quase-meio-bilhao-de-dispositivos-digitais-em-uso\/","title":{"rendered":"Brasil tem quase meio bilh\u00e3o de dispositivos digitais em uso"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo &#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 29 ago, 2023) &#8211;<br \/>\nA <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/portal.fgv.br\/noticias\/uso-ti-brasil-pais-tem-mais-dois-dispositivos-digitais-habitante-revela-pesquisa'>34&ordf; edi&ccedil;&atilde;o<\/a> da Pesquisa Anual sobre o Mercado Brasileiro de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (TI) e Uso nas Empresas revelou que, em maio deste ano, o Brasil teria mais de dois dispositivos digitais (2,2) por habitante. De acordo com o estudo, divulgado no &uacute;ltimo m&ecirc;s de abril, o pa&iacute;s possu&iacute;a 464 milh&otilde;es de dispositivos digitais, entre computadores, <em>notebooks,<\/em> tablets e <em>smartphones,<\/em> em uso tanto em &acirc;mbito dom&eacute;stico quanto corporativo.<\/p>\n<p>A pesquisa foi produzida e divulgada pelo Centro de Tecnologia de Informa&ccedil;&atilde;o Aplicada da Escola de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas de S&atilde;o Paulo (FGVcia), ligada &agrave; Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV). Outro dado revelado pelo levantamento mostra que o Brasil possui um total de 249 milh&otilde;es de celulares inteligentes em uso, o que representa 1,2 <em>smartphones<\/em> por habitante. Considerando tamb&eacute;m os <em>notebooks e tablets,<\/em> o pa&iacute;s conta com 364 milh&otilde;es de dispositivos port&aacute;teis, ou seja, uma m&eacute;dia de 1,7 por habitante.<\/p>\n<p>O n&uacute;mero de <em>smartphones<\/em> em uso &eacute; um indicativo de que os brasileiros t&ecirc;m esses aparelhos como um dos principais meios de acesso a informa&ccedil;&otilde;es, servi&ccedil;os e entretenimento, o que pode ser uma oportunidade para empresas que investem em tecnologias digitais para conquistar e manter clientes. Ainda segundo a pesquisa do FGVcia, em m&eacute;dia, as empresas investem 9% de sua receita anual em TI. E para que os investimentos possam se transformar em retorno para as empresas, &eacute; preciso planejar com cautela antes de empregar recursos em tecnologias digitais, como &eacute; o caso dos aplicativos exclusivos para acesso direto dos clientes aos servi&ccedil;os ou produtos da marca.<\/p>\n<p>Com mais de 10 anos na &aacute;rea de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, com experi&ecirc;ncia no desenvolvimento de softwares para dispositivos m&oacute;veis, Leandro Fernandes de Oliveira explica que a cria&ccedil;&atilde;o de um aplicativo (tamb&eacute;m conhecido como app) pr&oacute;prio da empresa pode trazer diversos benef&iacute;cios, mas &eacute; importante avaliar quando realmente vale a pena investir nessa solu&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>&ldquo;Um aplicativo pode proporcionar uma experi&ecirc;ncia personalizada e conveniente para os clientes, permitindo que eles acessem informa&ccedil;&otilde;es sobre a empresa, fa&ccedil;am compras, solicitem servi&ccedil;os e se comuniquem de forma direta atrav&eacute;s de um <em>chat<\/em>, por exemplo&rdquo;, diz. Ele refor&ccedil;a que um aplicativo pode fortalecer a marca e criar um canal de relacionamento cont&iacute;nuo com os clientes, aumentando a fidelidade e o engajamento. &ldquo;No entanto, &eacute; preciso considerar alguns fatores antes de investir na cria&ccedil;&atilde;o de um aplicativo pr&oacute;prio&rdquo;, aconselha.<\/p>\n<p>Um dos principais fatores a serem observados, segundo Oliveira, &eacute; entender se os clientes ou o p&uacute;blico-alvo da empresa realmente utilizam aplicativos m&oacute;veis com frequ&ecirc;ncia e se eles preferem esse tipo de intera&ccedil;&atilde;o. &ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio tamb&eacute;m avaliar o custo do desenvolvimento e manuten&ccedil;&atilde;o do aplicativo, sem esquecer de analisar a competi&ccedil;&atilde;o no mercado de aplicativos relacionados ao segmento da empresa&rdquo;, pondera.