{"id":68229,"date":"2023-07-18T17:37:00","date_gmt":"2023-07-18T20:37:00","guid":{"rendered":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/ciberseguranca-pode-apoiar-a-reindustrializacao-do-brasil\/"},"modified":"2023-07-18T17:37:00","modified_gmt":"2023-07-18T20:37:00","slug":"ciberseguranca-pode-apoiar-a-reindustrializacao-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bluestudio.estadao.com.br\/agencia-de-comunicacao\/releases\/releases-geral\/ciberseguranca-pode-apoiar-a-reindustrializacao-do-brasil\/","title":{"rendered":"Ciberseguran\u00e7a pode apoiar a reindustrializa\u00e7\u00e3o do Brasil"},"content":{"rendered":"<p><b>DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS<\/b><\/p>\n<p>Bras\u00edlia-DF&#8211;(<a target='_blank' href='http:\/\/www.dino.com.br' rel=\"noopener\">DINO<\/a> &#8211; 18 jul, 2023) &#8211;<br \/>\nUm dos maiores desafios atuais do pa&iacute;s &eacute; a reindustrializa&ccedil;&atilde;o. A ind&uacute;stria chegou a contribuir com cerca de 30% do PIB nacional no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1980, auge da sua representatividade na economia brasileira. Dados do<a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/economia.uol.com.br\/noticias\/redacao\/2022\/04\/16\/crise-apos-crise-industria-fatura-225-menos-em-relacao-ao-pico-historico.htm#:~:text=A%20import%C3%A2ncia%20da%20ind%C3%BAstria%20no,18%2C9%25%20do%20PIB.'> IBGE<\/a> (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica) mostram a perda de import&acirc;ncia da ind&uacute;stria na forma&ccedil;&atilde;o do PIB nos &uacute;ltimos anos. Em 2021, o PIB brasileiro somou R$ 8,7 trilh&otilde;es. A ind&uacute;stria foi respons&aacute;vel por cerca de R$ 1,6 trilh&atilde;o deste total &#8211; ou 18,9%. Dez anos antes, em 2011, o porcentual era de 23,1%.<\/p>\n<p>Segundo a <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/artigos\/robson-braga-de-andrade\/reversao-da-desindustrializacao-e-crucial-para-o-brasil-crescer-de-forma-sustentavel\/'>Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI)<\/a>, as causas da perda de competitividade da ind&uacute;stria nacional s&atilde;o muitas. Destacam-se, entre elas, os elevados custos sist&ecirc;micos, conhecidos como Custo Brasil, resultado de um sistema tribut&aacute;rio complexo, oneroso e cumulativo, a infraestrutura deficiente, o financiamento escasso e caro, a baixa qualidade da educa&ccedil;&atilde;o, o ambiente macroecon&ocirc;mico inst&aacute;vel e a inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica.<\/p>\n<p>No Brasil e em outros pa&iacute;ses em desenvolvimento, o fen&ocirc;meno decorre da primariza&ccedil;&atilde;o da atividade econ&ocirc;mica e pode levar a limita&ccedil;&otilde;es no crescimento de longo prazo, al&eacute;m da acentua&ccedil;&atilde;o da desigualdade e da exclus&atilde;o, pois a atividade industrial agrega valor &agrave; matriz produtiva, gera renda e empregos de qualidade, enriquece a pauta de exporta&ccedil;&otilde;es e contribui significativamente para o desenvolvimento econ&ocirc;mico e social. A cada R$ 1,00 <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/artigos\/robson-braga-de-andrade\/reversao-da-desindustrializacao-e-crucial-para-o-brasil-crescer-de-forma-sustentavel\/'>produzido<\/a> na ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o gerados R$ 2,43 na economia como um todo.<\/p>\n<p>Este quadro de desindustrializa&ccedil;&atilde;o no Brasil difere qualitativamente do ocorrido em outros pa&iacute;ses.&nbsp;Novas estrat&eacute;gias de desenvolvimento industrial t&ecirc;m sido o grande foco nos Estados Unidos, Jap&atilde;o, Coreia do Sul, China, Alemanha e demais pa&iacute;ses da Uni&atilde;o Europeia. Um <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/noticias.portaldaindustria.com.br\/artigos\/robson-braga-de-andrade\/reversao-da-desindustrializacao-e-crucial-para-o-brasil-crescer-de-forma-sustentavel\/'>levantamento<\/a> realizado pela CNI sobre os ambiciosos planos destes pa&iacute;ses nesta &aacute;rea revela que, juntos, eles preveem investimentos da ordem de 5 trilh&otilde;es de d&oacute;lares, nos pr&oacute;ximos anos, em pol&iacute;ticas de apoio &agrave;s suas respectivas ind&uacute;strias, com vistas a alcan&ccedil;ar objetivos estrat&eacute;gicos, como a digitaliza&ccedil;&atilde;o e a descarboniza&ccedil;&atilde;o da economia.