{"id":71110,"date":"2023-08-22T17:40:00","date_gmt":"2023-08-22T20:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/empresas-sao-os-alvos-preferenciais-de-grupos-de-ransomware\/"},"modified":"2023-08-22T17:40:00","modified_gmt":"2023-08-22T20:40:00","slug":"empresas-sao-os-alvos-preferenciais-de-grupos-de-ransomware","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/empresas-sao-os-alvos-preferenciais-de-grupos-de-ransomware\/","title":{"rendered":"Empresas s\u00e3o os alvos preferenciais de grupos de ransomware"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 22 ago, 2023) &#8211;<br \/>\nNos &uacute;ltimos anos, as redes de cibercriminosos que executam ataques por meio do ransomware deixaram de focar em computadores individuais, passando a ter como alvo preferencial ag&ecirc;ncias governamentais e organiza&ccedil;&otilde;es corporativas uma vez que, segundo a 1&ordm; Pesquisa Nacional BugHunt de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, 26% das empresas brasileiras sofreram ataques cibern&eacute;ticos no &uacute;ltimo ano e dados do relat&oacute;rio anual da Apura Cyber Intelligence mostram que as &aacute;reas mais visadas s&atilde;o as institui&ccedil;&otilde;es governamentais, industria e sa&uacute;de, de acordo com <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/exame.com\/bussola\/ransomware-e-uma-forte-ameaca-para-as-empresas-brasileiras-em-2022\/'>mat&eacute;ria da Exame<\/a>.&nbsp;<\/p>\n<p>Ransomware &eacute; um malware que mant&eacute;m os dados como ref&eacute;ns em troca de um resgate. Por sua vez, ele amea&ccedil;a publicar, bloquear ou corromper dados, e nunca garante a devolu&ccedil;&atilde;o dos dados, por isso nunca deve-se pagar o resgate. Hoje, o ransomware &eacute; frequentemente enviado por e- mails de phishing e esses anexos maliciosos infectam o computador do usu&aacute;rio assim que s&atilde;o abertos. <\/p>\n<p>A SSIC (Secretaria de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o e Cibern&eacute;tica), do Gabinete de Seguran&ccedil;a Institucional da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, apontou os grupos de ransomware com taxas de atividade mais altas neste ano, a partir de um levantamento realizado com base em informa&ccedil;&otilde;es coletadas em not&iacute;cias de fontes abertas.<\/p>\n<p>Segundo o estudo da SSIC,<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/www.gov.br\/gsi\/pt-br\/composicao\/SSIC\/dsic\/noticias\/grupos-ransomware-mais-ativos-em-2023'> o l&iacute;der do ranking<\/a> &eacute; o LockBit Ransomware, que opera no modelo conhecido como RaaS (ransomware-as-a-service), uma estrutura de cibercrime que envolve desenvolvedores de ransomware e afiliados, que pagam para lan&ccedil;ar ataques com o malware. Este grupo tem sido utilizado em ataques altamente direcionados contra empresas e outras organiza&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Luiz Henrique Silveira, CTO da Brasiline Tecnologia, avalia que a globaliza&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios e sua expans&atilde;o para o ambiente digital t&ecirc;m exigido cada vez mais o investimento em seguran&ccedil;a cibern&eacute;tica por parte das empresas, objetivando a busca de solu&ccedil;&otilde;es de prote&ccedil;&atilde;o atualizadas e eficazes contra amea&ccedil;as digitais.<\/p>\n<p>&ldquo;Os ataques de ransomware persistem devido &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o das t&aacute;ticas dos criminosos, que exploram vulnerabilidades em sistemas desatualizados e usam m&eacute;todos como phishing e engenharia social para ganhar acesso &agrave;s redes corporativas&rdquo;, ressalta Silveira.<\/p>\n<p><strong>Como se proteger dos ataques<\/strong><\/p>\n<p>Entre as medidas que devem ser adotadas pelas empresas para se proteger de ataques ransomware, Luiz Henrique Silveira destaca a import&acirc;ncia de manter softwares e antiv&iacute;rus atualizados, segmentar redes e realizar backups com frequ&ecirc;ncia. &ldquo;Utilizar solu&ccedil;&otilde;es que possuam detec&ccedil;&atilde;o e resposta a incidentes, utilizar firewalls e usar autentica&ccedil;&atilde;o multifator tamb&eacute;m aumenta o n&iacute;vel de prote&ccedil;&atilde;o, minimizando os riscos de sofrer um ataque&rdquo;, acrescenta o CTO da Brasiline Tecnologia.<\/p>\n<p>Al&eacute;m das medidas t&eacute;cnicas citadas, o especialista salienta que criar uma cultura de seguran&ccedil;a no ambiente corporativo, com <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/brasiline.com.br\/solucoes-e-servicos\/treinamento-e-conscientizacao-de-ciberseguranca\/'>treinamento e simula&ccedil;&otilde;es<\/a>, &eacute; essencial. &ldquo;Contar com a colabora&ccedil;&atilde;o de especialistas externos tamb&eacute;m ajuda as empresas a se manterem atualizadas sobre as &uacute;ltimas amea&ccedil;as e pr&aacute;ticas de prote&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>Para conhecer mais sobre a Brasiline, basta acessar: <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/brasiline.com.br\/'>https:\/\/brasiline.com.br\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='https:\/\/brasiline.com.br\/' rel=\"follow noopener\">https:\/\/brasiline.com.br\/<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/292607' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS (DINO &#8211; 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