<\/p>\n<p><strong>&ldquo;App <em>white label<\/em>&rdquo; pode ser a solu&ccedil;&atilde;o para reduzir custos e economizar tempo, destaca especialista<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o desenvolvedor de softwares para dispositivos m&oacute;veis Leandro Oliveira, quando a empresa conclui que o investimento necess&aacute;rio para criar e promover o aplicativo n&atilde;o compensa os benef&iacute;cios esperados e quando n&atilde;o houver um diferencial significativo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s solu&ccedil;&otilde;es j&aacute; dispon&iacute;veis, talvez seja mais vantajoso explorar outras op&ccedil;&otilde;es, como a de &#8216;<em>app white label<\/em>&#8216;.<\/p>\n<p>&ldquo;A pr&aacute;tica de &#8216;<em>app white label<\/em>&#8216; seria basicamente customizar um aplicativo existente para atender &agrave;s necessidades espec&iacute;ficas de uma empresa ou cliente. Um dos principais benef&iacute;cios dessa abordagem &eacute; a economia de tempo e recursos. Em vez de desenvolver um aplicativo do zero, a empresa pode aproveitar um aplicativo j&aacute; existente e personaliz&aacute;-lo para atender &agrave;s suas necessidades espec&iacute;ficas&rdquo;, informa.<\/p>\n<p>O profissional destaca tamb&eacute;m que a pr&aacute;tica de adotar apps j&aacute; prontos e customiz&aacute;veis &eacute; amplamente utilizada no mercado. Al&eacute;m disso, a customiza&ccedil;&atilde;o de um aplicativo &ldquo;<em>white label&rdquo;<\/em> oferece a vantagem de aproveitar os recursos e funcionalidades j&aacute; dispon&iacute;veis no aplicativo base. Isso inclui recursos de seguran&ccedil;a, integra&ccedil;&atilde;o com sistemas existentes e recursos de an&aacute;lise de dados, entre outros.<\/p>\n<p>&ldquo;Eu pude comprovar a crescente prefer&ecirc;ncia por essa solu&ccedil;&atilde;o durante atua&ccedil;&atilde;o em projetos de uma empresa que fornecia aplicativos &ldquo;<em>white label&rdquo;<\/em> para clientes americanos e canadenses.&nbsp;Ao adaptar esses recursos conforme necess&aacute;rio, a empresa evita a necessidade de desenvolv&ecirc;-los desde o in&iacute;cio, agilizando ainda mais o processo de customiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, comenta.<\/p>\n<p>Mesmo com todas as vantagens, Oliveira destaca que tamb&eacute;m existem alguns contras no uso dessa solu&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Existem algumas limita&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao design e a funcionalidades exclusivas, por exemplo. A empresa n&atilde;o ter&aacute; o mesmo n&iacute;vel de controle e personaliza&ccedil;&atilde;o que teria ao desenvolver um aplicativo pr&oacute;prio. Portanto, &eacute; fundamental avaliar cuidadosamente as necessidades da empresa antes de optar por este caminho&rdquo;, conclui Fernando Oliveira.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='http:\/\/linkedin.com\/in\/oliveiracode\/' rel=\"follow noopener\">http:\/\/linkedin.com\/in\/oliveiracode\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/281843' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS S\u00e3o Paulo &#8211;(DINO &#8211; 29 ago, 2023) &#8211; A 34&ordf; edi&ccedil;&atilde;o da Pesquisa Anual sobre o Mercado Brasileiro de Tecnologia da","protected":false},"author":1,"featured_media":71582,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"inline_featured_image":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[34],"tags":[],"class_list":["post-71581","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-releases-geral"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71581","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=71581"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71581\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media\/71582"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=71581"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=71581"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=71581"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}