<\/p>\n<p>Para o diretor da Associa&ccedil;&atilde;o das Autoridades de Registro do Brasil (AARB), Bruno Linhares, os governantes e a sociedade tem a dif&iacute;cil miss&atilde;o de reverter este processo e aproveitar a nova revolu&ccedil;&atilde;o industrial em curso, conhecida como Ind&uacute;stria 4.0.&nbsp;&ldquo;Vivenciamos uma ampla digitaliza&ccedil;&atilde;o em toda a sociedade, com o uso massivo da internet, com novas tecnologias de comunica&ccedil;&atilde;o de dados, com Intelig&ecirc;ncia Artificial, com o armazenamento das informa&ccedil;&otilde;es em nuvem, com a IOT &ndash; Internet das Coisas e muito em breve, com a computa&ccedil;&atilde;o qu&acirc;ntica. Essa &eacute; a base material para a nova revolu&ccedil;&atilde;o industrial&rdquo;, diz.<\/p>\n<p>Segundo Linhares, a digitaliza&ccedil;&atilde;o ocorre n&atilde;o s&oacute; no ch&atilde;o de f&aacute;brica, com a instala&ccedil;&atilde;o de plantas inteligentes, mas tamb&eacute;m na integra&ccedil;&atilde;o com toda a cadeia produtiva. &ldquo;Em muitos casos, a utiliza&ccedil;&atilde;o de dispositivos digitais nos pr&oacute;prios produtos levar&aacute; a obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es sobre seu uso, permitindo a constru&ccedil;&atilde;o de novos servi&ccedil;os e a reconfigura&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos de produ&ccedil;&atilde;o, distribui&ccedil;&atilde;o e consumo. Para isso, &eacute; necess&aacute;rio que tenhamos infraestrutura no pa&iacute;s para suportar a transmiss&atilde;o, armazenamento e utiliza&ccedil;&atilde;o dos dados, que estar&atilde;o distribu&iacute;dos por todo o ciclo de produ&ccedil;&atilde;o e consumo, para al&eacute;m do &acirc;mbito meramente fabril&rdquo;, completa.<\/p>\n<p>Um dos principais requisitos desta infraestrutura &eacute; a ciberseguran&ccedil;a. Em meados de maio deste ano, uma <a rel=\"follow noopener\" target='_blank' href='https:\/\/ipnews.com.br\/empresa-de-ciberseguranca-alerta-para-vulnerabilidade-que-atinge-sistemas-industriais\/'>vulnerabilidade encontrada<\/a> nos sistemas de controles industriais (ICS) da empresa Siemens foi considerada de criticidade alta pelos especialistas da empresa de seguran&ccedil;a ISH Tecnologia. A vulnerabilidade permitia que hackers conseguissem desestabilizar um sistema empresarial inteiro de rede el&eacute;trica.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; s&eacute;rio fator de risco o uso indevido ou a interfer&ecirc;ncia de organiza&ccedil;&otilde;es criminosas ou terroristas nos processos e nos dados, afetando a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de produtos&rdquo;, alerta Bruno Linhares. &ldquo;O Brasil conta com ferramentas importantes de preven&ccedil;&atilde;o. Em primeiro lugar a Infraestrutura de Chaves P&uacute;blicas Brasileira (ICP-Brasil) que garante a identifica&ccedil;&atilde;o segura de pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas e chega at&eacute; Internet das Coisas (IOT) como, por exemplo, com a instala&ccedil;&atilde;o de certificados digitais nas bombas de combust&iacute;vel. Tamb&eacute;m contamos com os servi&ccedil;os digitais do governo, como o Portal Gov.br e outras possibilidades de conex&atilde;o segura&rdquo;, indica.<\/p>\n<p>&ldquo;O debate na sociedade sobre ciberseguran&ccedil;a &eacute; fundamental para que os esfor&ccedil;os para a constru&ccedil;&atilde;o de uma infraestrutura digital ocorram de forma estruturada e cont&iacute;nua com a reafirma&ccedil;&atilde;o e a evolu&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que amparem e garantam um terreno adequado para o desenvolvimento industrial, econ&ocirc;mico e social que o pa&iacute;s necessita&rdquo;, finaliza Linhares.<\/p>\n<p>Website: <a target='_blank' href='http:\/\/www.aarb.org.br' rel=\"follow noopener\">http:\/\/www.aarb.org.br<\/a><img src='https:\/\/api.dino.com.br\/v2\/news\/tr\/287935' alt='' style='border:0px;width:1px;height:1px' \/><br \/>\nA <b>OESP<\/b> n\u00e3o \u00e9(s\u00e3o) respons\u00e1vel(is) por erros, incorre\u00e7\u00f5es, atrasos ou quaisquer decis\u00f5es tomadas por seus clientes com base nos Conte\u00fados ora disponibilizados, bem como tais Conte\u00fados n\u00e3o representam a opini\u00e3o da <b>OESP<\/b> e s\u00e3o de inteira responsabilidade da <b>Dino Divulgador de Noticias Online Ltda<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"DINO DIVULGADOR DE NOT\u00cdCIAS Bras\u00edlia-DF&#8211;(DINO &#8211; 18 jul, 2023) &#8211; Um dos maiores desafios atuais do pa&iacute;s &eacute; a reindustrializa&ccedil;&atilde;o. 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